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Category ArchiveCarreira & Educação

Que profissional você quer ser? – Aula 1

Vamos compartilhar com você uma série de vídeos feitos em um webinario do professor Eduardo Mesquita. Nessas aulas ele vai discutir sobre as novidades do mercado de trabalho, as novas exigências profissionais e apresentar ferramentas e técnicas para maior desempenho e melhores resultados. Confere o vídeo, essa é a primeira parte. Aproveita e se inscreve em nosso canal! Estamos começando agora, mas já começamos em alto nível!!

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Jordão diz “O que os clientes querem”. Você sabe?

Conhece o Ricardo Jordão? Esse é o sujeito que fala de vendas na internet e mexe o mundo, faz chover e muita gente ganhar dinheiro. Com clientes satisfeitos! Jordão é nosso parceiro, porque temos orgulho de trabalhar com gente que gera resultado, gente que acredita, gente que vai pra cima e faz acontecer.

Confere essa mensagem do Jordão onde ele te ensina O QUE OS CLIENTES QUEREM, afinal de contas. Ele tem esse jeitão amalucado de falar, mas a mensagem é puro ouro!

Se o vídeo não abrir aí acima, clica AQUI e confere o vídeo.

Seu sonho pode se tornar a sua carreira

“Comecei na oitava série, hoje chamado nono ano. Era uma prova e a professora deu a opção de fazermos uma peça teatral. Eu comecei a discutir textos, cenários, ensaios e achei tudo muito divertido. A sensação de estar em um palco e ver a reação das pessoas era algo mágico e empolgante. Viciante, eu digo até hoje. E depois disso eu continuei me envolvendo em peças teatrais, performances, participei de grupos universitários, além de ator, me tornei diretor e produtor teatral, e até mesmo autor. Escrevi várias peças. Mas teatro não dava dinheiro, era uma área de atuação vista como algo para sonhadores ou maconheiros. Arte?

Eu somei então essa minha paixão com as minhas experiências profissionais de sala de aula. Eu já era professor de inglês desde os 13 anos de idade, mas sabia que minha carreira como professor tinha um problema, que era semelhante ao problema da carreira artística: paga muito mal.

E fui fazer outras coisas, trabalhar em banco, ser executivo, trabalhei em multinacionais, conheci e aprendi muito, mas sempre tentando associar meu encanto pelo palco, pela arte. O salto aconteceu quando eu finalmente pude juntar o que eu amava com uma profissão, digamos, séria. Comecei a trabalhar com treinamentos corporativos, empresariais, e isso me levou a ser palestrante. Hoje sou palestrante. E minhas palestras são divertidas, as pessoas riem muito, se divertem e aprendem. Eu consigo associar a intensa sensação de estar em um palco vendo a reação das pessoas, com a mágica responsabilidade de causar um impacto na vida dessas pessoas. Eu sou feliz.”

Esse depoimento é do nosso mentor, Professor Eduardo Mesquita (o sujeito estiloso da foto). Ele viveu tempos em que a arte não remunerava bem, e que os caminhos eram poucos, mas ele ainda assim conseguiu encontrar um caminho de rentabilidade e felicidade.

Hoje temos um mercado muito maior, muito mais amplo e que vê as habilidades artísticas como algo muito além de um dom. Vê como uma grande geradora de recursos e resultados. O desenho é uma dessas formas artísticas que não tinha seu devido reconhecimento antes, mas hoje as produtoras, empresas de publicidade e comunicação, grandes corporações e seus setores de endomarketing e qualquer empresa que entenda que vivemos um mundo de imagens, sabe valorizar uma pessoa com a capacidade e a habilidade de desenhar.

Não precisa ser uma paixão que fica em uma gaveta escondida e antiga, uma saudade ardendo no peito. Deve e tem que ser real! Mesmo para quem ainda não considera que saiba desenhar. O Thiago Spyked, nosso parceiro, criou um curso de desenho, com técnicas, dicas e muita prática, que permite a qualquer pessoa se tornar um desenhista, um cartunista, um artista.

Clica aqui –  www.bit.ly/vocevaiaprenderadesenhar – para você ter mais informações e conseguir seguir seu caminho. Hoje pode ser um sonho, mas daqui a pouco pode se tornar a sua carreira.

TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) faz surgir empresa disruptiva!

Ana Paula Naccarato, 24 anos, em 2017 fez o seu TCC do curso de Design de Produto na FAAP – Fundação Armando Álvares Penteado, em São Paulo com o nome de “Recoffee: a reutilização da borra de café sob a perspectiva do design”, e o que normalmente é só motivo de angústia e sofrimento para o aluno de cursos superiores se tornou uma empresa inovadora, ousada e extremamente bem sucedida.

Hoje a Recofffee Design, em Ribeirão Preto (SP) recicla a borra de café e a transforma em acessórios e objetos de decoração, como brinco, colar, relógio de parede, bandeja e luminária.

Confere essa história aqui – https://economia.uol.com.br/empreendedorismo/noticias/redacao/2018/10/25/recoffee-design-reutilizacao-borra-do-cafe-objetos-decoracao.htm

E o seu TCC? Se você é estudante de curso superior já deve estar vivenciando a aproximação do momento de produzir o seu TCC, que é – na nossa opinião – o momento maior de uma carreira universitária. Antes de ser apenas angústia, sofrimento e noites mal dormidas, o TCC é o símbolo de toda a jornada estudantil, sendo então fruto de vitórias e conquistas.

Não precisa ser sofrimento. Pensando nisso nós encontramos uma ideia diferente para te apresentar: o Monografis 3.0, orientador de TCC (www.bit.ly/produzaseutcc).

Ele é sensacional! Uma plataforma que te acompanha e auxilia na produção do seu TCC, totalmente à prova de plágio (para você não correr riscos éticos), seguindo todas as normas ABNT (para você não se preocupar com estes detalhes tão importantes) e com um roteiro estruturado em blocos, o que facilita a produção de seu TCC.

Afinal de contas o que realmente importa é a qualidade do seu trabalho final, mostrando todas as conquistas da sua jornada. Ele já existe no mercado há bastante tempo tendo produzido TCC´s aprovados nas maiores e melhores instituições do país.

Pense, ter uma orientação 24 horas disponibilizada para seu trabalho acadêmico? Com direito a participação em grupos de facebook e whatsapp direcionados ao seu interesse: fazer um grande TCC e ter reconhecimento por parte da banca, amigos e familiares!

Vai até www.bit.ly/produzaseutcc para ver o vídeo de apresentação e as condições para adquirir essa plataforma sensacional! Foi totalmente desenvolvida por professores participantes de bancas, o que mostra o nível de preocupação e seriedade da plataforma.

Com mais de 20.000 alunos aprovados que usaram o Monografis, você pode ver dezenas de depoimentos e testemunhos de pessoas encantadas com os resultados.

E depois do seu TCC aprovado, você ainda pode fazer como a Ana Paula e dar início à sua empresa muito bem sucedida!

 

Essa é uma ideia diferente!

Competição saudável ajuda carreira

Matéria no jornal O Popular (Goiânia – GO), o entrevistado é Eduardo Mesquita.

Iniciativa é vista como oportunidade para o crescimento coletivo ou individual dos profissionais dentro da empresa

Karina Ribeiro – 10/06/13

10 dicas para um ambiente construtivo

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Com o mercado de trabalho cada vez mais concorrido, criar um ambiente no qual exista uma competição construtiva entre os funcionários é uma prática comum em muitas empresas. Embora essa situação cause arrepios em muitos profissionais, a competitividade pode ser vista como uma oportunidade para desenvolvimento tanto coletivo quanto individualmente.

Do outro lado da bancada, a empresa precisa saber definir metas e regras claras para conseguir atingir seus objetivos e, sobretudo, “enxergar” o profissional que melhor se enquadre com os propósitos da empresa.

Para o psicólogo e palestrante, Eduardo Mesquita, o ponto chave para que a competição seja um ponto favorável para ambas as partes é conseguir casar o perfil da empresa com o perfil do profissional. Neste ponto, vale lembrar que é primordial que o profissional “estude” a empresa na qual pretende trabalhar para que não haja frustração.

“Têm empresas que conseguem imprimir uma competição durante os sete dias da semana e, em outras, essa atitude não vai ser adequada. E isso depende tanto da empresa quanto dos profissionais contratados”, avalia.

A empresa precisa estabelecer pontos de controle ao ponto de existirem regras bem definidas, que, de comum acordo, podem inibir disputas nocivas dentro do ambiente corporativo. Quando os critérios não são claros, os profissionais competitivos demais podem enxergar uma oportunidade para tentar desestabilizar e, assim, prejudicar colegas de trabalho considerados ameaçadores. É relativamente comum nesses ambientes o famoso “puxador de tapete”. Caso seja uma vítima desse tipo de profissional, existem, pelo menos, duas saídas apresentadas para sair dessa cilada: buscar um feedback com maior frequência sobre o seu trabalho e aumentar a comunicação com seu superior e com seus colegas.

ALINHANDO OS PAPÉIS

Segundo Eduardo Mesquita, um ambiente de competição agressiva não exclui o trabalho em equipe. Ele explica que o profissional deve saber desempenhar esses papéis nos momentos adequados. “Ele pode ser funcionário agressivo mas também precisa saber o momento certo para desempenhar um trabalho em equipe. É como nós que desempenhamos diferentes papéis no nosso dia a dia. Somos pais, filhos, profissionais, entre outros”, afirma.

Embora pareça trivial, Eduardo salienta que encontrar um profissional que se enquadre nessas características não é fácil. Por isso, diz, as empresas precisam investir em capacitação e desenvolver valores de equipe. “Já existem muitas empresas fazendo isso”, afirma.

Falar em público – o que fazer?

Tornou-se clichê o comentário (que uso frequentemente em treinamentos e cursos) de que uma pesquisa dos anos 80 nos Estados Unidos apontou a morte como o segundo maior medo na vida dos norte americanos em geral; sendo que falar em público é o primeiro maior medo desses mesmos sujeitos.

Trabalho com treinamentos, palestras, aulas e cursos a muito tempo e sempre vejo a dificuldade dos profissionais em se levantar em meio a um grupo e manifestar suas ideias de forma coerente e estruturada. Se pensarmos numa apresentação coerente, estruturada e também apaixonada, cativante, envolvente e empolgante aí estamos na seara do deserto das intenções, onde realmente muitos pretendem chegar, mas poucos se atrevem a tentar. Ainda é prática usual se esconder atrás das principais dificuldades para justificar a ausência da sua voz em meio a grupos e plateias maiores que a pessoa amada ou dois amigos na mesa de bar.

Isso se mostra desde muito cedo na carreira, ainda em ambientes escolares/universitários quando encontramos pessoas que se prestam a fazer os trabalhos, digitar, pagar as encadernações, servir suco para a banca, lavar os carros do estacionamento… qualquer coisa desde que possa ficar livre da apresentação. Isso no ambiente acadêmico, onde todos se encontram para aprender! E o processo do aprendizado inclui tentativa e erro, ao menos em seu nascedouro.

O mercado cobra caro por essa iniciativa de fuga, porque dificilmente vamos ter cargos muitíssimo bem remunerados para quem digita trabalhos, serve suco ou lava carros. Mas o mercado paga muito bem às pessoas que conseguem apresentar suas ideias, argumentar com os presentes, convencer as pessoas e conduzir o mundo no rumo das suas convicções. O mercado gosta de gente que sabe se expressar e isso se reflete em visibilidade, negócios, resultados e uma vida mais tranquila com o passar do tempo.

O medo existe? Naturalmente, e é bom que exista. O medo nos impede de cometer muitas asnices ao longo da vida, e nos mantém vivos e íntegros com o passar do tempo, nos permitindo uma velhice com conquistas, realizações e alguns arrependimentos. Mas deixar o medo dominar nossas ações é inverter essa velhice, tendo então montes de arrependimentos e algumas conquistas. Aceitar o medo, viver o medo e então aprender a lidar com ele são os passos mais adequados aos que buscam destaque num mercado cada vez mais agressivo, competitivo e algumas vezes desleal. Num mercado em que existe – SIM – sorte, momento certo, oportunidade e apadrinhamento. Mas que ainda assim é um mercado que aprecia preparo, conhecimento, competência e arrojo.

Você tem medo de falar em público? Bem vindo à maioria da raça humana. Agora saia da massa ignara e seja parte daqueles que, apesar do medo, tentam fazer algo com relação a isso. E quando você estiver magnetizando uma plateia com suas palavras e seus olhares, vai se lembrar de um dia em que no auge do desespero e da taquicardia, você teve a insensatez de se oferecer para digitar o trabalho ao invés de brilhar e colher conquistas.

Há braços!

Eduardo Mesquita

 

P.S. – caso você queira mesmo sair dessa multidão de gente que some e não fala nada, no dia 24 de novembro teremos um curso de Comunicação de Impacto (Oratória e Resultados!) em Goiânia com o professor Eduardo Mesquita. Se interessou? Quer mais detalhes? Cansou de fugir e ficar com medo de falar para um grupo? Clica em EU QUERO FALAR EM PÚBLICO para ver mais detalhes do curso e fazer a sua inscrição. A turma é reduzida, então faz logo a sua inscrição. Em Goiânia e presencial!!!