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Que profissional você quer ser? – Aula 1

Vamos compartilhar com você uma série de vídeos feitos em um webinario do professor Eduardo Mesquita. Nessas aulas ele vai discutir sobre as novidades do mercado de trabalho, as novas exigências profissionais e apresentar ferramentas e técnicas para maior desempenho e melhores resultados. Confere o vídeo, essa é a primeira parte. Aproveita e se inscreve em nosso canal! Estamos começando agora, mas já começamos em alto nível!!

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Seu sonho pode se tornar a sua carreira

“Comecei na oitava série, hoje chamado nono ano. Era uma prova e a professora deu a opção de fazermos uma peça teatral. Eu comecei a discutir textos, cenários, ensaios e achei tudo muito divertido. A sensação de estar em um palco e ver a reação das pessoas era algo mágico e empolgante. Viciante, eu digo até hoje. E depois disso eu continuei me envolvendo em peças teatrais, performances, participei de grupos universitários, além de ator, me tornei diretor e produtor teatral, e até mesmo autor. Escrevi várias peças. Mas teatro não dava dinheiro, era uma área de atuação vista como algo para sonhadores ou maconheiros. Arte?

Eu somei então essa minha paixão com as minhas experiências profissionais de sala de aula. Eu já era professor de inglês desde os 13 anos de idade, mas sabia que minha carreira como professor tinha um problema, que era semelhante ao problema da carreira artística: paga muito mal.

E fui fazer outras coisas, trabalhar em banco, ser executivo, trabalhei em multinacionais, conheci e aprendi muito, mas sempre tentando associar meu encanto pelo palco, pela arte. O salto aconteceu quando eu finalmente pude juntar o que eu amava com uma profissão, digamos, séria. Comecei a trabalhar com treinamentos corporativos, empresariais, e isso me levou a ser palestrante. Hoje sou palestrante. E minhas palestras são divertidas, as pessoas riem muito, se divertem e aprendem. Eu consigo associar a intensa sensação de estar em um palco vendo a reação das pessoas, com a mágica responsabilidade de causar um impacto na vida dessas pessoas. Eu sou feliz.”

Esse depoimento é do nosso mentor, Professor Eduardo Mesquita (o sujeito estiloso da foto). Ele viveu tempos em que a arte não remunerava bem, e que os caminhos eram poucos, mas ele ainda assim conseguiu encontrar um caminho de rentabilidade e felicidade.

Hoje temos um mercado muito maior, muito mais amplo e que vê as habilidades artísticas como algo muito além de um dom. Vê como uma grande geradora de recursos e resultados. O desenho é uma dessas formas artísticas que não tinha seu devido reconhecimento antes, mas hoje as produtoras, empresas de publicidade e comunicação, grandes corporações e seus setores de endomarketing e qualquer empresa que entenda que vivemos um mundo de imagens, sabe valorizar uma pessoa com a capacidade e a habilidade de desenhar.

Não precisa ser uma paixão que fica em uma gaveta escondida e antiga, uma saudade ardendo no peito. Deve e tem que ser real! Mesmo para quem ainda não considera que saiba desenhar. O Thiago Spyked, nosso parceiro, criou um curso de desenho, com técnicas, dicas e muita prática, que permite a qualquer pessoa se tornar um desenhista, um cartunista, um artista.

Clica aqui –  www.bit.ly/vocevaiaprenderadesenhar – para você ter mais informações e conseguir seguir seu caminho. Hoje pode ser um sonho, mas daqui a pouco pode se tornar a sua carreira.

Competição saudável ajuda carreira

Matéria no jornal O Popular (Goiânia – GO), o entrevistado é Eduardo Mesquita.

Iniciativa é vista como oportunidade para o crescimento coletivo ou individual dos profissionais dentro da empresa

Karina Ribeiro – 10/06/13

10 dicas para um ambiente construtivo

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Com o mercado de trabalho cada vez mais concorrido, criar um ambiente no qual exista uma competição construtiva entre os funcionários é uma prática comum em muitas empresas. Embora essa situação cause arrepios em muitos profissionais, a competitividade pode ser vista como uma oportunidade para desenvolvimento tanto coletivo quanto individualmente.

Do outro lado da bancada, a empresa precisa saber definir metas e regras claras para conseguir atingir seus objetivos e, sobretudo, “enxergar” o profissional que melhor se enquadre com os propósitos da empresa.

Para o psicólogo e palestrante, Eduardo Mesquita, o ponto chave para que a competição seja um ponto favorável para ambas as partes é conseguir casar o perfil da empresa com o perfil do profissional. Neste ponto, vale lembrar que é primordial que o profissional “estude” a empresa na qual pretende trabalhar para que não haja frustração.

“Têm empresas que conseguem imprimir uma competição durante os sete dias da semana e, em outras, essa atitude não vai ser adequada. E isso depende tanto da empresa quanto dos profissionais contratados”, avalia.

A empresa precisa estabelecer pontos de controle ao ponto de existirem regras bem definidas, que, de comum acordo, podem inibir disputas nocivas dentro do ambiente corporativo. Quando os critérios não são claros, os profissionais competitivos demais podem enxergar uma oportunidade para tentar desestabilizar e, assim, prejudicar colegas de trabalho considerados ameaçadores. É relativamente comum nesses ambientes o famoso “puxador de tapete”. Caso seja uma vítima desse tipo de profissional, existem, pelo menos, duas saídas apresentadas para sair dessa cilada: buscar um feedback com maior frequência sobre o seu trabalho e aumentar a comunicação com seu superior e com seus colegas.

ALINHANDO OS PAPÉIS

Segundo Eduardo Mesquita, um ambiente de competição agressiva não exclui o trabalho em equipe. Ele explica que o profissional deve saber desempenhar esses papéis nos momentos adequados. “Ele pode ser funcionário agressivo mas também precisa saber o momento certo para desempenhar um trabalho em equipe. É como nós que desempenhamos diferentes papéis no nosso dia a dia. Somos pais, filhos, profissionais, entre outros”, afirma.

Embora pareça trivial, Eduardo salienta que encontrar um profissional que se enquadre nessas características não é fácil. Por isso, diz, as empresas precisam investir em capacitação e desenvolver valores de equipe. “Já existem muitas empresas fazendo isso”, afirma.

Falar em público – o que fazer?

Tornou-se clichê o comentário (que uso frequentemente em treinamentos e cursos) de que uma pesquisa dos anos 80 nos Estados Unidos apontou a morte como o segundo maior medo na vida dos norte americanos em geral; sendo que falar em público é o primeiro maior medo desses mesmos sujeitos.

Trabalho com treinamentos, palestras, aulas e cursos a muito tempo e sempre vejo a dificuldade dos profissionais em se levantar em meio a um grupo e manifestar suas ideias de forma coerente e estruturada. Se pensarmos numa apresentação coerente, estruturada e também apaixonada, cativante, envolvente e empolgante aí estamos na seara do deserto das intenções, onde realmente muitos pretendem chegar, mas poucos se atrevem a tentar. Ainda é prática usual se esconder atrás das principais dificuldades para justificar a ausência da sua voz em meio a grupos e plateias maiores que a pessoa amada ou dois amigos na mesa de bar.

Isso se mostra desde muito cedo na carreira, ainda em ambientes escolares/universitários quando encontramos pessoas que se prestam a fazer os trabalhos, digitar, pagar as encadernações, servir suco para a banca, lavar os carros do estacionamento… qualquer coisa desde que possa ficar livre da apresentação. Isso no ambiente acadêmico, onde todos se encontram para aprender! E o processo do aprendizado inclui tentativa e erro, ao menos em seu nascedouro.

O mercado cobra caro por essa iniciativa de fuga, porque dificilmente vamos ter cargos muitíssimo bem remunerados para quem digita trabalhos, serve suco ou lava carros. Mas o mercado paga muito bem às pessoas que conseguem apresentar suas ideias, argumentar com os presentes, convencer as pessoas e conduzir o mundo no rumo das suas convicções. O mercado gosta de gente que sabe se expressar e isso se reflete em visibilidade, negócios, resultados e uma vida mais tranquila com o passar do tempo.

O medo existe? Naturalmente, e é bom que exista. O medo nos impede de cometer muitas asnices ao longo da vida, e nos mantém vivos e íntegros com o passar do tempo, nos permitindo uma velhice com conquistas, realizações e alguns arrependimentos. Mas deixar o medo dominar nossas ações é inverter essa velhice, tendo então montes de arrependimentos e algumas conquistas. Aceitar o medo, viver o medo e então aprender a lidar com ele são os passos mais adequados aos que buscam destaque num mercado cada vez mais agressivo, competitivo e algumas vezes desleal. Num mercado em que existe – SIM – sorte, momento certo, oportunidade e apadrinhamento. Mas que ainda assim é um mercado que aprecia preparo, conhecimento, competência e arrojo.

Você tem medo de falar em público? Bem vindo à maioria da raça humana. Agora saia da massa ignara e seja parte daqueles que, apesar do medo, tentam fazer algo com relação a isso. E quando você estiver magnetizando uma plateia com suas palavras e seus olhares, vai se lembrar de um dia em que no auge do desespero e da taquicardia, você teve a insensatez de se oferecer para digitar o trabalho ao invés de brilhar e colher conquistas.

Há braços!

Eduardo Mesquita

 

P.S. – caso você queira mesmo sair dessa multidão de gente que some e não fala nada, no dia 24 de novembro teremos um curso de Comunicação de Impacto (Oratória e Resultados!) em Goiânia com o professor Eduardo Mesquita. Se interessou? Quer mais detalhes? Cansou de fugir e ficar com medo de falar para um grupo? Clica em EU QUERO FALAR EM PÚBLICO para ver mais detalhes do curso e fazer a sua inscrição. A turma é reduzida, então faz logo a sua inscrição. Em Goiânia e presencial!!!

O sul me proporcionando sempre grandes experiências! Grato!

16 e 17 de setembro de 2011. Nesses dois dias fiz mais uma das minhas viagens sensacionais, e não me refiro a nada além da normalidade do meu cotidiano. Viajo constantemente a trabalho, praticamente toda semana eu preciso sair no mínimo um dia ou no máximo a semana inteira para atender clientes do interior do estado, de Brasília ou de São Paulo, mas essa viagem ficará marcada porque foi algo que era inédito, ainda que se repetindo.

Sim, é verdade, estou sendo confuso. É que, mesmo agora, praticamente um mês depois de tudo visto e vivido, ainda me pego sorrindo ao lembrar de tanta coisa legal que aconteceu em menos de 50 horas. E porque inédito que se repete?

Porque eu já havia ido uma vez até o Rio Grande do Sul, especificamente em Santa Maria, para realizar uma palestra. E essa foi uma história sensacional, porque fui achado por uma doce menina Aline que lá do Rio Grande do Sul achou de achar um texto meu, pesquisou, foi atrás, buscou com interesse e achou que minha presença por lá poderia contribuir com o evento da AEAD – Associação dos Estudantes de Administração de Santa Maria – http://www.aeadsantamaria.org.br/site/ – que se realizaria por lá. Enfrentei um frio que goiano nenhum poderia querer enfrentar, gostei do frio, gostei da cidade, gostei do povo, gostei dos organizadores do evento e resumindo, gostei! Foi um momento muito legal.

Quis mais, porém a distância e a correria são excelentes argumentos para esfriar casamentos, quem dirá uma parceria tão frágil que se iniciava. Considerava esse fato um dos bons arquivos que teria para sempre, mas eis que um belo dia sou novamente localizado pelos ventos gaudérios. E dessa vez fui localizado por dois seres tão completamente insanos quanto dedicados: Leonardo Ferreira e Greice Noro. O primeiro um dedicado estudante de administração e a segunda uma insana professora de administração. Já viu como aparentes opostos podem trabalhar muito bem unidos?

E digo aparentes, porque mesmo Leo (Guga para os mais próximos) sendo um sujeito sereno e Greice sendo uma usina de energia, eles possuem muito do aparente oposto que se vê no outro. Leo é dinâmico ao extremo e Greice é concentrada como um samurai pode ser. E esses dois, junto a um monte de gente talentosa e com muita vontade, me fizeram atravessar o país novamente, em busca da deliciosa troca de informações e conhecimentos que tanto prezo. (na foto abaixo a Professora Greice está ao meu lado, com a saia florida e Leonardo Ferreira está ao lado dela. Esse monte de mulheres lindíssimas e rapazes esforçados são os organizadores do evento. Clique na foto para ampliar.).

Lá fui eu para o EGEO – Encontros Gaúchos de Estudos Organizacionais, e que comentei por alguns ineditismos da organização nesse post aqui – http://www.ideiadiferente.com/?p=422 – já que eles tiveram a ousadia de me apresentar como um vocalista de punk rock, quando levavam para lá o palestrante, professor universitário, psicólogo, consultor.

Se o início da prosa foi bom assim, melhor ficou quando me disseram que além da palestra na noite do evento, teria a oportunidade de fazer uma outra no dia seguinte. Seriam duas palestras, duas oportunidades de estar junto aos estudantes e profissionais gaúchos, aprendendo, rindo e me divertindo. E sendo pago para isso!

A viagem é sempre uma parte que eu me delicio. Ainda sou do tempo em que viagens aéreas eram caríssimas e para pessoas de altíssimo poder aquisitivo, coisa que eu – nativo e morador do Quebra Caixote – quase nunca podia degustar. E hoje quando tudo ficou mais fácil e as minhas condições ficaram também melhores (melhores ainda ao ser contratado por clientes que me proporcionam esse conforto) eu sempre me delicio NA IDA com os aeroportos, aviões, paisagens e novidades. Digo NA IDA porque a volta nunca é tão interessante. Mas lá fui eu quicando pelos aeroportos do país rumo ao sul maravilha. Cheguei em Porto Alegre e precisava pegar o ônibus que me levaria até Santa Maria.

Tive a oportunidade de ir com um taxista pós-interessante, tri-legal e gente boa. Ri montes escutando suas histórias e pude ver Porto Alegre de outra forma. Mesmo o pequeno trecho entre o aeroporto e a rodoviária se mostrou cheio de novidades quando apresentada por aquela figura de longos bigodes, sotaque típico ao extremo e com montes de histórias legais. Cheguei na rodoviária e logo embarcava rumo a Santa Maria.

Cheguei em Santa Maria em cimíssima da hora, fui gentilmente recepcionado pelo Leonardo e pela Rhanna e mal tomei um banho, mergulhei no meu terno bacana e corremos para o local do evento. A minha entrada no auditório foi algo de patética, ridícula e divertida. Fui arremessado para dentro do auditório (Shai! rs), achando que iria me posicionar numa cadeira ou coisa parecida até ser chamado. Mas eu já tinha sido chamado, e minha entrada pela porta principal do auditório foi acompanhada pelo auditório inteiro. Fiquei perdido nos primeiros minutos, confesso, mas comecei a rir do inusitado e até isso virou tema da palestra.

A participação das pessoas na palestra foi muito legal e ao final a foto com a equipe inteira da organização, para depois irmos jantar. Normalmente as pessoas terminam as palestras e já se encaminham para o jantar, e isso de ternos e gravatas presentes. Mas esses diferentes me encaminharam ao hotel, pude dar uma descansada e depois fui conduzido a um bar sensacional de legal. Minha memória não ajuda, e espero que alguém coloque o nome do bar nos comentários aí abaixo, porque merece a divulgação. Motos penduradas nas paredes, rock tocando alto, chopp deliciosamente bem tirado e uns acepipes deliciosíssimos. Rimos, bebemos, rimos, bebemos, rimos, comemos um poquito e rimos mais um monte. Também bebemos mais um poquito, afinal no outro dia tínhamos outra palestra logo cedo. E as histórias de Greice foram o toque de aventura numa noite tão legal, fiquei pensando em como são ricos estudantes que têm ao alcance uma pessoa tão furiozza, tão intensa e tão inteligente como Greice Noro.

Digo sempre que o indispensável em um bom hotel nem é uma grande cama, mas sim um chuveiro impressionante. Pois esse tinha na pressão adequada para endireitar uma espinha torta por horas de avião, amaciar a pele desse caititu e permitir um sono justo. A palestra do dia seguinte foi também um momento muito legal, falamos de liderança e tínhamos muitos profissionais na plateia, o que levou a uma rodada de perguntas bem interessante ao final.

Some-se a isso o fato de termos tirado uma foto intrigante (essa acima). Na hora não entendi, mas depois me explicaram que surgiram comentários me achando parecido com Anderson Silva, o grande campeão de MMA. Leonardo é o oponente do pseudo-fake-lutador, e corajosamente se apresenta para enfrentar meus punhos mortais.

Almoçamos em altíssima velocidade e logo eu estava dentro do ônibus rumo a Porto Alegre novamente. Um breve momento de espera e lá ia eu cruzando os ares rumo aos meus amores.

Em dois dias pude reforçar minhas crenças, conhecer outras tantas, me divertir, aprender, rir e me tornar um vivente muito melhor. Agradeço imensamente aos grandes que me acolheram tão bem no sul, que me proporcionaram esses momentos grandes.

Agradeço e me prontifico, sempre que precisarem e eu puder contribuir, contem comigo! Será uma imensa satisfação.

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Há braços!

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Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

twitter – @eduardoinimigo

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