O sul me proporcionando sempre grandes experiências! Grato!

16 e 17 de setembro de 2011. Nesses dois dias fiz mais uma das minhas viagens sensacionais, e não me refiro a nada além da normalidade do meu cotidiano. Viajo constantemente a trabalho, praticamente toda semana eu preciso sair no mínimo um dia ou no máximo a semana inteira para atender clientes do interior do estado, de Brasília ou de São Paulo, mas essa viagem ficará marcada porque foi algo que era inédito, ainda que se repetindo.

Sim, é verdade, estou sendo confuso. É que, mesmo agora, praticamente um mês depois de tudo visto e vivido, ainda me pego sorrindo ao lembrar de tanta coisa legal que aconteceu em menos de 50 horas. E porque inédito que se repete?

Porque eu já havia ido uma vez até o Rio Grande do Sul, especificamente em Santa Maria, para realizar uma palestra. E essa foi uma história sensacional, porque fui achado por uma doce menina Aline que lá do Rio Grande do Sul achou de achar um texto meu, pesquisou, foi atrás, buscou com interesse e achou que minha presença por lá poderia contribuir com o evento da AEAD – Associação dos Estudantes de Administração de Santa Maria – http://www.aeadsantamaria.org.br/site/ – que se realizaria por lá. Enfrentei um frio que goiano nenhum poderia querer enfrentar, gostei do frio, gostei da cidade, gostei do povo, gostei dos organizadores do evento e resumindo, gostei! Foi um momento muito legal.

Quis mais, porém a distância e a correria são excelentes argumentos para esfriar casamentos, quem dirá uma parceria tão frágil que se iniciava. Considerava esse fato um dos bons arquivos que teria para sempre, mas eis que um belo dia sou novamente localizado pelos ventos gaudérios. E dessa vez fui localizado por dois seres tão completamente insanos quanto dedicados: Leonardo Ferreira e Greice Noro. O primeiro um dedicado estudante de administração e a segunda uma insana professora de administração. Já viu como aparentes opostos podem trabalhar muito bem unidos?

E digo aparentes, porque mesmo Leo (Guga para os mais próximos) sendo um sujeito sereno e Greice sendo uma usina de energia, eles possuem muito do aparente oposto que se vê no outro. Leo é dinâmico ao extremo e Greice é concentrada como um samurai pode ser. E esses dois, junto a um monte de gente talentosa e com muita vontade, me fizeram atravessar o país novamente, em busca da deliciosa troca de informações e conhecimentos que tanto prezo. (na foto abaixo a Professora Greice está ao meu lado, com a saia florida e Leonardo Ferreira está ao lado dela. Esse monte de mulheres lindíssimas e rapazes esforçados são os organizadores do evento. Clique na foto para ampliar.).

Lá fui eu para o EGEO – Encontros Gaúchos de Estudos Organizacionais, e que comentei por alguns ineditismos da organização nesse post aqui – http://www.ideiadiferente.com/?p=422 – já que eles tiveram a ousadia de me apresentar como um vocalista de punk rock, quando levavam para lá o palestrante, professor universitário, psicólogo, consultor.

Se o início da prosa foi bom assim, melhor ficou quando me disseram que além da palestra na noite do evento, teria a oportunidade de fazer uma outra no dia seguinte. Seriam duas palestras, duas oportunidades de estar junto aos estudantes e profissionais gaúchos, aprendendo, rindo e me divertindo. E sendo pago para isso!

A viagem é sempre uma parte que eu me delicio. Ainda sou do tempo em que viagens aéreas eram caríssimas e para pessoas de altíssimo poder aquisitivo, coisa que eu – nativo e morador do Quebra Caixote – quase nunca podia degustar. E hoje quando tudo ficou mais fácil e as minhas condições ficaram também melhores (melhores ainda ao ser contratado por clientes que me proporcionam esse conforto) eu sempre me delicio NA IDA com os aeroportos, aviões, paisagens e novidades. Digo NA IDA porque a volta nunca é tão interessante. Mas lá fui eu quicando pelos aeroportos do país rumo ao sul maravilha. Cheguei em Porto Alegre e precisava pegar o ônibus que me levaria até Santa Maria.

Tive a oportunidade de ir com um taxista pós-interessante, tri-legal e gente boa. Ri montes escutando suas histórias e pude ver Porto Alegre de outra forma. Mesmo o pequeno trecho entre o aeroporto e a rodoviária se mostrou cheio de novidades quando apresentada por aquela figura de longos bigodes, sotaque típico ao extremo e com montes de histórias legais. Cheguei na rodoviária e logo embarcava rumo a Santa Maria.

Cheguei em Santa Maria em cimíssima da hora, fui gentilmente recepcionado pelo Leonardo e pela Rhanna e mal tomei um banho, mergulhei no meu terno bacana e corremos para o local do evento. A minha entrada no auditório foi algo de patética, ridícula e divertida. Fui arremessado para dentro do auditório (Shai! rs), achando que iria me posicionar numa cadeira ou coisa parecida até ser chamado. Mas eu já tinha sido chamado, e minha entrada pela porta principal do auditório foi acompanhada pelo auditório inteiro. Fiquei perdido nos primeiros minutos, confesso, mas comecei a rir do inusitado e até isso virou tema da palestra.

A participação das pessoas na palestra foi muito legal e ao final a foto com a equipe inteira da organização, para depois irmos jantar. Normalmente as pessoas terminam as palestras e já se encaminham para o jantar, e isso de ternos e gravatas presentes. Mas esses diferentes me encaminharam ao hotel, pude dar uma descansada e depois fui conduzido a um bar sensacional de legal. Minha memória não ajuda, e espero que alguém coloque o nome do bar nos comentários aí abaixo, porque merece a divulgação. Motos penduradas nas paredes, rock tocando alto, chopp deliciosamente bem tirado e uns acepipes deliciosíssimos. Rimos, bebemos, rimos, bebemos, rimos, comemos um poquito e rimos mais um monte. Também bebemos mais um poquito, afinal no outro dia tínhamos outra palestra logo cedo. E as histórias de Greice foram o toque de aventura numa noite tão legal, fiquei pensando em como são ricos estudantes que têm ao alcance uma pessoa tão furiozza, tão intensa e tão inteligente como Greice Noro.

Digo sempre que o indispensável em um bom hotel nem é uma grande cama, mas sim um chuveiro impressionante. Pois esse tinha na pressão adequada para endireitar uma espinha torta por horas de avião, amaciar a pele desse caititu e permitir um sono justo. A palestra do dia seguinte foi também um momento muito legal, falamos de liderança e tínhamos muitos profissionais na plateia, o que levou a uma rodada de perguntas bem interessante ao final.

Some-se a isso o fato de termos tirado uma foto intrigante (essa acima). Na hora não entendi, mas depois me explicaram que surgiram comentários me achando parecido com Anderson Silva, o grande campeão de MMA. Leonardo é o oponente do pseudo-fake-lutador, e corajosamente se apresenta para enfrentar meus punhos mortais.

Almoçamos em altíssima velocidade e logo eu estava dentro do ônibus rumo a Porto Alegre novamente. Um breve momento de espera e lá ia eu cruzando os ares rumo aos meus amores.

Em dois dias pude reforçar minhas crenças, conhecer outras tantas, me divertir, aprender, rir e me tornar um vivente muito melhor. Agradeço imensamente aos grandes que me acolheram tão bem no sul, que me proporcionaram esses momentos grandes.

Agradeço e me prontifico, sempre que precisarem e eu puder contribuir, contem comigo! Será uma imensa satisfação.

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Há braços!

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Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

twitter – @eduardoinimigo

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Fast Food – verdades que nunca são ditas.

WSJ: saiba os 10 fatos que as redes de fast-food nunca disseram

Uma matéria publicada nesta segunda-feira pelo site do The Wall Street Journal lista dez fatos que as redes de fast-food nunca disseram aos seus consumidores. As informações envolvem questões relacionadas a todos os aspectos como os próprios alimentos, o atendimento, as campanhas publicitárias e até a construção de novas franquias.

1 – Opções saudáveis são mais caras

Segundo a matéria do WSJ, a maioria das redes de fast-food, após anos vendendo alimentos com alto teor de gordura e poucos nutrientes, passou a oferecer aos consumidores opções saudáveis, como saladas, sucos e frutas. Porém, o preço do novo cardápio é muito superior. Em uma das redes, a opção frango com salada custa em média US$ 4,85 (R$ 7,92), US$ 1,90 (R$ 3,10) a mais do que um hambúrguer grande, de acordo com um estudo da Rudd Yale Center. Já o sanduíche de frango custa 26% a mais que o de carne vermelha.

Foto: Getty Images

2 – Não espere muito das campanhas de doação

Muitas instituições de variados setores pedem a colaboração das redes de fast-food para arrecadar dinheiro para suas ações. Porém, segundo um relatório realizado em 2006 pela Universidade do Arizona, e citado na reportagem, três de quatro escolas que fizeram uma parceria com redes não receberam nenhum dinheiro. Além disso, 12,6% das escolas receberam no máximo US$ 2,5 mil (R$ 4 mil) e menos de 1% recebeu mais de US$ 50 mil (R$ 81,7 mil).

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3 – As opções de combo fazem o consumidor gastar mais

Embora seja verdade que os combos que oferecem lanches, batatas e refrigerantes em um mesmo pedido são mais baratos do que a soma de seus itens separadamente, segundo pesquisa publicada no Journal of Public Policy & Marketing, 15% dos consumidores não teriam comprado batata-frita, em uma determinada rede, caso não houvesse sido oferecido o combo.

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4 – O sorriso dos atendentes faz o consumidor gastar mais

O sorriso que os atendentes deixam à mostra parece ser mais do que um simples ato educado, para ser uma estratégia de aumento nas vendas, afirma a reportagem do WSJ. De acordo com a pesquisa do instituto Gallup, um cliente que seja fiel a alguma rede gasta cerca de 16% a mais do que aquele que não é. E os três principais motivos de fidelização dos consumidores são na ordem: ser tratado como um cliente valioso, receber um atendimento caloroso e sabor dos alimentos.

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5 – Abrir franquias não garante sucesso

As maiores franquias de fast-food são negócios muito lucrativos. Restaurantes médios do McDonald’s lucraram US$ 2,313 milhões (R$ 3,78 milhões) em 2010, segundo estudo da Technomic’s Top 500 Chain Restaurant Report, citado na reportagem do site do jornal americano. Porém, especialistas apontam que é muito difícil abrir uma franquia grande caso o investidor já não seja proprietário de alguma, ou tenha um relacionamento com alguém da rede. Cerca de 75% das grandes franquias do Subway, por exemplo, são adquiridas por quem faz parte da empresa.

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6 – As redes podem ajudar na proliferação de doenças

As redes de fast-food, como o próprio nome já indica, caracterizam-se por vender alimentos rapidamente e para um número muito grande de pessoas. Esse modelo de funcionamento permite que atendentes e consumidores que estejam contaminados com bactérias ou vírus possam transmití-los tão rapidamente quanto os alimentos vendidos, afirma a reportagem do WSJ. Georges Benjamin, diretor-executivo da American Public Healthy Association, afirma que caso o alimento esteja contaminado, o modelo adota neste tipo de negócio amplia as possibilidades de contaminação.

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7 – Novas unidades podem se adequar ao local onde serão construídas

Em alguns locais, o modelo de construção da franquia de fast-food não agrada ou não combina com o bairro onde será instalada. Além disso, há casos em que a presença de uma unidade desvalorizará os imóveis no local, diz a reportagem do site do jornal. Porém, isso não se configura um problema para a rede, que fará o possível para adequar o projeto à região. Um empresário que queria construir uma franquia do McDonald’s no subúrbio de Chicago, após discussões, resolveu montar um restaurante em formato de celeiro, citou o texto do WSJ.

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8 – Os lucros das redes estão ameaçados com a inflação dos alimentos

No momento atual é melhor você comprar alimentos em seu restaurante favorito a comprar ações dele, diz a notícia. Isso porque com alta nos preços dos alimentos, combustíveis e o desemprego que afeta EUA e Europa, principalmente, os lucros das cadeias de fast-food podem diminuir, segundo apontam analistas.

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9 – O preço do refrigerante permanece barato por lobby

Embora nos últimos anos tenha se verificado uma tentativa do governo nos EUA de aumentar os impostos sobre alimentos calóricos, como os refrigerantes, as redes de fast-food gastaram em 2010 cerca de US$ 9,3 milhões (R$ 15,2 milhões) em Washington em lobby para evitar as medidas, diz a reportagem do WSJ. O valor é quase três vezes mais que o usado em 2005, de acordo com o Center for Responsive Politics.

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10 – Os brindes oferecidos não são gratuitos

Apesar de parecerem descartáveis, os pequenos brindes, normalmente brinquedos, oferecidos pelas redes de fast-food têm um custo para as empresas e consumidores. Em 2006, as redes gastaram juntas US$ 360 milhões (R$ 588 milhões) em brinquedos, de acordo com relatório da Comissão Federal do Comércio dos EUA. Por outro lado, a arrecadação com os brindes somaram US$ 348,5 bilhões (R$ 569,7 bilhões).

Foto: Getty Images

Melhorar quem já é brilhante? Esse é o desafio!

Unanimidade? Falar em público. Trata-se de uma das grandes fontes de temor (para evitarmos falar em medo) dos profissionais atuais. Isso porque vinte anos atrás você poderia entrar em uma organização e seguir sua carreira até a aposentadoria sem precisar mostrar a cor da sua voz. Essa realidade já não existe mais. Hoje um profissional vai precisar se manifestar em uma reunião, defender uma ideia, treinar uma equipe, fazer trabalho voluntário, qualquer coisa que o coloque na frente de uma plateia com o poder da palavra.

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E para algumas categorias profissionais isso até parece moleza. Mas não é assim tão natural. Eu ministro esse curso – Técnicas de Falar em Público – há praticamente 20 anos. Já tive em minhas turmas professores (vários de universidade e pós graduação), políticos (certa vez fizemos uma turma fechada para candidatos a vereador. Hilário!), religiosos e gente que vive de falar e falar muito. Gente que mesmo vivendo disso, procura aprender técnicas, macetes e dicas para aprimorar seus resultados. Porque mesmo esses profissionais, que dependem da sua capacidade de expressão em público para seguir avante na carreira, enfrentam dificuldades e limites.

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O mais impressionante é ver profissionais desse nível, que já possuem prática, experiência e traquejo procurando melhorar e aprimorar o seu talento. Estou vivendo isso nesses últimos dias com uma turma de profissionais do SICOOB CONFEDERAÇÃO, em Brasília. Esses – e essas – profissionais são responsáveis por treinamentos profissionais por todo o sistema Sicoob no país. São pessoas tecnicamente no topo da escala evolutiva, profissionalmente numa das maiores vitrines do mercado financeiro e que cresceram de inúmeras experiências particulares para chegar nessa posição. Atenção: ninguém questiona a capacidade deles. Mas estão em sala comigo para desenvolver ainda mais sua principal ferramenta de trabalho.

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E está sendo uma experiência única. Isso porque um curso como esse é marcante, definitivamente marcante. É impossível – eu nunca vi – uma pessoa participar de um curso desses e sair exatamente do mesmo jeito que entrou. Muitos poderiam dizer que é impossível participar de QUALQUER curso e sair do mesmo jeito, mas infelizmente a realidade é um pouco mais cruel que isso e sabemos que muitas pessoas são impermeáveis ao conhecimento novo. Pessoas passam por faculdades, cursos de pós graduação inteiros e saem cometendo as mesmas sandices de antes, inertes no seu poder de transformação.

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Pois não é esse o caso. Essa turma de tubarões corporativos desde o primeiro exercício se mostrou intensamente interessada em aprender, fazendo milhões de perguntas, participando ativamente dos exercícios, pedindo material de leitura e realizando apresentações sensacionais. Além do interesse demonstrado nas apresentações dos colegas. E desde o encontro passado venho recebendo dezenas de e-mails discutindo novas apresentações realizadas, comentando livros indicados, pedindo novas indicações de leituras, uma turma verdadeiramente faminta pelo conhecimento.

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Agora no fim de junho teremos mais dois encontros, momento em que naturalmente os desafios serão ainda maiores, já que o processo de crescimento precisa ser continuado. Mas tenho a firme convicção de que essas figuras irão se superar e me encantar novamente. Mais dois dias de muitas histórias, gestos, olhares, expressões, risadas e aprendizado. Ou seja, mais dois dias que vão valer a pena ser vividos.

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Há braços!

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Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

Twitter – @eduardoinimigo

UniOdonto – me orgulho de ter clientes assim.

Uma das coisas mais felizes em meu trabalho é poder escolher meus clientes. E normalmente escolho clientes por alguns critérios bem definidos, e sem dúvida o critério que mais me orgulho é a capacidade potencial de ser feliz no contrato. Ficou poético demais e pouco claro, certo? Eu explico. Aceito clientes que realmente mostram que vão investir na melhoria dos processos, que realmente mostram acreditar que as pessoas são o caminho do crescimento das organizações, que mostram através de suas ações e de seu histórico que buscam crescer e ter sucesso de uma forma humana, ética e obstinada.

E é tão bom quando passo por situações que provam que a escolha foi correta. É tão bom ter a confirmação de que a organização que atendo acredita em sua equipe, e melhor ainda quando a equipe profissional mostra tino, garra, vontade e dedicação. Uma relação sincera de profissionalismo, sem pessoalidades, sem discursos vazios, mas com compromissos, objetivos e interesses corporativos. Quero apresentar aqui uma dessas situações que vivo atualmente, nesse caso durante o último ano, a UniOdonto.

Além de se provar uma organização disposta a mudar, crescer, evoluir e aprimorar ainda mais seus serviços e seus processos, me deu uma prova gigantesca de competência e qualidade nas últimas semanas: uma virada de sistema.

Quem já passou por uma virada de sistema sabe o nível de confusão, trabalho, dano e conflito que pode causar. O pessoal da TI, sempre vivendo num mundo próprio com idioma particular e hábitos típicos, precisa se envolver profundamente na operação, precisa interagir com a equipe e nem sempre essa interação é bem sucedida. Muito porque as equipes nem sempre atendem às demandas surgidas na TI num momento tão delicado como uma virada.

Para quem não está habituado ao termo, a virada que falo agora não é a de estudantes de arquitetura que passam a madrugada enfrentando seus trabalhos acadêmicos. Essas viradas costumam ser bem divertidas até. A virada que falo é o momento em que o sistema de uma empresa é totalmente reiniciado, como se fosse jogado no chão e começasse a operar em nova versão, com novas rotinas, totalmente do zero. Essa virada muitas vezes – na maioria das vezes – é enfrentada de forma traumática, porque altera a rotina de todas as pessoas da empresa, sem exceção. Sem falar que isso pode se dar em situações que a relação entre TI e “gente normal” já não era uma beleza, e surge esse momento para apimentar ainda mais os ânimos. O resultado gerado é de longa duração. Cicatrizes, resistências, intrigas e franca hostilidade podem surgir em reflexo de uma situação que deveria ser de melhoria.

Pois então, a UniOdonto está em franco processo de (r)evolução. Processos aprimorados, treinamentos sendo realizados, planos de ação sendo desenvolvidos e nesse movimento todo teríamos então a virada de sistema. Essa é a história feliz que quero contar.

A virada era uma necessidade imperiosa e imprescindível, não havia escolha, graças ao aumento brutal da base de relacionamentos – clientes, cooperados, fornecedores – e dos avanços dos sistemas utilizados. Mas devido às complicações que existiriam as datas sofreram adiamento. Isso já era fonte geradora de tensão. Dois adiamentos, em busca da melhor situação que agregasse ambiente, equipe e tempo. A equipe de TI passava por uma transição em sua liderança, o novo gestor já era da equipe e já havia mostrado seu comprometimento e dedicação em várias oportunidades, só não havia sido testado ainda em funções de comando. E sua primeira experiência seria conduzir a virada. Walker, esse é o nome do sujeito líder que falo, se alguma vez sentiu medo, disfarçou de forma artística, porque não transpareceu seu nervosismo à equipe e nem à consultoria e nem às lideranças da organização. A equipe que enfrentaria essa virada com essa mudança de comando também poderia ter apresentado comportamentos conflituosos, mas também foi extremamente feliz em sua transição, mostrando inclusive mais coesão nesse momento do que jamais havia antes demonstrado. O símbolo maior dessa mudança foi Eduardo, o sustentáculo da rede, que se transfigurou numa figura de sólida confiança e seriedade nesse momento delicado.

Mas aí o que já parecia um cenário empolgante se revelou ainda melhor com o envolvimento da equipe. Uma grande dificuldade em viradas é a resistência das pessoas em se comprometer e realizar o que lhes cabe no processo, como testes e avaliações do sistema. Porém esse foi mais um símbolo de sucesso: a equipe se envolveu nas testagens, apresentando sugestões, cobrando soluções e acelerando muito o processo da virada. O time da TI foi muito bem recebido em todos os departamentos e o envolvimento alcançou níveis inéditos na organização. Ouso dizer, inéditos no mercado.

Tudo parecia um cenário de desenho animado, e eis que mais novidades acontecem. Uma área normalmente focada com prioridade no mercado virou-se integralmente para dentro, auxiliando no processo e gerando uma empolgação enorme em todos: o marketing. Com uma campanha super divertida e criativa, Vanessa – a gestora do marketing – em parceria com a agência PublishBlue conseguiu provocar, estimular e preparar os envolvidos para o que estava por vir. Cartazes, banners, e-mail marketing (as peças criadas enfeitam esse post) e uma gradual contagem regressiva foram um sucesso no tocante ao estímulo necessário na equipe.

No sábado da virada eu estava agoniado. Já havia vivenciado situações desastrosas em quantidade suficiente para saber que dependendo daquele sábado nós teríamos uma segunda-feira de trabalho ou de reclamações. Fui até lá no fim do expediente de sexta-feira para ver como iam os preparativos, tentando me controlar para não contaminar ninguém com a minha ansiedade – que normalmente já é alta – e piorar o que já poderia estar complicado. Pois a equipe estava tranquila, todos contando as horas para o início da virada, aguardando a presença dos consultores de sistemas que ainda chegariam, enfim, tudo parecia sinalizar uma situação nova na minha carreira.

E foi totalmente inédita. A virada foi um sucesso. Numa escala de tropeços e danações, tivemos 5% de problemas e soluços. Quase praticamente NADA de problemas. A virada foi um retumbante e esmagador sucesso. O sistema transitou, a segunda-feira chegou, a equipe absorveu as novidades, poucas dificuldades para se situar com novas rotinas e layouts do sistema, e na segunda mesmo a empresa funcionava a pleno vapor. Sem sobressaltos, sem atropelos, sem brigas, sem gritos, sem angústias, sem retrabalho. Isso foi o mais impressionante: não houve retrabalho. A virada foi conduzida de forma segura e calma do início ao fim.

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O principal resultado alcançado? A equipe. Integrada, fortalecida, exigente e envolvida nos novos processos. Desejosa de mudanças apresentando Planos de Ação de criação própria para avançar mais rapidamente em soluções que o mercado exige.

Isso só vem explicar o que postei no twitter – @eduardoinimigo – dias atrás: eu não sou workaholic, só tenho um prazer escangalhante no meu trabalho.

Com clientes assim é fácil entender o motivo da minha satisfação.

P.S. – parabéns à gerente geral Vivian, à diretoria da UniOdonto, mas principalmente à equipe UniOdonto. Prazer estar com vocês!

Há braços!

Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

2010 – um ano para ser lembrado – gracias aos nossos clientes!

2010 foi um ano sensacional. Em inúmeros aspectos da minha vida, posso afirmar que tive um dos grandes anos da minha existência, coincidência ou não, foi o ano em que completei 40 anos de idade. Um número forte, um ano cercado de pessoas sensacionais (começando dentro de casa com meus três tesouros), parceiros incríveis, novas atividades, novos planos, novos contatos e clientes. Alguns novos clientes e outros tantos clientes que já acompanham a IDEA a algum tempo. Todos com fundamental importância, e quero me dedicar a reconhecer alguns fatos vividos nesse ano.

Fizemos um treinamento outdoor para SICOOB ENGECRED. Poderia ser mais um treinamento divertido, instrutivo, enriquecedor e inesquecível, mas para minha surpresa foi muito mais que isso. Foi um outdoor completamente diferente. Para começar nesse treinamento pudemos nos valer de tecnologias novas para contato, sensibilização e motivação dos participantes. Durante semanas as equipes envolvidas foram provocadas através de emails do incansável e rigoroso “Capitão Mesquita”. Desafios foram estabelecidos, metas foram traçadas e através da distância aparente da web pudemos iniciar as atividades do treinamento com muito empenho.

Foi maravilhoso perceber o envolvimento das pessoas a cada tarefa passada. Eu só podia imaginar a correria e o barulho dentro da organização naqueles dias, graças aos desafios estabelecidos e ao perfil empreendedor e competitivo da equipe. E tudo isso iria culminar na atividade na trilha, mais uma vez realizada no Clube de Pesca Lago Verde.

E foi outro momento para se guardar na memória, uma equipe que vivenciou desafios da trilha e de seus próprios comportamentos com empolgação e atitudes, digamos, diferentes. “Posso lavar minhas mãos?” depois de ter atravessado um rastejo cheio de poeira e teias de aranha foi algo inusitado, que eu nunca tinha ouvido. Além de todas as técnicas que foram utilizadas, conduzidas com galhardia pelos parceiros da AGREGAR – www.agregarrh.com.br – e da Casa de Walker – www.walker.tur.br – tivemos ainda momentos marcantes como o mergulho do “Aquaman” (na foto), os inúmeros tênis arruinados pela travessia (apesar dos avisos), a reunião no dia anterior com o Capitão Mesquita, as pinturas de guerra… muita coisa.

E tudo isso já seria suficiente para chegarmos ao fim de ano com a sensação de dever cumprido, de trabalho bacana e bem realizado por todos, mas a equipe SICOOB ENGECRED ainda foi além. Uma das atividades estabelecidas era uma campanha de coleta de donativos. Pois lá se lançaram loucos furiosos para conseguir alimentos, roupas e em sua fúria conseguiam fardos e mais fardos, a contagem apenas aumentando dia após dia.

E então veio a cereja do bolo, o toque de classe que mostra o refinamento de uma equipe: foram entregar os donativos (na foto). Não somente chegaram lá com seus carros e despejaram as doações; mas entregaram as doações, fizeram um enorme lanche com as crianças e passaram um dia inteiro brincando, interagindo e discutindo com os proprietários da creche – o Lar Maria de Nazareth –  formas de continuar ajudando. Na foto nem se distingue quem são os profissionais do exigente mercado financeiro e quem são as crianças, já que os sorrisos têm  a mesma amplitude, a alegria é comum à todos e até o suor misturado com poeira coroa todas as expressões, depois de tanta correria, pulos e danças.

Lágrimas naturalmente surgem ao se lembrar de tudo isso, e por tudo isso a IDEA agradece à esses bravos e bravas, esse monte de doidos e malucas que não aceitam ser simplesmente mais um bando de profissionais, mas sim um time poderoso e integrado de profissionais. 2011 promete muito para esse povo, com mudanças, crescimento, perspectivas e muito mais.

A IDEA emocionada, agradece.

Há braços!

Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

Twitter – @eduardoinimigo

Só os fortes sobrevivem – AmBev faz isso conosco.

Trekking

Só os fortes sobrevivem!

 

Foi esse o tema do último encontro que tivemos com os profissionais da AmBev, agora no final de abril, dias 23 e 24 no Salto do Corumbá, aqui no estado de Goiás. Mais uma vez teríamos a oportunidade de desenvolver uma atividade com essa equipe que sempre nos surpreende e exige cada vez mais da nossa equipe – IDEA / Agregar / Casa do Walker.

E isso independentemente de qual unidade estamos atendendo, porque já atendemos a várias unidades da AmBev, e sempre temos um perfil de profissionais brutalmente motivados, incansáveis, que não aceitam perder e que se lançam em qualquer maluquice que a gente propõe com um sorriso no rosto e a vontade de terminar. É alucinante trabalhar com esse perfil de profissionais, porque tudo precisa ser feito de forma muito mais intensa.

As atividades propostas precisam ser mais desafiadoras, as condições do trabalho precisam ser mais no limite e as regras de segurança precisam ser muito maiores, porque se deixar os malucos acabam se matando para alcançar o resultado. Não duvide disso.

Trekking 2Pois dessa vez fomos chamados pela Miriam, a responsável por Gente e Gestão da unidade de Goiânia para um trabalho que pudesse superar tudo que já foi feito. Outro parêntese diz respeito ao final das atividades. Sempre nos propomos a superar os obstáculos que a equipe possa enfrentar no dia a dia, mas com o povo da AmBev sempre que terminávamos as atividades víamos aquela carinha de “E agora?”, como se não tivesse sido suficiente ou como se eles pudessem ir muito mais além.

Dessa vez fomos liberados para criar o que quiséssemos para a atividade, e inclusive fomos desafiados a superar a última atividade. Na última vez fizemos tirolesa, trilha de orientação e atividades de solo. Então dessa vez precisaríamos superar? Se tem uma coisa que nos orgulhamos muito é da nossa fama de malucos. Responsáveis, com regras de segurança, mas malucos. Seria a nossa hora?

Olhei nos olhos da Miriam e perguntei: “Podemos fazer o que a gente quiser?”. E ela com um sorriso malévolo concordou e nos liberou. A senha estava dada, os portais do paraíso seriam trancados por dois dias.

Nos reunimos exaustivas vezes para delinear uma atividade que pudesse ir além de tudo que já havíamos feito com essa turma, mesmo sabendo que muitos estavam nos encontrando pela primeira vez. As notícias corriam rápido e mesmo os que não haviam participado de outras atividades já nos conheciam de “ouvir dizer”. Criamos inúmeros cenários de atividades, pesquisamos riscos e situações limítrofes para enfrentar da forma mais sensata e desafiadora possível. Limamos uma série de sugestões por acreditar que seriam fáceis para aquela galera, algumas outras reservamos para um futuro próximo, e ao final conseguimos criar um roteiro de atividades que seria desafiador, instigante, surpreendente e difícil, muito difícil.

A reunião de deliberação final contou com a participação da Maria Célia e do Fernando, pela Agregar (detentora do contrato), Kiko, Ana, Leo e Lucas pela Casa do Walker e eu pela IDEA. Ali já vimos o tanto que teríamos que superar, porque as atividades não seriam difíceis apenas para os Ambévicos, mas também para nossa equipe, que estaria participando de tudo.

Nos reunimos com a equipe AmBev no hotel do Salto em uma reunião noturna. Mal sabiam eles que sairíamos para a trilha de orientação ainda de madrugada, e assim foram acordados com a noite alta ainda e um frio inesquecível. Alguns festeiros haviam acabado de deitar quando chutamos suas portas e tocamos nossas cornetas e sirenes.

Trekking 3

Na trilha de orientação já tivemos o gostinho do dia que teríamos pela frente. De madrugada, escuro, muito escuro, frio, bastante frio e numa trilha com apenas duas lanternas por equipe, uma bússola e uma planilha. Subindo e descendo serra para conseguir encontrar o rumo. Algumas equipes já se encontravam completamente perdidas ainda nos primeiros prismas e marcadores.

Depois disso nos dividimos e a minha equipe, junto à equipe do Léo e a do Lucas fomos para o rafting. Kiko e Ana fariam outras atividades enquanto iríamos enfrentar três horas de descida de rio, com muitos remansos e remadas. Eu temia o frio, mas o equipamento proporcionado contava com uma espécie de agasalho de lona que nos mantinha bastante aquecidos.

 

Trekking 1A descida do rio, além de fisicamente desafiadora, ainda contou com uma disputa acirrada em grande parte do trajeto. Algumas quedas d’água, uma queda desastrada (e logo comigo!), um machucado e ao final tínhamos descoberto músculos no corpo que nem sabíamos que existiam. A dor era uma parceira nas últimas curvas do rio, e uma parceira bem presente, alguns dos nossos colegas realmente “arriaram” nesse momento.

Ao final da descida ainda tivemos um momento para curtir o rafting, fazendo um surf por uma queda d’água e nos divertindo muito. Depois ainda teríamos a Auto-trilha, momento em que a equipe tinha muito pouco tempo para encontrar sua bandeira escondida em meio ao cerrado, com uma planilha feita por um dos integrantes da equipe. Depois disso fomos para a trilha de obstáculos e as pessoas precisaram se jogar nos braços dos outros, andar sob e sobre cordas, se arrastar no chão poeirento e enlameado, pular e passar por cima de obstáculos, se pendurar em abismos, atravessar o rio a pé e quando achavam que tudo havia acabado ainda foi preciso encarar uma escalada de vinte metros cachoeira acima. Parece muito? Pode ter certeza, foi.

Rafting 2Lembrar que durante a trilha de madrugada uma equipe precisou voltar ao marco zero para se organizar, e não conseguiu se organizar. Uma outra equipe quase desceu uma pirambeira rumo à garganta da cachoeira, feito que inevitavelmente mataria a metade da equipe e aleijaria a outra metade. Lembrar de gente que saiu sangrando de atividades que pareciam simples. Outras que tentaram desistir, mas ao perceber o risco de perda de pontos para a equipe inteira, se dedicavam ao esforço. Lembrar de um prêmio da natureza que foi a cachoeira da Gruta, ao final da trilha de obstáculos, um lugar de enorme beleza, com águas cristalinas e geladíssimas onde alguns colegas mergulharam e se divertiram como crianças. Lembrar que ao final da atividade a equipe dos novatos foi a vencedora do desafio. Lembrar de tanta coisa sensacional que foi essa atividade.

Rafting 1

Mas lembrar o principal para nossa equipe: as feições cansadas, exaustas e satisfeitas dos participantes da atividade. Conseguimos levar os caras ao limite realmente. E isso vale ouro. Os comentários ao final nos mostraram que mais que cansados, muitos estavam realizados com tudo que haviam feito, alguns ainda não acreditavam que passaram por quase 14 horas de atividade ininterrupta, e ali estavam cansados, suados, extenuados, mas com a sensação de serem vitoriosos.

Ao final pudemos comprovar que o tema era o mais acertado, porque no mercado em que atuamos só os fortes sobrevivem realmente, e aquele dia foi o dia para comprovar do que são feitas as nossas equipes.

 Trekking 4

Mais uma atividade que nos deu muito prazer em realizar. Grato AmBev!

 

 

 

 

 

Há braços!

Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

Twitter – @eduardoinimigo

Olha o sorriso desse povo!

Tuba e Rock 3 285

E pensar que a palavra “trabalho” vem do latim antigo “tripallium” (ou “tripalium”) que era um instrumento originalmente usado para esfarrapar e desfiar espigas de milho e trigo, que depois passou a ser gentilmente usado para esfarrapar e desfiar pessoas, numa atividade hoje conhecida como tortura. Daí que quem denominou o trabalho realmente não estava se divertindo tanto assim com a atividade, certo?

Tuba e Rock 3 316

Uma pena essa etimologia da palavra. Mas não lamento tanto porque convivo com gente que prova que essa história toda caiu em desuso e foi ridicularizada, cada vez mais em momentos como os vividos no sábado último, dia 14 de novembro. Estive realizando o segundo e terceiro momento de um treinamento com a equipe da SICOOB ENGECRED (Cooperativa de Crédito Mútuo dos Engenheiros e Arquitetos das Micro-regiões de Goiânia – http://www.sicoobengecred.com.br/) em que trabalhamos o tema “Comunicação” de formas novas e pragmáticas. Isso é o melhor, não foi um treinamento solamente teórico, com textos, leituras, sonecas e queixumes. Fizemos um treinamento dinâmico, cheio de participação e envolvimento, mas principalmente usando ferramentas para potencializar os resultados do treinamento.

Tuba e Rock 3 295

Não basta falar que a comunicação é importante e fundamental, precisamos vivenciar isso e para tanto criamos a “Fogueira de ideias”, uma ferramenta virtual que veio sendo colocada em prática nas semanas que antecederam o encontro (e ainda está produzindo calor) em que as pessoas tem a oportunidade de apontar problemas que as incomodam no cotidiano profissional e podem solicitar respostas, sugestões e orientação de quem quer que acreditem possuidores do saber. Todos participam, todos comentam e devagar vamos levantando inúmeras situações problema e criando inúmeras soluções distintas.

Mas o melhor não é isso, confesso. O melhor é ver o sorriso grandão dessa turma quando nos envolvemos nas técnicas de dinâmica usadas no trabalho, com participação total, sem ninguém se ausentar ou “tirar o corpo fora”. Todos vão para a atividade por inteiro, tanto se divertindo quanto buscando soluções objetivas, e o resultado é um ambiente de trabalho dinamizado, com pessoas motivadas, provocadas e cada dia mais capazes. O diamante que se tira dessa situação é a consciência de que a consultoria é apenas uma ferramenta, porque a grande verdade e o grande poder residem na equipe, em cada profissional, em cada sorriso compartilhado, em cada “bom dia” proferido com sinceridade, em cada tentativa honesta de resolver conflitos e sanar relações. Fazer do ambiente de trabalho um ambiente em que os olhares são cúmplices, em que os afagos são generosos, em que as pessoas experimentam a satisfação de estarem rodeadas de cuidado, confiança e companheirismo.

Tuba e Rock 3 300

Mais uma aventura que pude aproveitar e aprender muito. Legal foi ouvir uma participante dizendo “eu achei que você não ia conseguir inventar nada nesse lugar”, pensando que eu me limitaria a uma sala e um datashow. Tivemos um sábado sensacional e a essa turma de profissionais de altíssimo quilate só posso dizer uma palavra simples, mas muito sincera: Obrigado! Estar com vocês é uma satisfação, sempre.

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Há braços!

 

Eduardo Mesquita

@eduardoinimigo – twitter

eduardo@ideiadiferente.com

Hospital Batuíra pede socorro

Em épocas onde a inFernet é atolada de hoaxes e spams falando um monte de mentiras, onde recebemos mensagens falando de crianças doentes que receberão doações de emails mandados ou córneas sendo jogadas no lixo por falta de receptores, nesses tempos em que fica difícil acreditar em mensagens que circulam na rede, eu gostaria de mostrar um grito verdadeiro e extremamente necessário. Não costumo mandar esse tipo de mensagens, mas dessa vez eu não pude me omitir como de costume, então vou divulgar para vocês que buscam – ou que podem – ajudar ao próximo. O Instituto Espírita Batuíra de Saúde Mental está necessitando urgente de carne, leite, frutas, sucos, margarina, chás, verduras, legumes e demais gêneros da cesta básica para os mais de 60 pacientes em tratamento na entidade. As doações podem ser encaminhadas diretamente para a instituição na Avenida Eurico Viana, Quadra 44, Setor Jardim Goiás.

Maiores informações pelo fone 3281 0655 ou no site www.batuira.org.br

http://www.batuira.org.br/?pag=sos – nesse link você pode ver a lista de itens que a entidade necessita com extrema urgência e alguns que não são tão urgentes, mas necessários. Nessa lista também – atualizada constantemente – podemos ver os itens que já foram doados. Para os céticos – como eu – o site apresenta também relatórios das despesas da entidade e toda a movimentação financeira (pagamentos, doações, contas a pagar, etc) para análise de quem se interessar.

O Batuíra existe desde 1949 e vem enfrentando dificuldades nos últimos anos, fica próximo ao Flamboyant Shopping Center, para quem quiser entregar as doações pessoalmente. Hoje trata-se de uma das poucas instituições de saúde mental a atender pessoas carentes no estado.

Qualquer ajuda é grande ajuda.

Há braços!

Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com