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Que profissional você quer ser? – Aula 1

Vamos compartilhar com você uma série de vídeos feitos em um webinario do professor Eduardo Mesquita. Nessas aulas ele vai discutir sobre as novidades do mercado de trabalho, as novas exigências profissionais e apresentar ferramentas e técnicas para maior desempenho e melhores resultados. Confere o vídeo, essa é a primeira parte. Aproveita e se inscreve em nosso canal! Estamos começando agora, mas já começamos em alto nível!!

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Jordão diz “O que os clientes querem”. Você sabe?

Conhece o Ricardo Jordão? Esse é o sujeito que fala de vendas na internet e mexe o mundo, faz chover e muita gente ganhar dinheiro. Com clientes satisfeitos! Jordão é nosso parceiro, porque temos orgulho de trabalhar com gente que gera resultado, gente que acredita, gente que vai pra cima e faz acontecer.

Confere essa mensagem do Jordão onde ele te ensina O QUE OS CLIENTES QUEREM, afinal de contas. Ele tem esse jeitão amalucado de falar, mas a mensagem é puro ouro!

Se o vídeo não abrir aí acima, clica AQUI e confere o vídeo.

TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) faz surgir empresa disruptiva!

Ana Paula Naccarato, 24 anos, em 2017 fez o seu TCC do curso de Design de Produto na FAAP – Fundação Armando Álvares Penteado, em São Paulo com o nome de “Recoffee: a reutilização da borra de café sob a perspectiva do design”, e o que normalmente é só motivo de angústia e sofrimento para o aluno de cursos superiores se tornou uma empresa inovadora, ousada e extremamente bem sucedida.

Hoje a Recofffee Design, em Ribeirão Preto (SP) recicla a borra de café e a transforma em acessórios e objetos de decoração, como brinco, colar, relógio de parede, bandeja e luminária.

Confere essa história aqui – https://economia.uol.com.br/empreendedorismo/noticias/redacao/2018/10/25/recoffee-design-reutilizacao-borra-do-cafe-objetos-decoracao.htm

E o seu TCC? Se você é estudante de curso superior já deve estar vivenciando a aproximação do momento de produzir o seu TCC, que é – na nossa opinião – o momento maior de uma carreira universitária. Antes de ser apenas angústia, sofrimento e noites mal dormidas, o TCC é o símbolo de toda a jornada estudantil, sendo então fruto de vitórias e conquistas.

Não precisa ser sofrimento. Pensando nisso nós encontramos uma ideia diferente para te apresentar: o Monografis 3.0, orientador de TCC (www.bit.ly/produzaseutcc).

Ele é sensacional! Uma plataforma que te acompanha e auxilia na produção do seu TCC, totalmente à prova de plágio (para você não correr riscos éticos), seguindo todas as normas ABNT (para você não se preocupar com estes detalhes tão importantes) e com um roteiro estruturado em blocos, o que facilita a produção de seu TCC.

Afinal de contas o que realmente importa é a qualidade do seu trabalho final, mostrando todas as conquistas da sua jornada. Ele já existe no mercado há bastante tempo tendo produzido TCC´s aprovados nas maiores e melhores instituições do país.

Pense, ter uma orientação 24 horas disponibilizada para seu trabalho acadêmico? Com direito a participação em grupos de facebook e whatsapp direcionados ao seu interesse: fazer um grande TCC e ter reconhecimento por parte da banca, amigos e familiares!

Vai até www.bit.ly/produzaseutcc para ver o vídeo de apresentação e as condições para adquirir essa plataforma sensacional! Foi totalmente desenvolvida por professores participantes de bancas, o que mostra o nível de preocupação e seriedade da plataforma.

Com mais de 20.000 alunos aprovados que usaram o Monografis, você pode ver dezenas de depoimentos e testemunhos de pessoas encantadas com os resultados.

E depois do seu TCC aprovado, você ainda pode fazer como a Ana Paula e dar início à sua empresa muito bem sucedida!

 

Essa é uma ideia diferente!

Competição saudável ajuda carreira

Matéria no jornal O Popular (Goiânia – GO), o entrevistado é Eduardo Mesquita.

Iniciativa é vista como oportunidade para o crescimento coletivo ou individual dos profissionais dentro da empresa

Karina Ribeiro – 10/06/13

10 dicas para um ambiente construtivo

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Com o mercado de trabalho cada vez mais concorrido, criar um ambiente no qual exista uma competição construtiva entre os funcionários é uma prática comum em muitas empresas. Embora essa situação cause arrepios em muitos profissionais, a competitividade pode ser vista como uma oportunidade para desenvolvimento tanto coletivo quanto individualmente.

Do outro lado da bancada, a empresa precisa saber definir metas e regras claras para conseguir atingir seus objetivos e, sobretudo, “enxergar” o profissional que melhor se enquadre com os propósitos da empresa.

Para o psicólogo e palestrante, Eduardo Mesquita, o ponto chave para que a competição seja um ponto favorável para ambas as partes é conseguir casar o perfil da empresa com o perfil do profissional. Neste ponto, vale lembrar que é primordial que o profissional “estude” a empresa na qual pretende trabalhar para que não haja frustração.

“Têm empresas que conseguem imprimir uma competição durante os sete dias da semana e, em outras, essa atitude não vai ser adequada. E isso depende tanto da empresa quanto dos profissionais contratados”, avalia.

A empresa precisa estabelecer pontos de controle ao ponto de existirem regras bem definidas, que, de comum acordo, podem inibir disputas nocivas dentro do ambiente corporativo. Quando os critérios não são claros, os profissionais competitivos demais podem enxergar uma oportunidade para tentar desestabilizar e, assim, prejudicar colegas de trabalho considerados ameaçadores. É relativamente comum nesses ambientes o famoso “puxador de tapete”. Caso seja uma vítima desse tipo de profissional, existem, pelo menos, duas saídas apresentadas para sair dessa cilada: buscar um feedback com maior frequência sobre o seu trabalho e aumentar a comunicação com seu superior e com seus colegas.

ALINHANDO OS PAPÉIS

Segundo Eduardo Mesquita, um ambiente de competição agressiva não exclui o trabalho em equipe. Ele explica que o profissional deve saber desempenhar esses papéis nos momentos adequados. “Ele pode ser funcionário agressivo mas também precisa saber o momento certo para desempenhar um trabalho em equipe. É como nós que desempenhamos diferentes papéis no nosso dia a dia. Somos pais, filhos, profissionais, entre outros”, afirma.

Embora pareça trivial, Eduardo salienta que encontrar um profissional que se enquadre nessas características não é fácil. Por isso, diz, as empresas precisam investir em capacitação e desenvolver valores de equipe. “Já existem muitas empresas fazendo isso”, afirma.