Competição saudável ajuda carreira – matéria do jornal O Popular

Matéria públicada hoje, 10/06/13 no jornal O Popular, da jornalista Karina Ribeiro. O entrevistado é Eduardo Mesquita, confere.

Trabalho

Competição saudável ajuda carreira

Iniciativa é vista como oportunidade para o crescimento coletivo ou individual dos profissionais dentro da empresa

Karina Ribeiro10 de junho de 2013 (segunda-feira)
10 dicas para um ambiente construtiv

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Com o mercado de trabalho cada vez mais concorrido, criar um ambiente no qual exista uma competição construtiva entre os funcionários é uma prática comum em muitas empresas. Embora essa situação cause arrepios em muitos profissionais, a competitividade pode ser vista como uma oportunidade para desenvolvimento tanto coletivo quanto individualmente.

Do outro lado da bancada, a empresa precisa saber definir metas e regras claras para conseguir atingir seus objetivos e, sobretudo, “enxergar” o profissional que melhor se enquadre com os propósitos da empresa.

Para o psicólogo e diretor da Idea, Eduardo Mesquita, o ponto chave para que a competição seja um ponto favorável para ambas as partes é conseguir casar o perfil da empresa com o perfil do profissional. Neste ponto, vale lembrar que é primordial que o profissional “estude” a empresa na qual pretende trabalhar para que não haja frustração.

“Têm empresas que conseguem imprimir uma competição durante os sete dias da semana e, em outras, essa atitude não vai ser adequada. E isso depende tanto da empresa quanto dos profissionais contratados”, avalia.

A empresa precisa estabelecer pontos de controle ao ponto de existirem regras bem definidas, que, de comum acordo, podem inibir disputas nocivas dentro do ambiente corporativo. Quando os critérios não são claros, os profissionais competitivos demais podem enxergar uma oportunidade para tentar desestabilizar e, assim, prejudicar colegas de trabalho considerados ameaçadores. É relativamente comum nesses ambientes o famoso “puxador de tapete”. Caso seja uma vítima desse tipo de profissional, existem, pelo menos, duas saídas apresentadas para sair dessa cilada: buscar um feedback com maior frequência sobre o seu trabalho e aumentar a comunicação com seu superior e com seus colegas.

ALINHANDO OS PAPÉIS

Segundo Eduardo Mesquita, um ambiente de competição agressiva não exclui o trabalho em equipe. Ele explica que o profissional deve saber desempenhar esses papéis nos momentos adequados. “Ele pode ser funcionário agressivo mas também precisa saber o momento certo para desempenhar um trabalho em equipe. É como nós que desempenhamos diferentes papéis no nosso dia a dia. Somos pais, filhos, profissionais, entre outros”, afirma.

Embora pareça trivial, Eduardo salienta que encontrar um profissional que se enquadre nessas características não é fácil. Por isso, diz, as empresas precisam investir em capacitação e desenvolver valores de equipe. “Já existem muitas empresas fazendo isso”, afirma.

A MONSTRO e a IDEA estão à procura.

 

Boa noite pessoas,

 

A MONSTRO Discos, nossa cliente, precisa de um guerreiro kamikaze.

Para missões arriscadas, grandes guerreiros e guerreiras, sabedores que podem não retornar ao fim da campanha. Mas sabedores que ao fim da campanha vitoriosa, os louros serão imensos.

 

A MONSTRO está realizando uma grande movimentação estratégica, ampliando os horizontes de negócio e pretende dominar o mundo.

 

Quer ajudar?

 

Quem é essa criatura mítica feita de fogo e fúria que estamos procurando?

 

Procuramos alguém que conheça planilhas… não, melhor ainda: procuramos alguém que domine planilhas. Se for planilha de Excel fica lindo!

Gostaríamos de uma pessoa que estivesse cursando administração, marketing ou direito em alguma faculdade brasileira. Isso porque depois da missão cumprida temos possibilidades de outras grandes missões nessas áreas de conhecimento. Não se trata de possibilidade de crescimento, trata-se de possibilidade de engrandecimento.

Queremos alguém que conheça formatos digitais de música. Não preciso de um produtor internacional de bandas de sucesso, mas alguém que saiba o que é um MP3, um WMA e troços parecidos. E também que saiba converter um no outro, ou nos outros, ou nos vários que existem.

Essa pessoa precisa dedicar 06 horas por dia para essa aventura. Vai trabalhar com um computador bom, ferramentas adequadas, temperatura confortável e água filtrada à vontade.

Sabe uma coisa que vai ser bem legal? Se essa pessoa tiver muita vontade de aprender, de se embrenhar em novos negócios, novas oportunidades. Gente assim é bacana.

Essa missão vai durar 06 meses. Nem mais, nem muito menos. Pense numa força tarefa abrindo campos de batalha e deixando seu nome na história. É algo assim.

 

O que oferecemos além de sangue, suor e lágrimas?

Vamos pagar para você ir e vir do trampo. Certeza.

Vamos pagar algum tanto para você se alimentar em intervalos regulares. Algo entre uma refeição a cada 12 horas é suficiente?

Certificado de estágio, isso rola. Podemos até ver com relação àquelas horas que universitários tanto adoram hoje em dia.

Grana? Sério que você ainda quer ser pago? Humpf…. faz assim, conversa com a gente. Não prometo nada, mas nada mesmo, mas vai que você consegue nos convencer do contrário.

(não alimente muitas esperanças nisso, mas vai ser divertido ver você tentar).

 

Mas o que temos mais orgulho de oferecer é a possibilidade de você se meter num negócio que está revolucionando a relação das pessoas DO MUNDO INTEIRO com a música.

 

Não vamos te alugar, se você tem filhos, contas fixas, despesas, pouco tempo disponível, urgências imediatas em sua carreira, você não quer essa oportunidade. Estou falando sério, não queira essa oportunidade.

Mas se você tem tempo, não tem um gato pra dar água, quer aprender, crescer, estar no ambiente em que as coisas vão acontecer e está disposto a correr junto da matilha, então manda teu currículo para contato@ideiadiferente.com porque nosso time de selecionadores internacionais estará avaliando se você tem o nível de perturbação e conhecimento que procuramos.

 

No assunto coloque (adoramos isso) EU QUERO SER MONSTRO. Vamos saber que você já tem algum traço de sandice que combina com a MONSTRO e com a IDEA.

 

Pra onde vamos? Pro futuro, padawan, pro futuro!!

 

Há braços!

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Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

TRT libera companhia de cumprir cota de deficientes

Por Adriana Aguiar | De São Paulo

Otavio Pinto e Silva: transportadora conseguiu demonstrar que buscou todas as formas para cumprir a legislação

A 7ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) do Rio Grande do Sul anulou um auto de infração do Ministério do Trabalho, no valor de R$ 152 mil, contra a TNT Mercúrio Cargas e Encomendas por não cumprimento da cota destinada a deficientes. Os desembargadores foram unânimes ao entender que a companhia abriu vagas e realizou um programa de capacitação para os candidatos, porém, não teria encontrado número suficiente para preenchê-las. A empresa deveria ter 292 empregados e só conseguiu contratar 96.

Pela Lei nº 8.213, de 1991, as companhias com mais de cem empregados são obrigadas a destinar de 2% a 5% de suas vagas para deficientes. No entanto, muitas alegam dificuldades para contratação.

Segundo a decisão, “a avaliação do cumprimento das cotas de portadores de necessidades especiais não se faz pela verificação do número de admissões, mas sim pela efetiva disponibilização das vagas”, o que continua ocorrendo com a empresa.

O advogado da TNT, Otavio Pinto e Silva, do Siqueira Castro Advogados, afirma que a companhia conseguiu demonstrar no processo que buscou todas as formas para cumprir o que estava disposto na lei e incluir funcionários com deficiência, até mesmo promovendo um programa de capacitação. Segundo ele, essas decisões ainda são minoria. “A Justiça tende a ser legalista nesse caso e, ao verificar que não houve cumprimento da cota prevista em lei, mantém o auto de infração”, afirma.

Os Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs) já liberaram algumas companhias das pesadas multas, quando comprovado que houve esforço para cumprimento da legislação. O Tribunal Superior do Trabalho (TST), porém, foi irredutível nas poucas decisões já proferidas. Em apenas um caso, do qual se tem notícias, a 2ª Turma do TST manteve a decisão que dispensou a operadora de planos de saúde Omint de pagar multa por não cumprir sua cota de empregados com deficiência. A decisão é do fim de 2012.

No caso, o TST manteve decisão do TRT de São Paulo (2ª Região) que permitiu à empresa não cumprir a cota, ao entender que a Omint realizou todos os esforços para preencher 5% de seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas com deficiência, mas que houve carência de profissionais habilitados. Na decisão, os ministros também ressaltaram que não poderiam reexaminar provas, o que é vedado pela Súmula nº 126, do TST.

A advogada Gilda Figueiredo Ferraz de Andrade, do Figueiredo Ferraz Sociedade de Advogados, que defendeu a Omint, afirma que essa ainda parece ser a única decisão favorável no TST.

Para evitar novas autuações, Pinto e Silva recomenda que as empresas procurem o Ministério do Trabalho e o Ministério Público do Trabalho (MPT) para buscar apoio no preenchimento das cotas e negociar prazos e condições. “A empresa não pode simplesmente ignorar a lei e deve demonstrar que reuniu esforços para cumpri-la.”

A Advocacia-Geral da União (AGU) informou por nota que deve recorrer ao TST da decisão favorável à TNT. Para o órgão, a alegação da empresa de que não há candidatos suficientes para preencher as vagas, “além de não contar com a necessária previsão legal, na maior parte das vezes não corresponde à realidade”. Isso porque, segundo a AGU, o Sistema Nacional de Emprego (Sine), desenvolvido em parceria dos governos federal, estadual e municipal, “possui cadastro de pessoas disponíveis para contratação, inclusive portadores de deficiência”.

 

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Os novos ventos sopram no RH.

Muito já se disse do papel de mudança do setor de Recursos Humanos dentro das organizações. Mas apesar de tudo que se diz o maior exemplo desse “papel de mudança” sempre se limitou a discussões bobas e vazias sobre o nome do setor/área, e nisso também se via a pobreza criativa dos envolvidos na discussão. Então se “Recursos Humanos” já havia sido um termo moderno e prafrentex, de repente se tornou algo antiquado e voltado para peças e equipamentos,  e não para pessoas. E com base nesse raciocínio surgiram tentativas bobocas de renomear a área como Gestão de Pessoas, Gestão de Talentos, Gestão de Gente, Talentos Humanos, Recursos de Gente ou até mesmo ideias baseadas em temas como amor, paixão ou tesão. Bobagem! Uma tentativa tonta de mexer na forma sem questionar o conteúdo.

Vivemos tempos agressivos no mercado corporativo, em que iniciativas nascem e fenecem na velocidade dos cliques frenéticos em redes sociais, e o setor que se dedica às pessoas e suas relações continuava a perpetuar velhos comportamentos anacrônicos e pouco eficazes. Ainda se ouve gente da área com o discurso de que as iniciativas de RH são “subjetivas” e portanto pouco afeitas ao controle e avaliação. Uma boa desculpa para gastos desenfreados e pouca cobrança, ou seja, uma realidade distante das margens de lucros estreitas e dos mercados canibais em que as empresas navegam.

Ainda se vê inúmeros profissionais (?) de RH com posturas subservientes às esferas de poder, preferindo manter seu emprego a defender suas crenças, anulando assim sua capacidade de questionamento e transformação e negando seu papel de agente de mudança, transformação, crescimento e evolução dentro das organizações.

Pois é muito bom ver que o mercado segue suas regras, e o novo sempre vem, como disse o poeta. Lendo hoje os classificados de um jornal de grande circulação vejo um anúncio que pode não ter provocado arrepios de medo ou excitação na maioria dos viventes, mas que sinaliza uma reviravolta para quem puder ler com atenção.

O maior grupo de mídia e comunicação do estado de Goiás, representante do maior grupo de comunicação do país, procura um Analista de RH. Até aí nada de novo no front. Na descrição dos requisitos surge uma inovação. Dentre os cursos superiores apontados como interessantes para os candidatos apresentam-se Contábeis, Administração de empresas ou Gestão de RH.

Notaram? A primeira grande novidade é a completa ausência da menção ao curso de Psicologia. Mesmo sendo uma vaga de perfil voltado para o Departamento Pessoal, ainda assim causa espécie a falta da menção do curso de Psicologia num anúncio de RH. Não deveríamos nos espantar. A psicologia, que dominou a área de RH no país nos últimos vinte e poucos anos vem substancialmente perdendo espaço nas mesas espaçosas que se decidem coisas nas empresas. Infelizmente isso se deve a um distanciamento cada vez maior das ideias psicológicas dos ideais corporativos. E não porque sejam naturalmente antagonistas, mas porque uma casta dominante psicologizante opta, cada dia com mais ênfase, por uma visão paternalista e assistencialista nas suas atuações profissionais. Por força dessas decisões os psicólogos, em sua maioria, afastam-se cada dia mais da postura do administrador (muito afeito ao mundo corporativo, até por uma questão óbvia de DNA) e se aproxima do profissional de Assistência Social.

Certo ou errado? Isso não importa, é uma constatação de uma escolha grupal, permitindo assim a entrada de outras formações na área hoje muito carente, e mais ainda, delimitando o futuro e o papel histórico de toda uma categoria profissional. Então não importa se é certo ou errado, importa que É. Hoje os psicólogos que se voltam com ênfase para o comportamento corporativo acabam por se destacar no mercado como profissionais que possuem um diferencial, um plus que permite melhor desempenho ao mesclar a visão humanista e mais subjetiva do humano, com a visão pragmática e objetiva das empresas.

Mas não só isso chama atenção no anúncio dessa grande corporação. Destaca-se o fato de se procurarem profissionais do curso de “Gestão de RH’. Sim, estamos falando de cursos tecnológicos, de menor duração, consequente menor investimento de tempo e de dinheiro; e de resultados mais urgentes. Já ouvi de alunos e professores de cursos tecnológicos o lamento de que o mercado não aprecia esses formandos, pelas características distintas de seus cursos, pois eis que esse anúncio vem mostrar que esse chororô é apenas isso: chororô. O profissional formado em Gestão de RH, para manter o foco nesse anúncio de hoje, possui conhecimento necessário para gerir uma área de RH, especialmente uma área de Departamento Pessoal, mais afeita às tecnicalidades do setor e às questões burocráticas da função. Esse profissional se forma em menos tempo, tem um foco obsessivamente voltado ao resultado de sua diplomação e já – em sua imensa maioria – se encontra no mercado de trabalho.

Não se trata, portanto, de um jovem imaturo e inexperiente com um diploma. Temos então um jovem, porém com muita maturidade, foco, objetivo e busca ansiosa por resultados. A pessoa que busca um curso tecnológico ou mesmo um curso técnico precisa alcançar resultados ainda durante o curso, não podendo se dar ao luxo de esperar uma diplomação e formatura para começar a perseguir resultados. Esse formando já apresenta, então, desde seu curso o tipo de comportamento que as empresas precisam e já vivenciam em suas estratégias globais.

Esse anúncio no jornal de hoje mostra que o mercado está em transformação inequívoca, que os novos ventos já chegaram também no setor de RH e que bancar-se refratário a isso será apenas uma tola questão de quanto tempo ainda se poderá sofrer. O destino dessa prosa todos sabem qual é: um mercado oferecendo oportunidades para os que tiverem o comportamento adequado e não o diploma certo. Nos níveis de diretoria já há muito tempo temos gente de RH vinda da engenharia, da filosofia e da matemática. Isso agora começa a chegar nos níveis gerenciais.

Quem viver verá, muito ainda vai mudar nessa área. As oportunidades se desenham, e os que estiverem dispostos a viver o contínuo processo de evolução e crescimento que tanto se prega nos treinamentos e cursos, entre cooffe breaks e coxinhas, estes terão água mais fresca e sombra mais aprazível. Aos outros o sol de todos os dias.

E ainda assim pode ser muito mais do que merecem.

Em frente!

Há braços!

Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

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2012, o fim do mundo (como o conhecemos).

(Sobre a mudança do mercado, novas posturas, profissionais diferentes e a preocupação vital com os relacionamentos. Sim, o mundo vai acabar, ao menos esse mundo profissional que a gente conhece, de gente gritando com outros, de relacionamentos ruins, de climas e ambientes adoecidos, de comportamentos equivocados. A esses, destruição sistemática. Aos bons relacionamentos, aos vínculos produtivos, aos ambientes de trabalho saudáveis, muita estrada pela frente. Que novos anos venham!)

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Nas últimas décadas do século XX vivemos sob o temor do fim do mundo. Muitas crenças alimentavam a certeza de que tudo acabaria antes da virada do século, o que felizmente se provou um equívoco. Agora temos novas crenças afirmando que tudo acabará em 2012, mais precisamente no dia 21 de dezembro. Acredito que finalmente alcançamos um grau de entendimento que nos permite decifrar esse fim do mundo, que não será uma destruição de larga escala, mas sim uma grande mudança de forma abrangente, geral e irreversível.

Já vemos isso sendo gestado nas organizações. Ou alguém ainda alimenta a tola ilusão de que os comportamentos e padrões válidos no século passado ainda são úteis atualmente? As organizações que possuem a firme intenção de sobreviver às grandes transformações que o mercado exige, já iniciaram seu movimento de melhoria, desenvolvimento e aprimoramento para poder vivenciar as oportunidades que se avizinham no vaticínio de 21 de dezembro.

Estou falando das relações da empresa. Afinal de contas empresas são feitas de relações. Relações das pessoas que compõem essa empresa, relações com clientes, fornecedores, parceiros e com a comunidade. Em última instância falamos da relação da equipe com a marca da empresa. Relações que não se tornam belas e prósperas com o toque de uma vara de condão ou com o grito furioso de um chefinho tirano. Relações são construídas e geridas ao longo do tempo.

Vejo essa preocupação nas campanhas de Formação de Lideranças e Desenvolvimento Gerencial que conduzimos nas nossas empresas-clientes, quando criamos um padrão de desenvolvimento e treinamento para proporcionar verdadeiras lideranças às organizações. E digo que vejo isso porque a principal necessidade de melhoria dos atuais gerentes e gestores reside no estabelecimento, cultivo e manutenção das relações. Não basta mais acreditar que a autoridade será suficiente para manter uma equipe coesa e produtiva, ou que mimos e presentinhos baratos serão suficientes para manter clientes leais e lucrativos, ou ainda que o peso de uma marca ou o tamanho de uma empresa serão suficientes para manter parceiros dedicados e comprometidos.

Precisamos de maior dedicação às relações. Isso é feito diariamente, cotidianamente e em cada oportunidade de contato que temos. Se estamos pensando em nossas equipes profissionais, já é óbvio que pagar salários em dia, proporcionar benefícios tímidos e bonificações por produtividade já não são suficientes. Precisamos criar vínculos com nossos profissionais que os provem valiosos, importantes e parte do processo. Precisamos de menos chefes e mais de verdadeiros líderes que se envolvam na operação junto de suas equipes, que se mostrem parceiros e orientadores, que sejam rigorosos na cobrança dos resultados, mas humanos no trato com os profissionais.

Precisamos enfim, deixar o mundo que conhecíamos morrer e descansar em paz. Chega de gritos, chega de contratos leoninos, chega de oportunismo maldoso, chega de achar que para um ganhar algum outro precisa perder. Nesse novo mundo que temos prenhe, prestes a nascer, as pessoas são orgulhosas de suas funções e das empresas que trabalham. Nesse novo mundo já experimentado por muitas organizações, o investimento no conhecimento e na capacitação passa a ser parte estratégica da operação. Nesse novo mundo teremos pessoas sendo tratadas como seres humanos, resultados sendo tratados como desafios e o retorno de nossos esforços poderá ser chamado de lucro. Sem nenhuma vergonha de termos sucesso com o nosso suor.

Esse novo mundo que se esparrama no mercado pede por profissionais novos, de posturas novas e com uma visão de mundo e de pessoas baseada na parceria, na confiança e no ganho mútuo. Esse novo mundo é o nosso mundo. E ele se constrói a cada aperto de mão, a cada sorriso sincero, a cada equipe que se une para novas conquistas.

Faça parte. Ouse.

Há braços!

Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

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