“O que aconteceria se…?”

 

E se a Microsoft fabricasse carros?

 

Esta história já corre na inFernet por tanto tempo que seria uma pena não ser verdadeira. Mas como tudo que rola na rede merece um olhar de suspeição, não a apresento como fato, mas no mínimo como uma situação “O que aconteceria se…?”.

Para quem não é leitor de histórias em quadrinhos, “uma situação o que aconteceria se…?”  não quer dizer nada, por isso melhor explicar. Houve um tempo em que as histórias em quadrinhos de super heróis, das quais sou fanático apreciador, estavam meio em baixa, com as vendas caindo e o público se afastando pela pobreza dos roteiros, mesmice das histórias e uma rotina chata afetando os quadrinhos. Então surgiu a série “O que aconteceria se…?” que apresentava roteiros amalucados e impossíveis de ser encaixados na continuidade das histórias de linha.

E aí surgiram coisas como “O que aconteceria se o martelo de Thor tivesse sido encontrado por uma mulher?”, “O que aconteceria se Shang Chi ficasse ao lado de Fu Manchu?”, “O que aconteceria se Xavier e Magneto tivessem criado os X-men juntos?”, “O que aconteceria se Tio Ben não tivesse sido assassinado?” e outras histórias alucinadas que serviram para reaquecer o mercado e as cabeças criativas da Casa das Idéias.

Pois então, essa história a seguir poderia muito bem ter surgido numa série dessas, e já adianto que se isso aí tivesse mesmo acontecido SERIA ÓTIMO. Pelo menos pela provocação. Divirta-se!

 

“Em recente feira de informática, Bill Gates assim teria comparado a indústria de computadores com a automobilística: ‘Se a GM tivesse evoluído tecnologicamente tanto quanto a indústria de computadores, estaríamos dirigindo carros que custariam 25 dólares e andariam 420 Km com um litro de gasolina.’

A GM respondeu que ‘Se a Microsoft fabricasse carros:

1.                Toda vez que repintassem as linhas das estradas, você teria que comprar um carro novo;

2.                Se o carro morresse na estrada, você teria que religá-lo (desligando o motor, tirando a chave, fechando o vidro, saindo do carro, trancando a porta, abrindo e entrando novamente… depois sentar-se no banco, abrir o vidro e ligar novamente);

3.                Numa manobra à esquerda, o carro poderia parar e falhar. Você teria que reinstalar o motor;

4.                A  Linux faria um carro em parceria com a Apple, extremamente confiável. Cinco vezes mais rápido e dez vezes mais fácil de dirigir. Mas apenas poderia rodar em 5% das estradas;

5.                Os indicadores luminosos de falta de óleo, gasolina e bateria seriam substituídos pelo aviso “FALHA GERAL OU DEFEITO GENÉRICO” (você teria que imaginar o erro!);

6.                Num acidente, o sistema de air bag perguntaria: ‘Você tem certeza de que quer usar o air bag?’;

7.                No meio de uma descida, estando ligados o ar-condicionado,o rádio e as luzes, ao pisar no freio apareceria a mensagem ‘Este carro realizou uma operação ilegal e será desligado!’;

8.                Se desligasse o carro sem antes desligar o rádio ou o pisca-alerta, antes de ligar novamente, todas as funções do carro seriam checadas durante meia hora, e você levaria uma bronca para não fazer isso novamente;

9.                A cada lançamento de carro, você teria que reaprender a dirigir e tirar nova carteira de motorista;

10.           Para desligar o carro você teria que apertar o botão ‘INICIAR’;

 

A única vantagem é que seus netos saberiam dirigir muito melhor que você!”

 

Se não for verdade, ao menos é uma ficção deliciosa.

 

 

Há braços!

 

 

Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

 

 

Gênios não trabalham sozinhos.

Você conhece esse jovem piloto aí da foto, com certeza. Se não conhece, então ontem – dia 02 de novembro de 2008 – você estava realmente desligado da sua televisão. Esse jovem piloto é Felipe Massa, brasileiro, piloto da Ferrari na Fórmula 1, que ontem conquistou o vice-campeonato mais espetacular da história do automobilismo.

Não vou me deter em explicar o que existe de espetacular em ser vice-campeão. Em um país que deplora o segundo lugar, Massa mostrou que SIM é possível não ser o primeiro lugar e ainda assim ser vitorioso. Mais informações sobre isso – e sobre alguns outros comentários que surgirão ao longo do post – procurem sites esportivos e abasteçam-se de detalhes.

Estou escrevendo hoje porque ainda estou sob o impacto das últimas duas voltas da corrida de ontem em Interlagos. Emoção como eu jamais havia visto em uma corrida, principalmente porque sempre achei automobilismo um esporte muito sem graça de se assistir e também porque passei incólume pela febre de Ayrton Senna. Sempre o achei muito bom-moço para ser um herói dos esportes, principalmente em um país que tem Nelson Piquet com sua arrogância, selvageria e agressividade, esse sim um herói digno de ser saudado, na minha opinião.

Mas o fato é que Felipe Massa ontem foi campeão por exatos 39 segundos, tempo em que o inglês Lewis Hamilton ficou em sexto lugar, até ultrapassar o alemão Timo Glock e – em quinto lugar – conquistar o campeonato de 2008. Felipe Massa foi campeão por 39 segundos!

Depois da corrida inúmeros estudiosos, críticos e palpiteiros, todos com muito mais conhecimento que eu, se lançaram ao desafio de achar um culpado para o vice-campeonato do novo piloto favorito do país. E o mais comum foi perceber que se Timo Glock tivesse segurado sua posição, Hamilton não chegaria em posição de pontuar o suficiente para ser campeão. Não existe como criticar o comportamento de Massa, já que ele conquistou o máximo de pontos possíveis na corrida, chegando em primeiro lugar, mas Glock… ah, Glock. Bobagem.

Se crucificarmos o alemão de nome de arma estaremos esquecendo um ano inteiro de esforços, derrapagens, acidentes, testes e muita competitividade por parte desses jovens pilotos, pois além dos “garotos” Massa e Hamilton, tivemos ainda o mal-citado Glock, Vettel, Kubica e outros pilotos bastante jovens nesse campeonato. Mas se crucificarmos o pobre Glock estaremos negando a grande responsável pelo vice-campeonato de Massa: a ineficiência da melhor equipe do mundo em momentos cruciais.

A Ferrari é reconhecida como a melhor equipe do mundo, com mais tradição, mais amor da torcida e mesmo assim cometeu grandes lambanças ao longo do ano, culminando com um abastecimento atrapalhado e quase criminoso que custou preciosos pontos ao nosso piloto brazuca. Um time com o que de melhor pode ser encontrado nessa área cometeu atrocidades infantis e irresponsáveis que custaram um campeonato inteiro.

Otimistas e viúvas de Senna já apontam Felipe Massa como o mais novo herói do esporte nacional, um talento inegável, agressivo, arrojado e frio o suficiente para ser um campeão inesquecível. Mesmo contando com o momento emocional de agora, não se pode negar que Massa é realmente um talento fantástico como a algum tempo não víamos nesse país tão apaixonado por automobilismo. Um esporte que mesmo contando com a paixão nacional – depois de alguns outros favoritos, verdade seja dita – não conta com grandes nomes. Talvez pelo alto custo de se participar do esporte, o que acaba limitando-o a uma maioria de filhinhos de papai sem talento nem competência e uns poucos esforçados que ocupam nossas pistas cotidianamente.

Mas enfim, o fato principal é que mesmo sendo um talento inegável, Massa não corre só. Depende de uma equipe. Uma equipe que em momentos valiosos pôs tudo a perder com erros bobos. Uma equipe de inegável talento e competência também, mas que falhou e falhando arruinou um ano de esforços. Parece familiar? Quantas vezes já vimos esforços individuais naufragarem por sabotagens brancas e incompetência das equipes que deveriam ser suporte e base? Grandes líderes, gênios, talentos, todos encobertos por burrice, ineficiência e má vontade, que infelizmente se mostram sempre mais fortes e eficazes.

Massa é vice-campeão porque a Ferrari falhou. E agora só nos restam a decepção e a esperança de um 2009 com manhãs de domingo tão animadas.

 

Há braços!

 

Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

 

 

Super-boys. Uma excelente idéia.

Essa semana na revista IstoÉ vi uma reportagem muito interessante. Empresas em São Paulo – principalmente – estão contratando um novo tipo de profissional: homens de idade acima de 60 anos. Pode parecer trivial e até comum, mas esses senhores estão sendo contratados para a função de office boy, e sendo chamados de “Super Boys” ou “Office Seniors” ou qualquer outro nome criativo que surja, isso é o que menos importa.

O valioso é notar que a idéia, além de ser altamente inclusiva para profissionais “acima da idade” que o mercado prefere, também é uma idéia de muito retorno para as empresas. Isso porque os senhores de mais de 65 anos não pegam filas nos bancos nem nos cartórios, não pagam ônibus e possuem muito mais responsabilidade e confiabilidade que um profissional inexperiente em começo de carreira. Além disso, esses profissionais assumem a função e não possuem um horizonte de eventos curto como um jovem de 18 anos. Isso porque o jovem de 18 anos normalmente usará a função de office boy como um trampolim em sua carreira, o que é bastante normal e até desejável. O profissional senior, muitas vezes já aposentado, não possui essa ambição tão aflorada – até pode ter, porque não? – e pode permanecer na função por muito mais tempo.

Claro que devem ser levadas em consideração coisas como longas caminhadas, pressa, correria, pressão e várias variáveis que não combinam com a saúde de uma pessoa da melhor idade, mas tudo isso é perfeitamente negociável e gerenciável.

O importante é perceber que uma massa de profissionais, que se encontravam sem perspectivas, agora podem se lançar numa nova carreira até com mais diversão e prazer. O ideal seria curtir a velhice em paz, estragando seus netinhos e aproveitando as mudanças de clima (eu pelo menos quero curtir minha velhice assim), mas sabemos de montes de idosos que simplesmente não param. Portanto o mercado agora se pauta por oferecer novas oportunidades.

Os pontos fortes de um profissional de mais de 65 anos de idade são sobejamente desejados pelo mercado. Agora é hora de aproveitar. Então, envelheçam.

 

Há braços!

Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

AmBev promove Brasil Master Chopp e leva vencedor para disputa na Bélgica

AmBev promove Brasil Master Chopp e leva vencedor para disputa na Bélgica

 

Campeonato selecionará os melhores tiradores de chope do Brasil e levará o vencedor para disputa mundial, na Bélgica, em outubro

 

           

A AmBev realiza na terça-feira, dia 16 de setembro, a final da terceira edição do Brasil Master Chopp, campeonato de profissionais do chope, promovido por meio da Real Academia do Chopp. A competição selecionará os melhores tiradores de chope de 22 cidades brasileiras, entre elas São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Recife e Salvador. O evento é uma das etapas do campeonato mundial da categoria, o World Draught Master, que ocorre na cidade de Leuven, na Bélgica, e tem como objetivo incentivar a cultura cervejeira.

 

O campeonato será disputado em duas categorias: Stella Artois Challenge e Chopp Brahma Master. Ao todo 53 profissionais classificados para a final brasileira serão avaliados nas categorias: Respeito ao ritual, Qualidade no serviço, Habilidade e destreza e Simpatia. O vencedor da categoria Stella Artois Challenge vai representar o Brasil no campeonato mundial da categoria, o World Draught Master, uma das principais competições de tiradores de chope do mundo, que acontece na cidade de Leuven, na Bélgica, no dia 29 de outubro. Já o primeiro lugar na categoria Chopp Brahma Master vale uma viagem para assistir ao campeonato belga. Os segundos e terceiros lugares, das duas categorias, ganham prêmios em dinheiro.

            

“O Brasil Master Chopp busca o reconhecimento dos profissionais do chope através das habilidades e a técnica do profissional além de ser o passaporte para o maior campeonato de tirador de chope do mundo, o World Draught Master. Ao promovermos esta competição, incentivamos os estabelecimentos a se preocuparem não apenas com a qualidade dos produtos mas, também, com o respeito e a forma de servi-los ao consumidor”, explica João Paulo Badaró, gerente de desenvolvimento de mercado da AmBev.

 

A participação no campeonato está aberta a todos os estabelecimentos que fazem parte da Real Academia do Chopp. Na categoria Stella Artois Challenge o profissional de chopp é avaliado pelos rituais do Chopp Stella Artois, Chopp Brahma e a cerveja Bohemia Weiss; a categoria Chopp Brahma Master avaliará os profissionais exclusivamente pelo ritual do Chopp Brahma. Em ambas as categorias, os tiradores de chope serão observados e pontuados pela execução do ritual de cada produto, qualidade no serviço prestado, habilidade e destreza.

 

A lista completa dos participantes e outras informações do campeonato podem ser conferidas no site  www.brasilmasterchopp.com.br

 

            Em 2007, Márcio de Souza, do Bar Na Mata Café (SP), foi o grande vencedor do Brasil Master Chopp – o primeiro campeonato do gênero no país – e representou o Brasil na Bélgica ficando em 9° lugar de 45 participantes. Quem também carimbou o passaporte para a Bélgica foi Rodrigo Torres, do Quiosque Chopp Brahma do Norte Shopping, em Salvador. Ao conquistar o primeiro lugar da categoria Chopp Brahma Master, Rodrigo acompanhou como espectador o torneio mundial de tiradores de chope que é realizado por lá desde 1997.

 

A disputa na Bélgica

Realizado desde 1997, o campeonato Stella Artois World Draught Master reúne, todos os anos na Bélgica, os melhores tiradores de Chopp Stella Artois dos cinco continentes. A competição conta com um júri de seis especialistas de países diferentes. O objetivo é selecionar o tirador de Chopp Stella Artois que segue todas as etapas do ritual da maneira perfeita. O campeão da disputa ganha uma viagem para o destino que escolher, em qualquer lugar do mundo. Para os segundo e terceiro lugares, o prêmio será uma viagem para qualquer lugar da Europa.

 

 

Há braços!

Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

Feira de empreendedorismo UniAnhangüera – uma idéia excelente!

 Aconteceu na semana passada, nos dias 18 e 19 de junho, a XI FEIRA DO EMPREENDEDORISMO no Centro Universitário de Goiás – UniAnhangüera. Um evento de caráter acadêmico, mas com vistas e foco no mercado de trabalho e na inovação dos profissionais envolvidos. Profissionais estes estudantes da instituição dos cursos de tecnologia e seqüências, vários deles em seu primeiro semestre de curso e que já foram colocados para enfrentar um desafio dessa magnitude.

 

Lendo talvez você não consiga perceber essa magnitude de que falo, mas a Feira é sempre um momento para acesso a planos de negócios, planos de marketing, idéias inovadoras, produtos e serviços diferenciados e gente com muita garra e vontade de crescer. Como diz meu grande amigo Augusto DiNizio, “gente com sangue nos olhos”!

 

 

 

 

 

 

 

Além dos stands dos alunos tivemos a presença de empresas do nosso mercado apresentando suas novidades, gente como a Pinauto, Jorlan, Renauto Motos, Motofor, Fujioka, Ortobom, Micos, Gentleman Segurança, TIM, HSBC, O Popular, Proeza e muitas outras.

 

Tudo isso nasce de um trabalho acadêmico desenvolvido pelos estudantes, momento em que são estimulados a desenvolver uma idéia inovadora, um produto diferente, um serviço inédito, algo que seja criativo, original e desafiador. E muitos grupos se apresentaram com galhardia nesse quesito. Alguns aqui apresentados nas fotos, mas muitos outros mostraram suas idéias e sua ousadia durante os dois dias de feira.

 

Tivemos calcinhas descartáveis com absorventes anexos, para mulheres em suas viagens ou em tratamento médico, tivemos molhos de diversos e inúmeros sabores saborosíssimos, tivemos biscuits lindos, berçários on line (curioso, não?), vasos de plantas com sistemas anti-dengue, colchões ecologicamente corretos, chinelos personalizados, barras de cereal geladas (como se fossem picolés!), pães de queijo (sabores alho, de beterraba, cenoura e espinafre); espetinhos de qualidade diferenciada, equipes de recepção diferenciadas, roupas de ginástica, sistemas integrados de segurança, delivery de calçados femininos feitos sob medida e mais várias outras idéias criativas.

 

 

 

 

 

 

 

Pude fazer o test-drive da nova Palio Adventure, o que foi como experimentar um brinquedo novo, com a sutil diferença da potência do motor do brinquedo, sua tecnologia e seu preço. Sabores aos montes, com várias comidas, aperitivos, degustações, bebidinhas, beberagens, gente curiosa e interessada e um momento único na vida desses alunos. E na minha.

 

 

Se tivesse participado de um evento dessa natureza ainda em meu tempo de estudante, certamente teria sido um profissional diferente, muito mais preparado e criativo que sou hoje. Felizes os estudantes que aproveitaram a chance, se mataram para montar seus stands e projetos, cansaram carregando móveis, caixas e detalhes para organizar seus stands, suaram para conseguir terminar o projeto a tempo e souberam aproveitar essa oportunidade. Como professor eu pude aproveitar imensamente a alegria e a satisfação dos participantes, e isso é algo valioso demais para ser esquecido.

 

Uma pena o pouco tempo de feira, mas já sugeri à organização que no próximo ano a feira tenha no mínimo três dias de duração, quiçá uma semana inteira. Poderemos levar mais gente da comunidade a participar e proporcionar experiência aos nossos “meninos e meninas”. E que seja semestral também, porque o intervalo anual entre uma e outra é muito grande para tantas oportunidades que o mercado oferece.

 

Lamento o fato de alguns alunos não terem participado. São escolhas que têm seu preço, porque o sorriso grande e os olhares brilhantes desse povo das fotos já mostra o tanto que foi um evento feliz e de realização.

 

 

 

 

 

Parabéns e felicitações para a Professora Vânia, incansável em sua luta para erguer a feira e motivar os estudantes. Uma feira que prima pela ousadia e criatividade não poderia ter uma capitã mais adequada: ousada, criativa e quase um pouco doida, Vânia Dourado é a cara da feira. Uma cara vitoriosa!

 

Agora apreciem as fotos, gente feliz, realizada e surpresa. Sim, porque muitos não acreditaram no potencial da feira inicialmente, e quando viram clientes querendo comprar seus produtos, surgindo com oportunidades de negócio (1000 pares!!! LOKI!!), perceberam de forma inequívoca sua capacidade, seu potencial a ser explorado e seu sucesso. Tenho muito orgulho de ser professor dessa “cambada” de gente brilhante!

 

Há braços!

 

Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

 

 

 

Tem de tudo nas trilhas! Outdoor Training é suor e folia.

Já falei uma vez aqui no blog da IDEA sobre a minha satisfação com alguns aspectos do meu trabalho. Sou realmente um apaixonado pelo que faço, e a cada nova atividade desenvolvida, a cada novo cliente atendido, a cada grupo vivenciado, fico ainda mais envolvido e fascinado. Sempre fui um psicólogo organizacional voltado preferencialmente para a área de Desenvolvimento & Treinamento, por afinidades com a atividade, pois ultimamente além dessas afinidades, uma série de outras situações vem estreitando ainda mais o vínculo do meu prazer com meu trabalho.

Digo isso porque desde o final do ano passado venho exercitando as habilidades de desenvolvimento profissional com algumas ferramentas fascinantes: o teatro e atividades outdoor. Sim, é isso mesmo! Na parceria vitoriosa da AGREGAR – http://www.agregarrh.com.br/ – com a IDEA, estamos praticando uma forma de treinamento vivencial que traz resultados visíveis para as equipes, sempre com muito bom humor, aventura e novidades.

Como ótimo exemplo disso tivemos o treinamento para os profissionais da TEND TUDO realizado na Reserva Ecológica Santa Branca (momento em que fizemos as fotos que ilustram esse post). Como tema da atividade usamos o mote do filme “Tropa de Elite”, obra cinematográfica mega-sucesso que conta com o ator Wagner Moura no papel do inesquecível Capitão Nascimento. Pois nesse encontro de desenvolvimento profissional eu incorporei o CAPITÃO MESQUITA (“Capitão Nascimento é uma moça!”) para orientar todo o dia inteiro de atividades.

É interessante perceber como a ludicidade do teatro gera comprometimento e envolvimento dos profissionais na atividade, todos mostraram extremo respeito pelo temível Capitão Mesquita, e todas as instruções foram seguidas à risca, sempre com reverência e cuidado com a hierarquia estabelecida. O que me proporcionou condições de lidar com um grupo de tamanho considerável (aproximadamente 80 profissionais de altíssimo nível: acelerados, rápidos de raciocínio, competitivos e inteligentes. Um desafio!) e também de me divertir enormemente.

Ainda seguindo com as técnicas teatrais (sou ator e diretor teatral desde muito tempo atrás) tínhamos a Zero-Um e a Zero-Dois, as competentíssimas psicólogas Walquíria Ferreira e Ludmila Couto, que além de exercerem os papéis de auxiliares do Capitão, eram as responsáveis por conduzir e orientar alguns dos grupos da atividade. Sem esquecer de poderosos insights oferecidos pelas duas durante a atividade.

E então vinha a atividade outdoor. Acompanhados por monitores treinados (em trekking, primeiros socorros e atendimentos de emergência) e conhecedores da mata (Marcelo e sua equipe de jovens talentos), em meio a uma mata exuberante, linda e gigantesca, estabelecemos uma série de desafios para a equipe profissional, nos valendo sempre dos conceitos do encontro para aprimoramento e crescimento dos participantes. Sempre que vamos decidir por alguma atividade num evento como esse, costumamos nos perguntar “Para quê?”, para evitar a situação patética de brincadeiras sem sentido; coisa que infelizmente é muito comum em eventos de treinamento que não são orientados por um conceito forte e decidido junto ao cliente.

E com base no conceito de uma verdadeira tropa de elite, dedicada à conquistar suas metas, essa turma de profissionais se lançou ao desafio. Valioso comentar que mesmo antes de sairmos para a trilha, mesmo antes de nos encontrarmos no dia anterior à atividade, a TEND TUDO já vivia momentos de intensa competição e vibração. Equipes alucinadas para mostrar o melhor de si faziam as paredes da empresa tremer com gritos de guerra e conspirações amalucadas, gerando muita diversão no ambiente de trabalho e aumentando ainda mais a expectativa pelo que viveriam no final de semana.

Claro que esse trabalho prévio realizado pela equipe de Recursos Humanos da organização foi um tempero fundamental para o sucesso de toda a atividade. Em meio à natureza, com desafios e novidades, com esforço físico e mental, vencendo obstáculos pessoais e dos grupos, essa turma mostrou ser extremamente integrada e bem humorada. Foi um dia de muito trabalho, mas também de muitas risadas e novas amizades. Senhora Lama, Baixinha Faminta, Sr. Peruca Azul, Senhora EU e mais um monte de personagens que se eternizaram naquele dia fazem parte agora de nosso acervo de boas memórias.

Unindo tanta coisa que amamos, juntando teatro, técnica e muito suor, combinando diversão com trabalho duro, superando antigos medos e terminando o dia com um sorriso grande no rosto. Assim foi o encontro da IDEA com a TEND TUDO. Uma equipe que se mostrou à altura do conceito e se revelou uma verdadeira tropa de elite.

Agradecimentos à Kellen, Poliana e toda a equipe de Recursos Humanos, aos diretores que participaram ativamente o dia inteiro (um dos diretores chegou ao extremo de mergulhar no rio para buscar um frasco de substância não natural – um refrescante corporal – que não deveria ser deixado ali. Grande exemplo do Abel!) e a todos os profissionais TEND TUDO que se lançaram na atividade com confiança na nossa equipe e fez assim um dia marcante para todos.

Inovação, provocação, integração, desenvolvimento, tudo feito com recursos ousados e com muita segurança. Isso é o outdoor training desenvolvido pela equipe IDEA / AGREGAR.

TEND TUDO pega um, pega geral!! E essa IDEA ainda vai pegar você!!

Há braços!

 

Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

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Vida Besta – by Galvão

Galvão é um artista que tenho o prazer de dizer que conheço. Hoje vivendo no sul e sendo publicado em dezenas de jornais pelo país, Galvão tem uma visão cínica, cáustica, mas muito objetiva do cotidiano. Quer conhecer mais um pouco desse furiozzo? Vai até www.vidabesta.com e se deleite. Merece a visita.

Dirijam com cuidado, crianças.

 

Há braços!

Eduardo Mesquita

Plástico, agora uma bactéria é sua inimiga!

 

O ser humano é pernicioso ao meio ambiente em diferentes graus. Isso todos nós sabemos. O problema é que nossa sociedade moderna é extremamente dependente do plástico e este tornou-se uma das maiores desgraças ambientais no nosso planeta.

No mundo dos dejetos plásticos um dos grandes problemas ainda sem solução são as sacolas plásticas. Essas sacolas de mercado e usadas também como sacos de lixo. Fabricadas com uma fina (tão fina que quem faz compras precisa colocar duas ou mais se for levar um refrigerante de 2l, senão arrebenta) folha de filme plástico. O problema é que as sacolas são cada vez mais usadas e assim sendo, elas vão parar em maior quantidade nos lixões, nos mares e rios. Elas praticamente não se degradam e entopem, poluem, matam sufocados os pobres animais, como as tartarugas marinhas, que confundem sacos plásticos com águas vivas, seu alimento. Uma baleia foi encontrada morta com mais de 100Kg de sacolas plásticas no estômago.

As aparentemente inocentes sacolas de mercado podem levar entre 100 a 200 anos para se decompor nos aterros sanitários. E as moléculas podem demorar até 1000 anos para se degradarem completamente. Agora imagine isso multiplicado pelas cerca de 500 bilhões destas sacolas por ano.

Foi com isto em mente que um guri chamado Daniel Burd, de apenas 16 anos, resolveu tomar uma atitude. A idéia de Burd era apenas fazer um belo projeto para a feira de ciências nacional, que seria apresentada em Ottawa, Canadá.

Com bastante sacos plásticos em casa, Burd começou moendo as sacolas até virarem um pó. Depois juntou água da torneira e fermento de pão. Ele misturou tudo isso com a terra do quintal para formar um substrato rico em nutrientes para o crescimento de bactérias diversas. Misturou bem e largou a gosma à própria sorte dentro de um recipiente a 30 graus. A cada 4 semanas o estudante removia uma amostra da mistura e colocava em uma nova mistura preparada da mesma forma, com isso aumentando a concentração de bactérias.

Passados cerca de 3 meses, Daniel Burd filtrou a cultura bacteriana e colocou em 3 frascos contendo tiras com as mesmas dimensões feitas de sacolas plásticas de mercado. Como controle ele fez um quarto frasco com a cultura fervida (bactérias mortas). Em 6 semanas, as amostras de plástico nos frascos de cultura tinham perdido 17% de sua massa enquanto a amostra de controle continuava igual.

Daniel refinou o processo com o uso de cultura em Placas de Petri. Assim, ele acabou descobrindo 4 tipos diferentes de bactérias no solo e que duas delas funcionavam para degradar o plástico. Então ele juntou apenas as duas efetivas e a eficiência do processo subiu para 32% em 6 semanas. Um aficcionado pela aula de ciências, o garoto resolveu adicionar um pouco de acetato de sódio para alimentar as bactérias. Como resultado, a 37 graus o consumo do plástico pelos micróbios subiu em eficiência para 43% em 6 semanas. Com esta taxa foi possível estimar que em pouco mais de três meses ele conseguiria que todo o plástico fosse degradado.

O objetivo de Daniel não era apenas que suas bactérias desmontassem a sacola em pequenos pedaços ou moléculas de plástico, mas sim que destruíssem o plástico completamente, do mesmo jeito que aquele processo que até agora demoraria até 1000 anos. Daniel encurtou para 3 meses.

Não satisfeito, Daniel ainda testou o método em uma escala maior, com um balde cheio de sacolas e o resultado prático foi o mesmo. Ele imagina que seguindo seu método deve ser simples reproduzir o sistema em escala industrial e com baixíssimo custo.

Foi assim que um guri de apenas 16 anos abocanhou os 30 mil dólares de prêmio mais um troféu, além do mais importante, bolsas e convites para estudos e o reconhecimento mundial por seu trabalho. Pessoalmente eu acho que 30 mil dólares para um garoto que faz isso é pouco. Acho que os milionários do mundo deviam se unir e doar dez milhões de dólares para o garoto por sua contribuição para o planeta.

A deprê é imaginar que enquanto no Canadá um guri de escola faz isso para o projeto de ciências, no Brasil um garoto da mesma idade tem só três pensamentos: Sexo, carros e futebol – não necessariamente nesta mesma ordem.

“Tudo uma questão de treinamento”

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Esse domingo aconteceu mais uma prova do campeonato mundial de Fórmula 1, o GP do Canadá. E uma cena na transmissão da Rede Globo me chamou a atenção sobremaneira.

E tudo por causa de um fato insólito acontecido em uma parada nos boxes. Um acidente estúpido envolvendo Lewins Hamilton na saída dos boxes motivou uma reviravolta incrível na corrida, gerando uma situação privilegiada para Felipe Massa, da Ferrari, que vinha de uma situação incômoda nos boxes.

Aparentemente quando tudo ia dar errado para o piloto brasileiro, um acidente bobo reverteu tudo e lhe deu a corrida de presente. Mas quando todos imaginavam que Massa ia sair em uma situação favorita para a vitória ele teve que retornar aos boxes para abastecer, o que lhe colocou em último lugar na prova.

Depois a reportagem da Globo informou que o que havia acontecido havia sido um erro no abastecimento de Felipe Massa, e erro gerado por equívocos da equipe mítica italiana. Cabe comentar que outros erros já aconteceram nesse mesmo campeonato e com a equipe que sempre foi uma referência em competência e sucesso; a Ferrari.

Mas o que me chamou a atenção foi dito pelo comentarista Luciano Burti, ao comentar o motivo do erro da Ferrari no abastecimento: “Galvão, isso tudo é uma questão de treinamento!”. Realmente, até mesmo a equipe de Fórmula 1 da Ferrari sente falta de investimento em treinamento e desenvolvimento profissional. Impressionante como existem ainda empresas que relevam a importância dessa iniciativa acreditando que apenas decisões periféricas menos importantes possam gerar resultados que somente o investimento nas pessoas pode criar.

Tudo uma questão de treinamento! A Ferrari já sabe disso, e você?

 

Há braços!

 

Eduardo Mesquita

Artista plástica de 88 anos compra briga com o prefeito de SP

Nazareth Thiollier, Artista Plástica de 88 anos, compra briga com prefeito Gilberto Kassab

A artista plástica Nazareth Thiollier, 88 anos, é uma dessas senhoras cheia de fibra que ainda tem grandes objetivos. Filha de René Thiollier, um dos mais importantes mecenas da história cultural do país, um dos financiadores e responsáveis pela Semana da Arte Moderna de 1922, Nazareth ainda acorda todos os dias, pontualmente às 6hs para trabalhar. Como convive com artistas desde a infância e por sua atividade, seu apartamento (localizado Alto de Pinheiros) é um verdadeiro museu: possui  obras originais de Tarsila do Amaral, móveis de Paris construídos no século XX e mais de 30 esculturas próprias.

Nazareth está engajada em uma das mais importantes obras da sua vida: transformar o novo parque municipal da cidade, localizado na Av. Paulista, em um marco histórico, homenageando com o nome do pai René Thiollier. O local, que era chamado de Villa Fortunata, foi onde Nazareth nasceu e presenciou o encontro dos principais artistas do país. Através de um decreto do prefeito Gilberto Kassab, o Parque recebeu o nome do ex-governador Mário Covas, ignorando a importância de René Thiollier para a capital paulista.

Desde então, a artista plástica criou um manifesto para recuperar a memória do pai pela importância dele para a  cultura paulista e brasileira.

Quer saber quem é Maria Nazareth de Carvalho Thiollier? Então veja bem, em fevereiro de 2008 completou 88 anos bem vividos. Um exemplo a ser seguido. Fala da sua idade com maior orgulho. Dedica-se à escultura figurativa desde os anos 80. E gosta muito do que faz. Sua penúltima exposição individual em 2003 abordou a releitura das mulheres pintadas por ToulouseLautrec. Esculturas fundidas em bronze que refletem a sensibilidade dessa força de mulher que tem como frase diária: “Não me entrego”.

Antes da escultura, Nazareth Thiollier, é assim que assina suas obras, pintou óleo sobre tela durante muitos anos. Basicamente décadas de 50, 60 e 70. Seu amor às artes vem desde criança. No colégio já ensaiava seus primeiros traços. Sempre desenhou muito. O segredo para chegar a essa idade de forma tão ativa e brilhante, está na receita de nunca deixar a mente ociosa. Até hoje Nazareth administra todos seus negócios junto com a eficiente secretária Kazuco Sato, com a prestativa advogada Vera Barreto Fleury e com o amigo e contador Aristeu Santos. Todos fazem parte da rotina semanal de Nazareth a mais de 30 anos.

 

Nazareth há dois anos trabalha num livro documentário sobre São Paulo. Documentação deixada por seu pai René Thiollier, falecido em 1968 com 86 anos, nascido, portanto no século 19, mais precisamente em 1882 e faz parte de uma saudosa aristocracia.

E para entender melhor, olha quem foi o pai da D. Nazareth, homem que se busca homenagear com o nome no parque citado na matéria.

Filho de Francês legítimo, René Thiollier, paulista, deu uma contribuição enorme a essa terra em que nasceu e que amou tanto. São Paulo. Como Escritor fez parte da Academia Paulista de Letras e foi secretário perpétuo. Fundador do TBC – Teatro Brasileiro de Comédia e combatente na revolução de 1932. René Thiollier teve um papel fundamental para que a Semana de Arte moderna em 1922 acontecesse. Como empresário da “Semana” foi ele que alugou o teatro Municipal. Até publicou um livro na década de 50 falando sobre a “Semana de 22”.

 

Nazareth Thiollier pretende lançar esse livro ainda esse ano. Nos diversos capítulos abordara a também a Av. Paulista que foi berço de seu nascimento. A Villa Fortunata foi à morada de seu pai por 55 anos. Um casarão da São Paulo antiga que foi o palco de muitas reuniões importantes, muitos saraus e muitos encontros literários, com personagens da historia brasileira que vale relembrar.

 

 

 

 

 

 

 

 

Você pode até estar pensando: e o que eu tenho a ver com uma senhora da aristocracia paulista ou mesmo com seu pai? Talvez por considerar a aristocracia um problema (como o poeta, talvez você pense que “a burguesia fede”), talvez por achar que o problema não te atinge afinal de contas é só mais um nome em uma cidade dado ou tirado por um político qualquer. Talvez ainda você nem soubesse qual o nome do parque na verdade, isso é bem verdade, ou talvez ainda nem saiba que parque é esse.

Mas aqui temos duas situações que merecem reflexão profunda e cuidadosa. Primeiramente uma senhora de 88 anos que compra brigas em que acredita, não somente se mantendo viva, mas se mantendo ativa e altiva. D. Nazareth é daqueles exemplos que vez por outra aparecem em telejornais e muitos consideram reportagens piegas com suas músicas melosas e seus textos pingando sentimentalismo. Mas isso acontece porque realmente não pensamos muito na nossa temporalidade e no pouco tempo que temos por aqui. Pensamos menos ainda no preço que pagamos por envelhecer (e muita gente envelhece aos vinte anos de idade. Coisa de cabeça!) e nas opções que fazemos ao longo da vida. Se de nada me servir ler essa matéria, servirá para tentar planejar o velhinho que quero ser com 129 anos de idade (fazendo planos para o meu aniversário de 150 anos!)

Mas existe outra coisa nessa matéria que chamou minha atenção: a falta de respeito dos políticos nacionais com a história e com os valores de uma comunidade. A festa que se faz com nominações em logradouros públicos em nossas cidades infelizmente nunca se vale para homenagear a história ou personagens que mesmo merecem. Não desmerecendo ou diminuindo Mário Covas, mas um povo sem história é um povo com poucos valores, ou nenhum valor. Então vem o bonitão, que até alguns atrás era um ilustre nada, e quer deixar sua marca na história alterando fatos e dados que já existiam muito antes dele emporcalhar a rua com seus outdoors e santinhos. Sabe por quê isso acontece? Porque somos inertes, moles, preguiçosos. Elegemos essa súcia e nunca mais nos preocupamos com nenhuma das inúmeras bandalheiras que eles cometem nesse país dia após dia, mês após mês, rindo de nossas caras e posando de importantes e beneméritos.

E aí vemos dossiês que não existem, funcionários que são afastados por criar os dossiês que não existem (?), sogras passeando em aviões bancados com dinheiro público, rodovias que são refeitas para atender interesses particulares e espúrios e à tudo isso permanecemos calados.

D. Nazareth, que não tenho a honra de conhecer pessoalmente, serve de bandeira e de inspiração para não ficarmos calados, não aceitarmos quietos e não deixarmos nossa história, nossos valores e nossos mais preciosos momentos serem vilipendiados e roubados em plena luz do dia.

D. Nazareth tem o meu mais tímido, humilde e sincero apoio, e se cada um que passar por aqui concordar com isso, poste um comentário, solte sua ira, expresse sua insatisfação. Podemos ser poucos, mas ainda somos.

 

Há braços!

 

Eduardo Mesquita