Quem vai liderar a gente?

A melhor coisa do mercado são as pessoas. Isso não é discurso ou mito de psicólogo, é um fato. São as pessoas que fazem isso tudo ser divertido, principalmente quando são pessoas de alto nível e que se preocupam em contribuir e fazer crescer. Tenho a felicidade de ter pessoas desse quilate por perto, como clientes ou parceiros, e a Tays Almeida é assim. Profissional que trabalha com iniciativas de educação e capacitação, ela faz parte do Sistema Cooperativista e é uma figura que já me orientou bastante, além de ser extremamente bem humorada e gentil. Essa semana ela me presenteou de novo, agora com um texto sensacional. Mesmo ela achando o texto um tanto “ríspido”, eu apreciei bastante e talvez tenha apreciado ainda mais porque o texto do Ricardo Jordão é cru, direto e agressivo o tanto necessário. Apreciei o suficiente para dividir com meus leitores. O texto vai abaixo, e para Tays; HÁ BRAÇOS!

Gratíssimo Tays, pela lembrança e pela generosidade.

Divirtam-se!

 

Quem vai liderar a gente?

Você não tem uma alma. Você é uma alma. O que você tem é um corpo. 

Querida(o) Amiga(o),

Semanas atrás a Endeavor realizou um evento em São Paulo cheio de figurões do mundo dos negócios. Foi a coisa mais chata do mundo!

O evento da Endeavor reuniu o presidente da CPFL para falar sobre governança corporativa – em termos de embromation só perde para uma sessão de 15 minutos do filme “Xuxa e a Feiurinha” – ; o presidente do Banco Itaú para falar sobre empreendedorismo – jogaram o coitado no lugar errado – , o presidente do Milbank para falar sobre financiamento do crescimento – banco falando sobre financiamento do empreendedorismo? – , e o Sardenberg para moderar um painel sobre riscos e oportunidades no Brasil, entre outras chatices.

Até o horário do almoço ganhou um nome corporativo de doer no fundo da alma: “brunch de relacionamento”  – nem durante o almoço a turma tirou a máscara corporativa.  Engoliram o sapo. 

O evento foi todo gravado, e você pode assistir quando quiser no web site da Endeavor. (Recomendo que você assista as palestras como sonífero). 

Mas nem tudo foi chato. Teve coisa boa. 

Apesar de todo o conhecimento, bagagem e barrigas que estiveram presentes em cima do palco durante todo o dia do evento, quem roubou a cena mesmo foi o Wellington Nogueira, “CEO” da ONG Doutores da Alegria.

Nogueira subiu no palco no final do evento, e destruiu as engrenagens da máquina corporativa ao soltar um comentário aparentemente “simplório” e inofensivo, “Hoje eu pude perceber que todos estão preocupados em como “reter talentos”, mas para mim esse tipo de necessidade é uma coisa muito esquisita; oras, se o cara que trabalha para mim é talentoso, se o cara é bom, por que temos que “reter o seu talento”? Não tem como reter o talento de uma pessoa criativa. Não tem como reter o talento de um palhaço. Inclusive, quando tentei reter o talento dos meus palhaços adicionando plano de carreira e outras filosofias do mundo corporativo, os meus palhaços perderam o tesão de fazer as coisas de maneira diferente e crescer.” 

Pela manhã, Beto Sicupira, mega blaster empreendedor brasileiro dono das lojas Americanas, Ambev, entre outras, soltou uma máxima que aparentemente passou desapercebida pela “galera” que assistia ao evento, mas me tocou no fundo da alma.  

Mario Chady, do Grupo Umbria, perguntou a Sicupira, “Agora que você comprou a Burger King, você vai aprender a comer hambúrguer?” 

Sicupira respondeu, “Tô fora. Eu posso até aprender a fazer hambúrguer, mas comer hambúrguer eu não vou.”

Foda. (Desculpe o meu francês).  Que lixo de exemplo que esse cara deu. 

A turma do Sicupira vende agora todo tipo de droga: bala, chocolate, chiclete, salgadinho, cerveja, refrigerante e hambúrguer; e a galera do fundão ama muito tudo isso, então, bóra comprar McLanche Feliz para ganhar bonequinho de plástico, e depois vamos assistir filme “dubrado” no cinemark porque não temos saco para ler legenda de filme americano. 

Sei lá, entende, parafraseando Steve Jobs, “Você quer vender água com açúcar pelo resto da sua vida ou você quer mudar o mundo?”, argumento usado por Steve Jobs para convencer John Sculley a trocar a presidência da Pepsi para se tornar CEO da Apple em 1983. 

Quem vai liderar a gente?
Em breve, todos seremos líderes potenciais.  

É aquela velha história, quem deveria liderar o solo de guitarra em uma banda de rock? O guitarrista solo, é claro. Quem deveria liderar a segurança da rede da sua empresa? O especialista em segurança, e não o gerente boçal que mal e porcamente entende de relações interpessoais, e está mais preocupado com a quantidade de papel usado na impressora da rede do que se o trabalho foi feito ou não. Curiosamente, no ambiente em que tudo se mede, aquele que mastiga planilhas é o último a saber do que realmente está acontecendo.

Que saco essa moda da gestão de emoções. Os “Coachs de RH” conseguiram levar os líderes na conversa. Piada. Hoje, os “líderes” não entendem tecnicamente bulhufas de nada, e por conta disso atrasam a implementação de qualquer novidade. O que antes levava 3 meses, hoje leva 1 ano. O que antes era decidido por dois caras, hoje temos que chamar 23 cidadãos para chegar a um consenso sobre o azul da embalagem. Até o padre da paróquia é chamado para atestar se o azul está dentro dos conformes celestiais. Na era da velocidade, estamos mais lentos do que nunca.  

É mais fácil você criar a sua própria planilha de controle de alguma coisa, do que esperar o gerente – que nem sabe mexer em uma planilha – criar uma. 

Quem vai liderar a gente?
O cara que vende hambúrguer mas não come hambúrguer!
Argh, Apertem os cintos, o piloto sumiu!
Quem vai liderar a gente?
Aqueles – eu espero – que lideram pelo exemplo de serem empreendedores. 

A coisa mais fascinante no Steve Jobs – eu tenho que citar o cara de novo porque ele é peça rara nesse sentido – é o fato dele se colocar como vendedor oficial dos produtos da Apple há mais de 20 anos. O cara é trilionário, tem milhares de funcionários em todo o mundo, centenas de marketeiros, diferentes agências de propaganda e eventos por todos os cantos, e ainda assim, trimestralmente, o cara dá a cara para bater, sobe no palco, e ele mesmo apresenta os produtos que a Apple está lançando no mercado. Quer dizer, se o produto for um fracasso, ele dança, se o produto for um sucesso, ele seta o exemplo de empreendedorismo para todos os outros funcionários. 

Por outro lado, eu sempre vejo o presidente da Nestlé no Programa do Amaury Junior dando entrevistas sobre gado, baladas etc, mas eu nunca vi o cara a frente do evento de lançamento da nova embalagem do Leite Moça. Ok, o cara tem um monte de vaca para cuidar, não tem tempo para perder com venda de produto, lançamento de novidades etc, isso é coisa de peão, trabalho mundano para o Steve Jobs fazer, ou a assessoria de imprensa da Nestlé, isso não é trabalho para presidente de multinacional.

Para mim o líder é a extensão da marca da empresa. Se o chefe gosta de vaca, de uma maneira ou de outra, todos os diretores estarão envolvidos com o assunto. Se o líder é vendedor, de uma maneira ou de outra, todos os seus apóstolos estarão envolvidos com vendas. Seja para puxar o saco, ou porque acredita, é assim que as coisas são, ladeira abaixo, até chegar na recepcionista e na tia do cafezinho. 

Quem vai liderar a gente?

Aqueles que são capazes de criar estruturas que não precisam da sua presença para prosperar. 

Nós vivemos em uma sociedade feita para quebrar. Tudo aqui é temporário. Hoje, durante o HSM Management, um palestrante imbecil falou sobre a importância de planejar o que queremos ser em 2035. Em 2035, 95% das empresas presentes ali não vão mais existir. 85% dos produtos feitos no mundo vão para o lixo em 90 dias. A embalagem do suco de laranja que você jogou no lixo hoje, foi feita 25 dias atrás. O papel que embrulha o bombom Sonho de Valsa que você detonou há pouco, foi impresso pela gráfica 15 dias atrás. Até os produtos da Apple são feitos para durar no máximo 3 ou 4 anos. 

É o preço que pagamos para sermos modernos. Temos que nos reinventar a todo tempo, e continuar avançando, com novas maneiras de fazer as coisas.  O “pobrema” é que se não tomar cuidado, você não deixará legado algum para as futuras gerações. O apartamento que você vai passar a vida pagando, será demolido 20 anos depois de você terminar de pagar. Se bobear, você passará pela Terra sem causar qualquer impacto, sem deixar a sua marca. 

Eu não nasci para ser uma peça da engrenagem de fazer dinheiro. De fato, eu não tenho respeito algum por líderes que pensam apenas em fazer dinheiro ou aparecer bem na fita. Eu nasci para fazer a diferença, deixar um legado, criar um cenário onde as pessoas se sintam “seguras” para levar suas vidas, educarem seus filhos, e mudar o mundo. 

Os romanos, por exemplo, foram um povo ultra avançado. Quando o Império Romano foi para o saco, tudo se perdeu. Os historiadores dizem que estamos 1.500 anos atrasados por conta da ignorância dos conquistadores de Roma que não quiseram compreender aquilo que não entendiam, e destruíram tudo. 

Hoje, você tem uma oportunidade sem precedentes na história da humanidade para deixar um legado da sua inteligência e experiência para as futuras gerações continuarem a construir um mundo melhor para o máximo possível de pessoas. 

A promoção contínua dessas experiências diversificadas levará a criação de um mundo que aceita todos os tipos de diferenças. A segurança, a prosperidade e a evolução do ser humano depende do seu envolvimento pessoal nessas iniciativas. 

Esse é parte do exemplo de liderança que você deve deixar nesse mundo; esse é o exemplo de líder que eu quero seguir. 

NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA!

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

Ricardo Jordão Magalhães

Só os fortes sobrevivem – AmBev faz isso conosco.

Trekking

Só os fortes sobrevivem!

 

Foi esse o tema do último encontro que tivemos com os profissionais da AmBev, agora no final de abril, dias 23 e 24 no Salto do Corumbá, aqui no estado de Goiás. Mais uma vez teríamos a oportunidade de desenvolver uma atividade com essa equipe que sempre nos surpreende e exige cada vez mais da nossa equipe – IDEA / Agregar / Casa do Walker.

E isso independentemente de qual unidade estamos atendendo, porque já atendemos a várias unidades da AmBev, e sempre temos um perfil de profissionais brutalmente motivados, incansáveis, que não aceitam perder e que se lançam em qualquer maluquice que a gente propõe com um sorriso no rosto e a vontade de terminar. É alucinante trabalhar com esse perfil de profissionais, porque tudo precisa ser feito de forma muito mais intensa.

As atividades propostas precisam ser mais desafiadoras, as condições do trabalho precisam ser mais no limite e as regras de segurança precisam ser muito maiores, porque se deixar os malucos acabam se matando para alcançar o resultado. Não duvide disso.

Trekking 2Pois dessa vez fomos chamados pela Miriam, a responsável por Gente e Gestão da unidade de Goiânia para um trabalho que pudesse superar tudo que já foi feito. Outro parêntese diz respeito ao final das atividades. Sempre nos propomos a superar os obstáculos que a equipe possa enfrentar no dia a dia, mas com o povo da AmBev sempre que terminávamos as atividades víamos aquela carinha de “E agora?”, como se não tivesse sido suficiente ou como se eles pudessem ir muito mais além.

Dessa vez fomos liberados para criar o que quiséssemos para a atividade, e inclusive fomos desafiados a superar a última atividade. Na última vez fizemos tirolesa, trilha de orientação e atividades de solo. Então dessa vez precisaríamos superar? Se tem uma coisa que nos orgulhamos muito é da nossa fama de malucos. Responsáveis, com regras de segurança, mas malucos. Seria a nossa hora?

Olhei nos olhos da Miriam e perguntei: “Podemos fazer o que a gente quiser?”. E ela com um sorriso malévolo concordou e nos liberou. A senha estava dada, os portais do paraíso seriam trancados por dois dias.

Nos reunimos exaustivas vezes para delinear uma atividade que pudesse ir além de tudo que já havíamos feito com essa turma, mesmo sabendo que muitos estavam nos encontrando pela primeira vez. As notícias corriam rápido e mesmo os que não haviam participado de outras atividades já nos conheciam de “ouvir dizer”. Criamos inúmeros cenários de atividades, pesquisamos riscos e situações limítrofes para enfrentar da forma mais sensata e desafiadora possível. Limamos uma série de sugestões por acreditar que seriam fáceis para aquela galera, algumas outras reservamos para um futuro próximo, e ao final conseguimos criar um roteiro de atividades que seria desafiador, instigante, surpreendente e difícil, muito difícil.

A reunião de deliberação final contou com a participação da Maria Célia e do Fernando, pela Agregar (detentora do contrato), Kiko, Ana, Leo e Lucas pela Casa do Walker e eu pela IDEA. Ali já vimos o tanto que teríamos que superar, porque as atividades não seriam difíceis apenas para os Ambévicos, mas também para nossa equipe, que estaria participando de tudo.

Nos reunimos com a equipe AmBev no hotel do Salto em uma reunião noturna. Mal sabiam eles que sairíamos para a trilha de orientação ainda de madrugada, e assim foram acordados com a noite alta ainda e um frio inesquecível. Alguns festeiros haviam acabado de deitar quando chutamos suas portas e tocamos nossas cornetas e sirenes.

Trekking 3

Na trilha de orientação já tivemos o gostinho do dia que teríamos pela frente. De madrugada, escuro, muito escuro, frio, bastante frio e numa trilha com apenas duas lanternas por equipe, uma bússola e uma planilha. Subindo e descendo serra para conseguir encontrar o rumo. Algumas equipes já se encontravam completamente perdidas ainda nos primeiros prismas e marcadores.

Depois disso nos dividimos e a minha equipe, junto à equipe do Léo e a do Lucas fomos para o rafting. Kiko e Ana fariam outras atividades enquanto iríamos enfrentar três horas de descida de rio, com muitos remansos e remadas. Eu temia o frio, mas o equipamento proporcionado contava com uma espécie de agasalho de lona que nos mantinha bastante aquecidos.

 

Trekking 1A descida do rio, além de fisicamente desafiadora, ainda contou com uma disputa acirrada em grande parte do trajeto. Algumas quedas d’água, uma queda desastrada (e logo comigo!), um machucado e ao final tínhamos descoberto músculos no corpo que nem sabíamos que existiam. A dor era uma parceira nas últimas curvas do rio, e uma parceira bem presente, alguns dos nossos colegas realmente “arriaram” nesse momento.

Ao final da descida ainda tivemos um momento para curtir o rafting, fazendo um surf por uma queda d’água e nos divertindo muito. Depois ainda teríamos a Auto-trilha, momento em que a equipe tinha muito pouco tempo para encontrar sua bandeira escondida em meio ao cerrado, com uma planilha feita por um dos integrantes da equipe. Depois disso fomos para a trilha de obstáculos e as pessoas precisaram se jogar nos braços dos outros, andar sob e sobre cordas, se arrastar no chão poeirento e enlameado, pular e passar por cima de obstáculos, se pendurar em abismos, atravessar o rio a pé e quando achavam que tudo havia acabado ainda foi preciso encarar uma escalada de vinte metros cachoeira acima. Parece muito? Pode ter certeza, foi.

Rafting 2Lembrar que durante a trilha de madrugada uma equipe precisou voltar ao marco zero para se organizar, e não conseguiu se organizar. Uma outra equipe quase desceu uma pirambeira rumo à garganta da cachoeira, feito que inevitavelmente mataria a metade da equipe e aleijaria a outra metade. Lembrar de gente que saiu sangrando de atividades que pareciam simples. Outras que tentaram desistir, mas ao perceber o risco de perda de pontos para a equipe inteira, se dedicavam ao esforço. Lembrar de um prêmio da natureza que foi a cachoeira da Gruta, ao final da trilha de obstáculos, um lugar de enorme beleza, com águas cristalinas e geladíssimas onde alguns colegas mergulharam e se divertiram como crianças. Lembrar que ao final da atividade a equipe dos novatos foi a vencedora do desafio. Lembrar de tanta coisa sensacional que foi essa atividade.

Rafting 1

Mas lembrar o principal para nossa equipe: as feições cansadas, exaustas e satisfeitas dos participantes da atividade. Conseguimos levar os caras ao limite realmente. E isso vale ouro. Os comentários ao final nos mostraram que mais que cansados, muitos estavam realizados com tudo que haviam feito, alguns ainda não acreditavam que passaram por quase 14 horas de atividade ininterrupta, e ali estavam cansados, suados, extenuados, mas com a sensação de serem vitoriosos.

Ao final pudemos comprovar que o tema era o mais acertado, porque no mercado em que atuamos só os fortes sobrevivem realmente, e aquele dia foi o dia para comprovar do que são feitas as nossas equipes.

 Trekking 4

Mais uma atividade que nos deu muito prazer em realizar. Grato AmBev!

 

 

 

 

 

Há braços!

Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

Twitter – @eduardoinimigo

Parceria – vivida na prática.

logo_siaIDEA_logomarcaVivemos uma época de muitos conceitos. Palavras fortes e chavões que carregam muita informação, mas também muito da banalidade tão natural aos clichês.

Por isso sempre é uma ocasião muito especial quando podemos vivenciar um desses conceitos de forma prática e efetiva, sem sofisticações desnecessárias que apenas servem para nublar a percepção. Falo de experimentar na realidade algo que sempre ouvimos, vemos, falamos, mas que corre o risco de se tornar um conceito vago, teórico e empulhado feito para embromar.

Estou falando de “PARCERIA”. Um termo muito na moda, mas que nem sempre é tratado com a autenticidade e respeito que merece. Vemos por aí parcerias em que o interesse predomina, em que os olhares são falsos, as palavras não se sustentam e as intenções nunca são expressas. Vemos parcerias em que a exploração é o tema central e que cada um envolvido ainda se pega na prática da velha e desossada “Lei de Gérson” (maldita hora que ele aceitou fazer esse comercial de cigarro em 1974).

Sia IDEAA IDEA tem uma parceria com a SIA Consultoria (www.sia.net.br) há quase um ano. E nesse período muitas constatações foram alcançadas, brigas foram travadas, dúvidas foram sanadas e tudo isso nos preparou para esse momento vivido agora no início de 2010. Sim, porque parcerias – assim como bons vinhos – precisam de tempo para maturar, aprimorar suas qualidades e minorar suas pequenas falhas. Nesse tempo de convivência e de muito trabalho a IDEA se tornou a parceira estratégica para a gestão da SIA, iniciando sua participação nas atividades de RH até se envolver gradativamente com a gestão da organização de forma mais ampla e envolvente.

E agora isso tudo foi coroado com o Seminário SIA – I Workshop Armazenagem realizado em Rio Verde, no dia 08 de janeiro no Hotel Gelps. Além de ter participado com a realização de uma palestra, pude estar junto com a equipe SIA durante todo o tempo do evento, acompanhando as decisões, aprendendo com suas iniciativas ousadas e vendo que a postura da SIA realmente é agressiva, pró-ativa e sincera quando se refere aos parceiros. Isso porque além da IDEA, também a TRON pôde participar do evento, apresentando suas soluções contábeis, realizando sorteios e oferecendo orientações para todos os interessados presentes no evento.

Foi uma aula prática de como se viver esse conceito – parceria – e com certeza é algo que fez da IDEA uma empresa melhor.

 Sia Idea 6

Nós, da IDEA, temos muito orgulho de poder ser parceiros de uma organização tão arrojada, jovem e vibrante como a SIA. Que muitos anos e eventos ainda venham! O futuro se revela bastante interessante!

 

 

Há braços!

 

Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

 

Olha o sorriso desse povo!

Tuba e Rock 3 285

E pensar que a palavra “trabalho” vem do latim antigo “tripallium” (ou “tripalium”) que era um instrumento originalmente usado para esfarrapar e desfiar espigas de milho e trigo, que depois passou a ser gentilmente usado para esfarrapar e desfiar pessoas, numa atividade hoje conhecida como tortura. Daí que quem denominou o trabalho realmente não estava se divertindo tanto assim com a atividade, certo?

Tuba e Rock 3 316

Uma pena essa etimologia da palavra. Mas não lamento tanto porque convivo com gente que prova que essa história toda caiu em desuso e foi ridicularizada, cada vez mais em momentos como os vividos no sábado último, dia 14 de novembro. Estive realizando o segundo e terceiro momento de um treinamento com a equipe da SICOOB ENGECRED (Cooperativa de Crédito Mútuo dos Engenheiros e Arquitetos das Micro-regiões de Goiânia – http://www.sicoobengecred.com.br/) em que trabalhamos o tema “Comunicação” de formas novas e pragmáticas. Isso é o melhor, não foi um treinamento solamente teórico, com textos, leituras, sonecas e queixumes. Fizemos um treinamento dinâmico, cheio de participação e envolvimento, mas principalmente usando ferramentas para potencializar os resultados do treinamento.

Tuba e Rock 3 295

Não basta falar que a comunicação é importante e fundamental, precisamos vivenciar isso e para tanto criamos a “Fogueira de ideias”, uma ferramenta virtual que veio sendo colocada em prática nas semanas que antecederam o encontro (e ainda está produzindo calor) em que as pessoas tem a oportunidade de apontar problemas que as incomodam no cotidiano profissional e podem solicitar respostas, sugestões e orientação de quem quer que acreditem possuidores do saber. Todos participam, todos comentam e devagar vamos levantando inúmeras situações problema e criando inúmeras soluções distintas.

Mas o melhor não é isso, confesso. O melhor é ver o sorriso grandão dessa turma quando nos envolvemos nas técnicas de dinâmica usadas no trabalho, com participação total, sem ninguém se ausentar ou “tirar o corpo fora”. Todos vão para a atividade por inteiro, tanto se divertindo quanto buscando soluções objetivas, e o resultado é um ambiente de trabalho dinamizado, com pessoas motivadas, provocadas e cada dia mais capazes. O diamante que se tira dessa situação é a consciência de que a consultoria é apenas uma ferramenta, porque a grande verdade e o grande poder residem na equipe, em cada profissional, em cada sorriso compartilhado, em cada “bom dia” proferido com sinceridade, em cada tentativa honesta de resolver conflitos e sanar relações. Fazer do ambiente de trabalho um ambiente em que os olhares são cúmplices, em que os afagos são generosos, em que as pessoas experimentam a satisfação de estarem rodeadas de cuidado, confiança e companheirismo.

Tuba e Rock 3 300

Mais uma aventura que pude aproveitar e aprender muito. Legal foi ouvir uma participante dizendo “eu achei que você não ia conseguir inventar nada nesse lugar”, pensando que eu me limitaria a uma sala e um datashow. Tivemos um sábado sensacional e a essa turma de profissionais de altíssimo quilate só posso dizer uma palavra simples, mas muito sincera: Obrigado! Estar com vocês é uma satisfação, sempre.

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Há braços!

 

Eduardo Mesquita

@eduardoinimigo – twitter

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É só ligar o TURBO; aí PEGA FORTE!! Schin na área (ou na água!)

Ah, os treinamentos vivenciais! Realmente é sempre o melhor dinheiro para se ganhar, não me canso de dizer isso; porque precisamos estudar muito, aí viajamos, passamos um dia andando no meio da mata, atravessando rios, brejos e campos, conhecendo gente boa, rindo bastante e levando boas lembranças para sempre.

Nesse último sábado, dia 17 de outubro, fomos com a turma da Schincariol para a Pousada Lago Verde. O local já era uma história, começamos o trabalho em um salão de festa que poderia comportar – sem exagero – alguns milhares de pessoas. Gigantesco! Para ter uma ideia, o salão tinha três candelabros enormes, e esses candelabros tinham uma luminária central e alguns pingentes ao redor. Para ter uma noção cada pingente desses era quase do meu tamanho. Imagina o candelabro inteiro, imagina a altura disso e imagina o tamanho de um salão que possui três desses!

E lá fomos eu, Walquíria e Kiko, o trio ternura e calafrio, para proporcionar aventura, desafio e provocação para uma turma de altíssima qualidade, vindos de todos os cantos do país, ansiosos por MAIS. Sempre MAIS! Mais uma turma que tivemos o prazer de conhecer e ver que não somos os únicos que vivemos a 250 km/h. Tem mais malucos soltos no mundo.

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E durante todo o dia pudemos vivenciar situações realmente inesquecíveis. E não há exagero quando digo isso porque dessa vez enfrentamos matilhas de cães ferozes e assassinos, 35 divisões de vietcongues armados até os dentes, negociações longas e detalhadas, lama até a cintura e muita, mas muita risada.

Pudemos conhecer personagens inesquecíveis como Renata Rastejante (a finada Renata Pamonha), Hamon Braga da Báhiiiiiiiia (difícil reproduzir aquele sotaque na escrita), Angela “Sandalinha”, Hugo – o homem mais veloz do universo (especialmente quando os cães selvagens estão por perto), o pequenino Cleiton, Clay (o homem mais amado do mundo), Eli “Brincadeira”, Thiago BomBaiano e mais um monte de gente magnífica que nos deu imensa satisfação em estar junto.

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E dessa vez ousamos ainda mais. Reparem na foto maior que os participantes estão fazendo o nosso tradicional passeio com os olhos vendados, mas dessa vez precisaram atravessar um lamaçal, um brejo, um córrego e cegos! Inesquecível!

E ao final, em uma das atividades “tranquilas” do dia, tivemos a demonstração viva de que se o tempo é escasso, se os recursos são poucos, gente que tem determinação faz acontecer. Ao perceber que o tempo se esgotava rapidamente, André (na foto de camiseta azul com listra amarela na lateral) mostrou como é “fazer acontecer”. Tudo bem que alguns ainda trazem na pele e nos ossos lembranças da decisão do André, mas o resultado foi alcançado e isso é o que mede o sucesso profissional.

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Meninada Schin, vocês nos presentearam! E dizer obrigado seria pouco para mostrar a satisfação que ficamos. Viemos no carro comentando cada história e cada momento, cada situação e cada frase marcante, coisas que vão ficar conosco por muito tempo, nos mostrando que mesmo quando existe uma “percepção não boa” a nosso respeito, ainda assim é possível ser campeão.

É só ligar o TURBO; aí PEGA FORTE!!!

Valeu!

 

Há braços!

Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

E ainda sou pago para fazer isso! Obrigado AMBEV!!

25 de abril de 2009. Sábado. Mais um dia para marcar nossas lembranças de um trabalho com os profissionais da Ambev. Sempre cito essa equipe como referência porque realmente são de um perfil diferenciado que sempre nos proporcionam atividades ricas em aprendizado e diversão.

Já ouviu falar sobre o carvão mineral, que exposto a grandes pressões se transforma em diamante? Eis aqui uma possível explicação para esses profissionais serem quem são, o ambiente de ultra-competição e pressão gigantesca que eles vivem cotidianamente termina por fazer de cada um deles um diamante diferenciado. O mercado de garrafas é coisa de insanos e descontrolados, tamanha a correria e a loucura de tudo que acontece. Ninguém passa em vão e sem marcas por um mercado como esse.

Enfim… fomos para Corumbá de Goiás e Cocalzinho de Goiás realizar mais um dia de treinamento vivencial (também chamado outdoor) com essa turma, com a previsão de mais desafios e situações inusitadas, o que sempre acontece. Isso porque em todos os treinamentos que já realizamos com profissionais da Ambev, seja da fábrica de Anápolis ou daqui de Goiânia, sempre temos alguma frustração. Atividades que imaginamos que vão tomar duas horas – por exemplo – eles conseguem realizar com qualidade em quarenta minutos ou menos. Coisas que não achamos que vão conseguir, que serviriam apenas de desafio e meta inalcançável, os alucinados conseguem fazer e nos olham com aquela cara de “E agora, o que tem pra fazer?”. Ou seja, o desafio de trabalhar para esses caras é grande.

Sabedores disso buscamos reforçar nossas hostes e fomos buscar quem é bom de verdade: Kiko Alencar (na foto Kiko, Walquíria e Eduardo). Kiko é sócio da Casa do Walker – http://www.walker.tur.br/pt/ – uma das mais respeitadas empresas de atividades de ecoturismo, turismo de aventura e atividades educativas em ambiente natural. Kiko já é parceiro AGREGAR / IDEA a um bom tempo, nossas histórias já se esbarram desde o século passado, então já tínhamos a tranquilidade do profissionalismo e da competência do sujeito.

E atendendo ao desafio, eis que ele surge com algo ousado. A consultora da Agregar, Walquíria Ferreira, havia estabelecido com o RH e a diretoria da Ambev – Goiânia que faríamos um treinamento outdoor. Mas o local ainda era um problema. Kiko sugeriu Corumbá de Goiás, fomos até lá com representantes da Ambev e voltamos com o local aprovado.

Sexta-feira estávamos todos no hotel Salto do Corumbá – http://www.saltocorumba.com.br/ – belamente hospedados e o povo da Ambev já trabalhava a pleno vapor, realizando treinamentos internos o dia todo.

No sábado logo cedo saímos para a Fazenda Hotel Tabapuã dos Pirineus – http://www.tabapuadospireneus.tur.br/ – em Cocalzinho de Goiás. Isso porque queríamos desafios extremos e na Tabapuã temos a segunda maior tirolesa do estado, com mais de 500 metros de queda (foto). Além disso, Kiko havia criado uma trilha de orientação por bússolas em meio a uma mata praticamente inexplorada que iria criar o tensor necessário para a equipe presente.

Desde o primeiro momento, em que dividimos as equipes, vitalizamos todos para as atividades do dia, que seriam cansativas, desde o primeiro instante tudo foi feito com muita descontração, e apesar disso, com muito foco e objetividade (veja na foto o crachá que o participante tentou escrever CONFIANÇA. Claro que o Gustavo foi motivo de piada o resto do dia).

Eu conduzi uma das equipes, e começamos nosso dia na trilha de orientação, com bússolas, planilhas e uma mata fechada para encontrarmos os prismas e sinais espalhados por lá. Como se isso não fosse suficiente, ainda tivemos uma atividade com olhos vendados, atravessando riachos, lamaçais, formigueiros e touceiras de mato fechado. Tudo programado para criar dificuldade, mas com a máxima segurança possível.

Fizemos a trilha toda, sem maiores percalços, vendo situações que são cotidianas e rotineiras em qualquer empresa. Brincadeiras como “Ah, fulano que está com a bússola agora. Estamos perdidos!” mostravam o bom humor, mas também servem para apontar algum descrédito com alguns colegas. Pode parecer ruim, mas a relação humana está longe de ser uma situação perfeita, e em momentos como esse as pessoas são colocadas frente aos seus sentimentos, e isso nem sempre é bonito. Lindo era ver todo mundo se lançando aos desafios, sem vacilar.

Na segunda parte do dia iríamos realizar uma trilha de observação em outra mata da fazenda para irmos até a tirolesa, de onde voaríamos para a parte final da atividade. Mesmo eu já tendo feito isso inúmeras vezes, mesmo eu sabendo de tudo que iria acontecer, nesse momento eu fui pego de surpresa. Que lugar maravilhoso! Uma mata lindíssima, fechada, verdejante, cheirosa, empolgante. Além disso, cachoeiras lindas, um rio impressionante e ao final dessa jornada a tirolesa!

Para muitos o desafio maior foi usar a bússola na trilha de orientação (detalhe: todos os participantes tiveram um trecho da trilha sob sua responsabilidade com a bússola), para outros atravessar o trecho de água com os olhos vendados, mas para muitos o desafio maior era a tirolesa. Um vôo enorme, passando por cima da mata, do rio terminando numa base em que muitos chegaram numa velocidade espantosa. Olhem na foto a alegria da Walquíria, consultora da Agregar, na chegada na base da tirolesa.

Pois para alegria e satisfação nenhum dos profissionais presentes optou por não participar da tirolesa. Mesmo com muito medo para alguns, todos enfrentaram e puderam curtir aquela paisagem maravilhosa, o vento na cara e a velocidade da descida.

Na última parte do dia tivemos algumas atividades em que – mais uma vez – o povo da Ambev nos mostrou que precisamos criar desafios insanos, porque desafios para gente normal eles mastigam sorrindo. Uma das atividades eu não acreditava que eles conseguissem resolver, pois exigia uma participação grande de todos, sem comunicação adequada, com muito esforço físico e num local inadequado, com sol, mato e insetos importunando. Tudo para dar errado. Não deu. Eles resolveram em questão de minutos.

Depois de tudo visto e vivido, tivemos um dia de intensa participação física e mental, com desafios que os colocaram frente a limites particulares e grupais, e tudo isso foi vivenciado com extrema segurança e alegria. Legal lembrar o comentário sobre a trilha de olhos vendados: “Interessante que todas as dificuldades que nós tivemos com as vendas, ao retornar pelo mesmo caminho sem as vendas, nós vimos que os problemas não existiam!”. Sem as vendas, de olhos abertos, os problemas não existiam!

As trilhas em meio às matas, o banho de cachoeira (olha a alegria da turma aí na foto, num lugar lindíssimo, depois de uma caminhada um banho de cachoeira inesquecível), a tirolesa, a equipe divertidíssima, os parceiros profissionais ao extremo e ao final de tudo um jantar soberbo no Salto do Corumbá. E pensar que eu ainda sou pago para fazer isso!

 

 

Há braços!

 

Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

 

P.S. – Agradecimentos aos montes para nossos parceiros, para os profissionais Ambev, para Fabiano da Tabapuã, mas principalmente para Meiriane, pela foto que encerra esse post. Valeu muito!

Orgulho de ter um cliente como esse!

Recebi essa mensagem hoje.

A IDEA tem muito orgulho de ter clientes assim. No ranking das EMPRESAS MAIS ADMIRADAS NO BRASIL, a TEND TUDO saltou do 10º lugar para o 3º lugar, de acordo com a pesquisa feita pela revista Carta Capital e TNS InterScience.

A IDEA tem muito orgulho. Não só pelos resultados que constantemente melhoram, mas principalmente pelo relacionamento sempre pautado pelo respeito, educação e profissionalismo. Ler uma mensagem como essa reforça todo nosso comprometimento em atender nossos clientes com cada vez mais cuidado, mais agilidade e mais qualidade.

“Para chegar a esse honroso 3º lugar nacional, a TendTudo contou com a lealdade e a confiança dos parceiros. Gente como você, que nos ajuda a fortalecer a imagem da TendTudo como uma empresa séria, responsável, consciente do seu papel econômico e da sua responsabilidade social. MUITO OBRIGADO! VOCÊ É UM PARCEIRO ADMIRÁVEL.”

Receber uma mensagem dessa, com essas palavras tão generosas, com tanto carinho e atenção realmente nos mostra que tudo que fazemos e corremos e enfrentamos e dedicamos e suamos, tudo isso vale a pena. Em um mercado que atualmente tem se pautado por uma luta selvagem de sobrevivência, canibalismo e desrespeito, em que promessas são quebradas, datas não são respeitadas, mensagens descuidadas são enviadas a todo instante, é muito bom ver que ainda existem relacionamentos que valem a pena ser mantidos.

TEND TUDO, a IDEA agradece sua presença. Que essa parceria continue por muitos e muitos anos à frente, sempre crescendo e melhorando.

A IDEA agradece pelas palavras, e parabeniza pelos resultados!! Muito bom fazer parte dessa história.

 

Há braços!

Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

Crise? Crie $! – texto do primeiro número do “AGREGUE UMA NOVA IDEIA”

Crise?   Crie $!!

 Costumo perguntar para as pessoas que assistem aos meus treinamentos e palestras: qual a crise mais antiga que conseguem se lembrar? Alguns falam do confisco da poupança de Collor, outros falam da seleção de 82, alguns ainda lembram-se de 1929, outros ainda falam das guerras mundiais. Mas a crise mais antiga que sempre me recordo diz respeito a uma dupla que foi morar em um domicílio cheio de regras. Infelizmente um dos “sócios” quebrou uma das regras e levou o parceiro a quebrar também, pois foram expulsos do imóvel debaixo de broncas eternas e uma espada flamejante. Já identificou? Adão e Eva é a crise mais antiga que consigo imaginar, muito antes de dinos pela terra ou dinheiro circulante, e mesmo sendo uma crise tão antiga, ainda assim sobrevivemos. Ainda assim perseveramos. Não sumimos como os dodôs (Raphus Cucullatos) e os T-rex (Tyrannosaurus rex).
 O que se tira disso é que crise não quebra nem nunca quebrou ninguém. O que quebra empresas não é a crise, é a resistência à mudança. O que a crise faz é mudar as regras do jogo, jogo esse que muitas vezes já está acomodado, morno, sem graça, e a crise vem sacudir essas certezas.
 Nizan Guanaes, o publicitário baiano, disse que “enquanto alguns choram, outros vendem lenços”, o que acho uma imagem perfeita para definir essas tais crises. Num jogo como o mercado, é impossível todo mundo perder, consequentemente alguém tem que ganhar.
 Sim, estamos vivendo tempos atribulados, de crise, demissões, quebras e falências; e agora é a hora de ousar. Agora é a hora de inovar nas lideranças das equipes, hora de criar novas estratégias comerciais para atrair os clientes, produzir novas formas de motivação e relacionamento com as equipes para reter os talentos e preparar as velas para quando o vento soprar novamente.
 Chorar e esperar a crise passar é uma ótima receita para a extinção. Então se todo mundo tem certeza que em tempos de crise precisamos cortar algo, corte o S de crise, de cima abaixo, e CRIE $!!

 

 

Há braços!

Eduardo Mesquita
IDEA