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Que profissional você quer ser? – Aula 1

Vamos compartilhar com você uma série de vídeos feitos em um webinario do professor Eduardo Mesquita. Nessas aulas ele vai discutir sobre as novidades do mercado de trabalho, as novas exigências profissionais e apresentar ferramentas e técnicas para maior desempenho e melhores resultados. Confere o vídeo, essa é a primeira parte. Aproveita e se inscreve em nosso canal! Estamos começando agora, mas já começamos em alto nível!!

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Competição saudável ajuda carreira

Matéria no jornal O Popular (Goiânia – GO), o entrevistado é Eduardo Mesquita.

Iniciativa é vista como oportunidade para o crescimento coletivo ou individual dos profissionais dentro da empresa

Karina Ribeiro – 10/06/13

10 dicas para um ambiente construtivo

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Com o mercado de trabalho cada vez mais concorrido, criar um ambiente no qual exista uma competição construtiva entre os funcionários é uma prática comum em muitas empresas. Embora essa situação cause arrepios em muitos profissionais, a competitividade pode ser vista como uma oportunidade para desenvolvimento tanto coletivo quanto individualmente.

Do outro lado da bancada, a empresa precisa saber definir metas e regras claras para conseguir atingir seus objetivos e, sobretudo, “enxergar” o profissional que melhor se enquadre com os propósitos da empresa.

Para o psicólogo e palestrante, Eduardo Mesquita, o ponto chave para que a competição seja um ponto favorável para ambas as partes é conseguir casar o perfil da empresa com o perfil do profissional. Neste ponto, vale lembrar que é primordial que o profissional “estude” a empresa na qual pretende trabalhar para que não haja frustração.

“Têm empresas que conseguem imprimir uma competição durante os sete dias da semana e, em outras, essa atitude não vai ser adequada. E isso depende tanto da empresa quanto dos profissionais contratados”, avalia.

A empresa precisa estabelecer pontos de controle ao ponto de existirem regras bem definidas, que, de comum acordo, podem inibir disputas nocivas dentro do ambiente corporativo. Quando os critérios não são claros, os profissionais competitivos demais podem enxergar uma oportunidade para tentar desestabilizar e, assim, prejudicar colegas de trabalho considerados ameaçadores. É relativamente comum nesses ambientes o famoso “puxador de tapete”. Caso seja uma vítima desse tipo de profissional, existem, pelo menos, duas saídas apresentadas para sair dessa cilada: buscar um feedback com maior frequência sobre o seu trabalho e aumentar a comunicação com seu superior e com seus colegas.

ALINHANDO OS PAPÉIS

Segundo Eduardo Mesquita, um ambiente de competição agressiva não exclui o trabalho em equipe. Ele explica que o profissional deve saber desempenhar esses papéis nos momentos adequados. “Ele pode ser funcionário agressivo mas também precisa saber o momento certo para desempenhar um trabalho em equipe. É como nós que desempenhamos diferentes papéis no nosso dia a dia. Somos pais, filhos, profissionais, entre outros”, afirma.

Embora pareça trivial, Eduardo salienta que encontrar um profissional que se enquadre nessas características não é fácil. Por isso, diz, as empresas precisam investir em capacitação e desenvolver valores de equipe. “Já existem muitas empresas fazendo isso”, afirma.

A MONSTRO está a procura de Uma Ideia Diferente

 

Boa noite pessoas,

 

A MONSTRO Discos, nossa cliente, precisa de um guerreiro kamikaze.

Para missões arriscadas, grandes guerreiros e guerreiras, sabedores que podem não retornar ao fim da campanha. Mas sabedores que ao fim da campanha vitoriosa, os louros serão imensos.

 

A MONSTRO está realizando uma grande movimentação estratégica, ampliando os horizontes de negócio e pretende dominar o mundo.

 

Quer ajudar?

 

Quem é essa criatura mítica feita de fogo e fúria que estamos procurando?

 

Procuramos alguém que conheça planilhas… não, melhor ainda: procuramos alguém que domine planilhas. Se for planilha de Excel fica lindo!

Gostaríamos de uma pessoa que estivesse cursando administração, marketing ou direito em alguma faculdade brasileira. Isso porque depois da missão cumprida temos possibilidades de outras grandes missões nessas áreas de conhecimento. Não se trata de possibilidade de crescimento, trata-se de possibilidade de engrandecimento.

Queremos alguém que conheça formatos digitais de música. Não preciso de um produtor internacional de bandas de sucesso, mas alguém que saiba o que é um MP3, um WMA e troços parecidos. E também que saiba converter um no outro, ou nos outros, ou nos vários que existem.

Essa pessoa precisa dedicar 06 horas por dia para essa aventura. Vai trabalhar com um computador bom, ferramentas adequadas, temperatura confortável e água filtrada à vontade.

Sabe uma coisa que vai ser bem legal? Se essa pessoa tiver muita vontade de aprender, de se embrenhar em novos negócios, novas oportunidades. Gente assim é bacana.

Essa missão vai durar 06 meses. Nem mais, nem muito menos. Pense numa força tarefa abrindo campos de batalha e deixando seu nome na história. É algo assim.

 

O que oferecemos além de sangue, suor e lágrimas?

Vamos pagar para você ir e vir do trampo. Certeza.

Vamos pagar algum tanto para você se alimentar em intervalos regulares. Algo entre uma refeição a cada 12 horas é suficiente?

Certificado de estágio, isso rola. Podemos até ver com relação àquelas horas que universitários tanto adoram hoje em dia.

Grana? Sério que você ainda quer ser pago? Humpf…. faz assim, conversa com a gente. Não prometo nada, mas nada mesmo, mas vai que você consegue nos convencer do contrário.

(não alimente muitas esperanças nisso, mas vai ser divertido ver você tentar).

 

Mas o que temos mais orgulho de oferecer é a possibilidade de você se meter num negócio que está revolucionando a relação das pessoas DO MUNDO INTEIRO com a música.

 

Não vamos te alugar, se você tem filhos, contas fixas, despesas, pouco tempo disponível, urgências imediatas em sua carreira, você não quer essa oportunidade. Estou falando sério, não queira essa oportunidade.

Mas se você tem tempo, não tem um gato pra dar água, quer aprender, crescer, estar no ambiente em que as coisas vão acontecer e está disposto a correr junto da matilha, então manda teu currículo para contato@ideiadiferente.com porque nosso time de selecionadores internacionais estará avaliando se você tem o nível de perturbação e conhecimento que procuramos.

 

No assunto coloque (adoramos isso) EU QUERO SER MONSTRO. Vamos saber que você já tem algum traço de sandice que combina com a MONSTRO e com a IDEA.

 

Pra onde vamos? Pro futuro, padawan, pro futuro!!

 

Há braços!

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Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

Os novos ventos sopram no RH.

Muito já se disse do papel de mudança do setor de Recursos Humanos dentro das organizações. Mas apesar de tudo que se diz o maior exemplo desse “papel de mudança” sempre se limitou a discussões bobas e vazias sobre o nome do setor/área, e nisso também se via a pobreza criativa dos envolvidos na discussão. Então se “Recursos Humanos” já havia sido um termo moderno e prafrentex, de repente se tornou algo antiquado e voltado para peças e equipamentos,  e não para pessoas. E com base nesse raciocínio surgiram tentativas bobocas de renomear a área como Gestão de Pessoas, Gestão de Talentos, Gestão de Gente, Talentos Humanos, Recursos de Gente ou até mesmo ideias baseadas em temas como amor, paixão ou tesão. Bobagem! Uma tentativa tonta de mexer na forma sem questionar o conteúdo.

Vivemos tempos agressivos no mercado corporativo, em que iniciativas nascem e fenecem na velocidade dos cliques frenéticos em redes sociais, e o setor que se dedica às pessoas e suas relações continuava a perpetuar velhos comportamentos anacrônicos e pouco eficazes. Ainda se ouve gente da área com o discurso de que as iniciativas de RH são “subjetivas” e portanto pouco afeitas ao controle e avaliação. Uma boa desculpa para gastos desenfreados e pouca cobrança, ou seja, uma realidade distante das margens de lucros estreitas e dos mercados canibais em que as empresas navegam.

Ainda se vê inúmeros profissionais (?) de RH com posturas subservientes às esferas de poder, preferindo manter seu emprego a defender suas crenças, anulando assim sua capacidade de questionamento e transformação e negando seu papel de agente de mudança, transformação, crescimento e evolução dentro das organizações.

Pois é muito bom ver que o mercado segue suas regras, e o novo sempre vem, como disse o poeta. Lendo hoje os classificados de um jornal de grande circulação vejo um anúncio que pode não ter provocado arrepios de medo ou excitação na maioria dos viventes, mas que sinaliza uma reviravolta para quem puder ler com atenção.

O maior grupo de mídia e comunicação do estado de Goiás, representante do maior grupo de comunicação do país, procura um Analista de RH. Até aí nada de novo no front. Na descrição dos requisitos surge uma inovação. Dentre os cursos superiores apontados como interessantes para os candidatos apresentam-se Contábeis, Administração de empresas ou Gestão de RH.

Notaram? A primeira grande novidade é a completa ausência da menção ao curso de Psicologia. Mesmo sendo uma vaga de perfil voltado para o Departamento Pessoal, ainda assim causa espécie a falta da menção do curso de Psicologia num anúncio de RH. Não deveríamos nos espantar. A psicologia, que dominou a área de RH no país nos últimos vinte e poucos anos vem substancialmente perdendo espaço nas mesas espaçosas que se decidem coisas nas empresas. Infelizmente isso se deve a um distanciamento cada vez maior das ideias psicológicas dos ideais corporativos. E não porque sejam naturalmente antagonistas, mas porque uma casta dominante psicologizante opta, cada dia com mais ênfase, por uma visão paternalista e assistencialista nas suas atuações profissionais. Por força dessas decisões os psicólogos, em sua maioria, afastam-se cada dia mais da postura do administrador (muito afeito ao mundo corporativo, até por uma questão óbvia de DNA) e se aproxima do profissional de Assistência Social.

Certo ou errado? Isso não importa, é uma constatação de uma escolha grupal, permitindo assim a entrada de outras formações na área hoje muito carente, e mais ainda, delimitando o futuro e o papel histórico de toda uma categoria profissional. Então não importa se é certo ou errado, importa que É. Hoje os psicólogos que se voltam com ênfase para o comportamento corporativo acabam por se destacar no mercado como profissionais que possuem um diferencial, um plus que permite melhor desempenho ao mesclar a visão humanista e mais subjetiva do humano, com a visão pragmática e objetiva das empresas.

Mas não só isso chama atenção no anúncio dessa grande corporação. Destaca-se o fato de se procurarem profissionais do curso de “Gestão de RH’. Sim, estamos falando de cursos tecnológicos, de menor duração, consequente menor investimento de tempo e de dinheiro; e de resultados mais urgentes. Já ouvi de alunos e professores de cursos tecnológicos o lamento de que o mercado não aprecia esses formandos, pelas características distintas de seus cursos, pois eis que esse anúncio vem mostrar que esse chororô é apenas isso: chororô. O profissional formado em Gestão de RH, para manter o foco nesse anúncio de hoje, possui conhecimento necessário para gerir uma área de RH, especialmente uma área de Departamento Pessoal, mais afeita às tecnicalidades do setor e às questões burocráticas da função. Esse profissional se forma em menos tempo, tem um foco obsessivamente voltado ao resultado de sua diplomação e já – em sua imensa maioria – se encontra no mercado de trabalho.

Não se trata, portanto, de um jovem imaturo e inexperiente com um diploma. Temos então um jovem, porém com muita maturidade, foco, objetivo e busca ansiosa por resultados. A pessoa que busca um curso tecnológico ou mesmo um curso técnico precisa alcançar resultados ainda durante o curso, não podendo se dar ao luxo de esperar uma diplomação e formatura para começar a perseguir resultados. Esse formando já apresenta, então, desde seu curso o tipo de comportamento que as empresas precisam e já vivenciam em suas estratégias globais.

Esse anúncio no jornal de hoje mostra que o mercado está em transformação inequívoca, que os novos ventos já chegaram também no setor de RH e que bancar-se refratário a isso será apenas uma tola questão de quanto tempo ainda se poderá sofrer. O destino dessa prosa todos sabem qual é: um mercado oferecendo oportunidades para os que tiverem o comportamento adequado e não o diploma certo. Nos níveis de diretoria já há muito tempo temos gente de RH vinda da engenharia, da filosofia e da matemática. Isso agora começa a chegar nos níveis gerenciais.

Quem viver verá, muito ainda vai mudar nessa área. As oportunidades se desenham, e os que estiverem dispostos a viver o contínuo processo de evolução e crescimento que tanto se prega nos treinamentos e cursos, entre cooffe breaks e coxinhas, estes terão água mais fresca e sombra mais aprazível. Aos outros o sol de todos os dias.

E ainda assim pode ser muito mais do que merecem.

Em frente!

Há braços!

Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

Twitter/Facebook – @eduardoinimigo

2012, o fim do mundo (como o conhecemos).

(Sobre a mudança do mercado, novas posturas, profissionais diferentes e a preocupação vital com os relacionamentos. Sim, o mundo vai acabar, ao menos esse mundo profissional que a gente conhece, de gente gritando com outros, de relacionamentos ruins, de climas e ambientes adoecidos, de comportamentos equivocados. A esses, destruição sistemática. Aos bons relacionamentos, aos vínculos produtivos, aos ambientes de trabalho saudáveis, muita estrada pela frente. Que novos anos venham!)

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Nas últimas décadas do século XX vivemos sob o temor do fim do mundo. Muitas crenças alimentavam a certeza de que tudo acabaria antes da virada do século, o que felizmente se provou um equívoco. Agora temos novas crenças afirmando que tudo acabará em 2012, mais precisamente no dia 21 de dezembro. Acredito que finalmente alcançamos um grau de entendimento que nos permite decifrar esse fim do mundo, que não será uma destruição de larga escala, mas sim uma grande mudança de forma abrangente, geral e irreversível.

Já vemos isso sendo gestado nas organizações. Ou alguém ainda alimenta a tola ilusão de que os comportamentos e padrões válidos no século passado ainda são úteis atualmente? As organizações que possuem a firme intenção de sobreviver às grandes transformações que o mercado exige, já iniciaram seu movimento de melhoria, desenvolvimento e aprimoramento para poder vivenciar as oportunidades que se avizinham no vaticínio de 21 de dezembro.

Estou falando das relações da empresa. Afinal de contas empresas são feitas de relações. Relações das pessoas que compõem essa empresa, relações com clientes, fornecedores, parceiros e com a comunidade. Em última instância falamos da relação da equipe com a marca da empresa. Relações que não se tornam belas e prósperas com o toque de uma vara de condão ou com o grito furioso de um chefinho tirano. Relações são construídas e geridas ao longo do tempo.

Vejo essa preocupação nas campanhas de Formação de Lideranças e Desenvolvimento Gerencial que conduzimos nas nossas empresas-clientes, quando criamos um padrão de desenvolvimento e treinamento para proporcionar verdadeiras lideranças às organizações. E digo que vejo isso porque a principal necessidade de melhoria dos atuais gerentes e gestores reside no estabelecimento, cultivo e manutenção das relações. Não basta mais acreditar que a autoridade será suficiente para manter uma equipe coesa e produtiva, ou que mimos e presentinhos baratos serão suficientes para manter clientes leais e lucrativos, ou ainda que o peso de uma marca ou o tamanho de uma empresa serão suficientes para manter parceiros dedicados e comprometidos.

Precisamos de maior dedicação às relações. Isso é feito diariamente, cotidianamente e em cada oportunidade de contato que temos. Se estamos pensando em nossas equipes profissionais, já é óbvio que pagar salários em dia, proporcionar benefícios tímidos e bonificações por produtividade já não são suficientes. Precisamos criar vínculos com nossos profissionais que os provem valiosos, importantes e parte do processo. Precisamos de menos chefes e mais de verdadeiros líderes que se envolvam na operação junto de suas equipes, que se mostrem parceiros e orientadores, que sejam rigorosos na cobrança dos resultados, mas humanos no trato com os profissionais.

Precisamos enfim, deixar o mundo que conhecíamos morrer e descansar em paz. Chega de gritos, chega de contratos leoninos, chega de oportunismo maldoso, chega de achar que para um ganhar algum outro precisa perder. Nesse novo mundo que temos prenhe, prestes a nascer, as pessoas são orgulhosas de suas funções e das empresas que trabalham. Nesse novo mundo já experimentado por muitas organizações, o investimento no conhecimento e na capacitação passa a ser parte estratégica da operação. Nesse novo mundo teremos pessoas sendo tratadas como seres humanos, resultados sendo tratados como desafios e o retorno de nossos esforços poderá ser chamado de lucro. Sem nenhuma vergonha de termos sucesso com o nosso suor.

Esse novo mundo que se esparrama no mercado pede por profissionais novos, de posturas novas e com uma visão de mundo e de pessoas baseada na parceria, na confiança e no ganho mútuo. Esse novo mundo é o nosso mundo. E ele se constrói a cada aperto de mão, a cada sorriso sincero, a cada equipe que se une para novas conquistas.

Faça parte. Ouse.

Há braços!

Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

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Quer um grande desafio?

Quer um grande desafio? Tente investir em algo aparentemente comum e usual, algo que aparentemente todos conhecem, mas coloque aí seu toque pessoal. Transforme esse algo usual em uma inovação. Alterne esse comum com ousadia e atrevimento, e pode ter certeza de que isso vai ser um desafio que vale a pena ser vivido. Não pense que será fácil. Um produto ou serviço inovador sempre terá dificuldades naturais de penetração no mercado, porém para isso existem algumas palavras (que podem soar como clichês, ainda que não sejam): parcerias, comprometimento, firmeza de propósitos e perseverança.
Ainda algo a comentar: a primeira vista, esse produto/serviço inovador pode parecer estranho, exótico ou até mesmo um erro. Não é o suficiente para sacrificar o plano. Houve um dia que alguém comentou que “bandas com guitarras eram coisa do passado”, e com esse pensamento dispensou quatro rapazes de Liverpool.
Insista.

Uma grande ideia – Triagem inova e aponta novos rumos.

Vivemos tempos de mercados agressivos e oportunidades escassas, tempos em que quem for criativo e ousado vai ter melhores condições e espaços. Parece clichê? Sim, e é clichê mesmo, mas é clichê por um motivo: é verdade. A correria que vivemos, a disputa pelos clientes, as margens de lucro reduzidas, a padronização da qualidade de atendimento, tudo isso torna a realidade corporativa ainda mais complicada, principalmente na área comercial.

Pois falando de gente criativa e que aposta na inovação hoje a TRIAGEM (@triagemjeans) iniciou um ciclo de palestras e treinamentos para toda a sua equipe comercial. De novo, parece assunto batido? Parece, mas não é. Esse ciclo de palestras está sendo realizado e conduzido pelos gerentes de loja, estimulados a apresentar inovações, provocados a superar os resultados usuais. Hoje o ciclo de palestras teve início com o gerente Ricardo Rodrigues que trouxe seus vários anos de experiência em vendas e em produção de moda para impressionar e capacitar o time de profissionais de vendas, bem como alguns profissionais da equipe administrativa também.

O conceito por trás desse ciclo de palestras é capacitar. Mas além de capacitar equipes de vendas, a grande iniciativa é capacitar os gerentes de loja em seus papéis de gestores de gente, formadores de profissionais, construtores de novos colaboradores. Realizando os treinamentos, os gerentes estão implantando seus conceitos, estudando e descobrindo novidades, além de estreitar o vínculo com as equipes. Em conjunto com uma série de atividades de estrutura em processos e padrões que a IDEA vem desenvolvendo e tem a desenvolver, essa iniciativa acrescenta uma grande riqueza ao conjunto de práticas da empresa. A Triagem mostra que o processo de conquistar a grandeza nem é o mais importante, porque o verdadeiro desafio consiste em manter a grandeza, em se comportar como empresa grande e assumir seu peso, valor e importância para o mercado.

Sabemos que muitos de nossos “magníficos” políticos preferem não investir em atividades de infraestrutura porque não são visíveis e não geram boas fotos. Pois empresas sérias investem em infra porque são estruturas que permitem ainda mais crescimento, sustentação e solidez por muitos e muitos anos pela frente. Ainda que não sejam tão fotogênicos, são base e fundamento.

A julgar pelo início do ciclo de palestras hoje, teremos momentos memoráveis aos montes. Quais os caminhos? Para quem se mexe de forma original eles são inúmeros e intensos. O futuro é um lugar divertido e confortável para quem quiser. A Triagem mostra que tem esse interesse, e eu me orgulho de ter clientes assim.

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Há braços!

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Eduardo Mesquita

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Melhorar quem já é brilhante? Esse é o desafio!

Unanimidade? Falar em público. Trata-se de uma das grandes fontes de temor (para evitarmos falar em medo) dos profissionais atuais. Isso porque vinte anos atrás você poderia entrar em uma organização e seguir sua carreira até a aposentadoria sem precisar mostrar a cor da sua voz. Essa realidade já não existe mais. Hoje um profissional vai precisar se manifestar em uma reunião, defender uma ideia, treinar uma equipe, fazer trabalho voluntário, qualquer coisa que o coloque na frente de uma plateia com o poder da palavra.

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E para algumas categorias profissionais isso até parece moleza. Mas não é assim tão natural. Eu ministro esse curso – Técnicas de Falar em Público – há praticamente 20 anos. Já tive em minhas turmas professores (vários de universidade e pós graduação), políticos (certa vez fizemos uma turma fechada para candidatos a vereador. Hilário!), religiosos e gente que vive de falar e falar muito. Gente que mesmo vivendo disso, procura aprender técnicas, macetes e dicas para aprimorar seus resultados. Porque mesmo esses profissionais, que dependem da sua capacidade de expressão em público para seguir avante na carreira, enfrentam dificuldades e limites.

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O mais impressionante é ver profissionais desse nível, que já possuem prática, experiência e traquejo procurando melhorar e aprimorar o seu talento. Estou vivendo isso nesses últimos dias com uma turma de profissionais do SICOOB CONFEDERAÇÃO, em Brasília. Esses – e essas – profissionais são responsáveis por treinamentos profissionais por todo o sistema Sicoob no país. São pessoas tecnicamente no topo da escala evolutiva, profissionalmente numa das maiores vitrines do mercado financeiro e que cresceram de inúmeras experiências particulares para chegar nessa posição. Atenção: ninguém questiona a capacidade deles. Mas estão em sala comigo para desenvolver ainda mais sua principal ferramenta de trabalho.

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E está sendo uma experiência única. Isso porque um curso como esse é marcante, definitivamente marcante. É impossível – eu nunca vi – uma pessoa participar de um curso desses e sair exatamente do mesmo jeito que entrou. Muitos poderiam dizer que é impossível participar de QUALQUER curso e sair do mesmo jeito, mas infelizmente a realidade é um pouco mais cruel que isso e sabemos que muitas pessoas são impermeáveis ao conhecimento novo. Pessoas passam por faculdades, cursos de pós graduação inteiros e saem cometendo as mesmas sandices de antes, inertes no seu poder de transformação.

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Pois não é esse o caso. Essa turma de tubarões corporativos desde o primeiro exercício se mostrou intensamente interessada em aprender, fazendo milhões de perguntas, participando ativamente dos exercícios, pedindo material de leitura e realizando apresentações sensacionais. Além do interesse demonstrado nas apresentações dos colegas. E desde o encontro passado venho recebendo dezenas de e-mails discutindo novas apresentações realizadas, comentando livros indicados, pedindo novas indicações de leituras, uma turma verdadeiramente faminta pelo conhecimento.

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Agora no fim de junho teremos mais dois encontros, momento em que naturalmente os desafios serão ainda maiores, já que o processo de crescimento precisa ser continuado. Mas tenho a firme convicção de que essas figuras irão se superar e me encantar novamente. Mais dois dias de muitas histórias, gestos, olhares, expressões, risadas e aprendizado. Ou seja, mais dois dias que vão valer a pena ser vividos.

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Há braços!

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Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

Twitter – @eduardoinimigo

Morri. Mas passo bem.

Goiânia, 01 de março de 2011

Boa tarde profissionais, clientes e parceiros,

Nos últimos dias não dei resposta a nenhuma mensagem recebida, fosse telefônica ou por e-mail, e isso se deve a um motivo justo. Eu morri.

E não falo figurativamente.

Tive um enfarte, uma parada cárdio-respiratória, fibrilei e morri. Assim permaneci por uns 10 segundos, quando me trouxeram de volta.

Eu morri de verdade, mas graças às artes da medicina e da competentíssima equipe do Hospital Lúcio Rebelo e do Incore, pude ser ressuscitado, tratado, curado e colocado de volta ao jogo.

Explico melhor. Alguns de vocês sabem que nas últimas semanas eu vinha sentindo um incômodo no peito. A sequência a esse incômodo foi um mal estar nos braços enquanto corria na esteira, e alguns dias depois um cansaço muito grande mesmo em pequenos trajetos (alguns dos meus alunos na UniAnhanguera viram isso na quarta-feira passada).

Sexta-feira fui ao Hospital Lúcio Rebelo realizar um exame de cateterismo. Seria um exame rotineiro dentro de uma sequência exploratória muito bem conduzida pelo Dr. Júlio César Mundim. Após o exame de cateterismo recebi uma notícia não muito animadora: “Você sabia que a situação era séria, mas é um pouco mais grave. Das suas três principais artérias no coração, uma está 100% bloqueada, outra está 90% bloqueada e a terceira está 80% bloqueada. Vamos te internar imediatamente.”

Fui internado e passei a noite na Unidade Coronariana. No dia seguinte, sábado, ao realizar uma sessão de fisioterapia eu tive a arritmia, a parada cárdio-respiratória e caí morto. Fui extremamente feliz em ter sofrido tudo isso em uma Unidade Coronariana de referência, com a sala cheia de enfermeiras no momento em que a melhor cardiologista da equipe passava ao meu lado. A urgência com que me trataram me fez voltar, com as marcas do desfibrilador no peito e nenhuma lembrança de túnel de luz ou parentes falecidos.

Fiquei três dias na UTI, fiz duas angioplastias e finalmente hoje tive alta.

Peço perdão pela ausência nesses dias, avalio que nenhum dos nossos projetos foi severamente prejudicado. Ainda precisarei realizar outras pequenas intervenções, mas nada tão assustador quanto foi agora. Essa semana ainda estarei em repouso por ordens médicas, mas logo voltarei a ativa. Enquanto isso, vamos alinhando nossas necessidades e situações pela internet.

40 anos de idade, nunca fumei na minha vida, bebo moderadamente, pratico atividades físicas (academia, banda de punk rock e os divertidíssimos outdoor trainings), sem histórico familiar, sem diabetes, ou seja, sem nenhuma explicação que justifique tal quadro a não ser stress. Como o próprio médico, Dr. Flávio, disse meu caso “é intrigante”, pois então divulguem isso às pessoas das nossas organizações para que ao menos sirva de exemplo. Façam exames, alimentem-se de forma gentil, moderem nos vícios, pratiquem atividades físicas e cuidem-se muito.

Eu, como o ansioso estressado de sempre, já me sinto 100% e já queria voltar à atividade, mas cachorro mordido por cobra tem medo de linguiça. Eu vou repousar um pouco. Como disse meu sogro, Sr. Mateus, “o perigo é não saber onde está o inimigo”, pois eu sei onde está o meu agora: no meu peito. Cuidem-se e me aguardem.

Estou voltando com muito mais fôlego, mais energia, mais dinamismo e muito, mas muito mais tesão pela vida.

Vida, essa coisa maravilhosa e incompreensível que fazemos juntos todos os dias.

P.S. – Quero agradecer aos profissionais que me acompanharam nessa aventura. Dr. Flávio, que decidiu me internar, Dr. Maurício, que realizou a angioplastia, Dra. Luciana, que me trouxe de volta. Aos sensacionais profissionais de enfermagem Osni, Gina, Dani, Josy, Luzia e os outros que agora não me recordo, mas que foram presença de cuidado, carinho e bom humor sempre. Aos colegas de UTI, de Unidade Coronariana, de enfermaria, de quarto, gente teimosa como eu brigando por mais vinte minutos de história. Nós vamos conseguir.

Mas agradecer imensamente à minha família pela presença e orações. À Minha Irmã, Ana Cristina, que esteve lá todos os dias, ao meu glorioso e enorme pai, Joel Cândido, que não saiu do hospital hora nenhuma. Mas agradecer principalmente para três pessoas que estando ou não estando fisicamente por lá sempre me davam motivação para continuar a briga e são – esses três – as principais razões para cada fôlego e sorriso que eu experimento – Minha Delícia Neiruelk (sempre lá o amor, o cuidado, o olhar assustado e confiante) e meus tubarõezinhos Adriano e Heitor (que não podiam ir ao hospital, mas ficavam gritando da janela do nosso apartamento “Papai, sai logo do hospital. Vem pra casa!”).

Estou pronto pra outra! Mas outra! Dessa eu não quero nunca mais. Morrer, agora, é a última coisa que eu quero fazer na minha vida. Já driblei a Morte uma vez, não quero tentar de novo.

Há braços!

Eduardo Mesquita, O Inimigo do rei

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Tudo isso sou eu. Agora e pra sempre, tudo isso sou eu!!

Sobre Kossa, desprezo, música e gerentes.

Vê esse sujeito feio na foto? Ele é Pablo Kossa, jornalista, funcionário público, agitador cultural, gente finíssima e um cara que tenho a honra de chamar de amigo. Ele tem um blog/site onde solta suas ideias e pérolas, e elas são muitas. Tanto umas quanto outras.

Dia desses ele soltou um texto falando sobre o Villa Sertaneja, uma espécie de festival de música sertaneja que aconteceu em Goiânia e que mobilizou muito dinheiro, gente, investimento, divulgação e grana (sim, a redundância é proposital). O texto está aqui – http://fosforocultural.com.br/pablokossa/?p=661 – e espera seu olhar. Vai até lá e depois volta aqui, eu te espero.

Enfim, depois de ler esse texto do Kossa fiquei encucado com o incômodo gerado, e percebi que o incômodo não era pelo amigo ou pelo jornalista, mas pelo profissional em sua abrangência maior. Falando de forma direta, o consultor de empresas que sou, o psicólogo corporativo que estou certamente colocaria em xeque um profissional de comunicação e eventos que ignorasse tão completamente um evento que teve tanta comunicação. A frase que mais me chama atenção no texto do compadre Kossa é quando ele é perguntado se não ouve a rádio em que trabalha.

Isso realmente foi o mais grave. Me lembro de uma diretora que tive a honra e orgulho de trabalhar numa cervejaria e que me disse uma vez que não devíamos deixar o cliente tomar o primeiro copo de outra marca, porque aí poderíamos perdê-lo para sempre. E isso reforçava ainda mais o que vivíamos todos os dias de respeito e cuidado com a marca que representávamos, e que em última instância nos permitia comprar coisas. Pois aquela era a marca que nos pagava, dando dinheiro em troca do suor e do conhecimento. Como então permitir que outra marca tivesse nada além de meu cuidado e minha atenção?

E Kossa, em seu descaso pelo estilo musical do evento, revela descaso por sua atividade. Entendo não se interessar por eventos congêneres – e os comentários abaixo de seu texto são outra fonte de informação excelente que compõem o quadro – mas como alguém da área de eventos penso que ele deveria ao menos manter o olhar sobre eventos paralelos, que de uma forma ou de outra disputam patrocinadores e público com os que ele organiza.

Alguém pode dizer que são públicos diferentes, mas lembrem-se todos que são públicos predominantemente jovens, em ambos estilos, e que famosos são pela instabilidade, volatilidade, modismos e quetais. Hoje ouvem sertanejo, amanhã podem estar em festivais de rock ou de funk ou de sambão.

Reforço, não acredito que ele devesse prestar atenção ao festival, já que não aprecia o estilo musical, mas por ser um evento musical, isso deveria despertar-lhe ao menos a curiosidade. Talvez eu seja um yuppie formado pelas guerrilhas de mercado dos anos 90 realmente, momentos em que aprendíamos a devoção às marcas e atividades, e qualquer coisa que pudesse nos roubar pontos de Market share eram vigilantemente acompanhadas. Talvez ainda Kossa esteja num momento de sua vida que realmente não se estresse mais tanto assim, porque afinal de contas pode ser avaliado como um cara profissionalmente muito bem sucedido (e não sou irônico mesmo nesse ponto). Por bem sucedido entenda-se que não esteja preocupado em excessos com pontos percentuais de lembrança ou por corpos presentes. Tem um emprego público, tem uma carreira bem construída e agora empreende na área cultural.

Mas fosse um gerente de empresa cliente minha e eu colocaria toda a atenção em seu comportamento. O mundo corporativo que vivo é paranoico realmente e aí pode residir o incômodo que senti ao ler o texto. Um profissional não pode desprezar novos entrantes ou possíveis concorrentes em sua área de atuação, é um dos credos que vivo; e negligenciar um troço daquele tamanho com aquele tanto de propaganda é sentir-se muito tranquilo para poder escolher em que dedicar sua atenção.

Me lembro de um amigo publicitário que ao parar em sinaleiros pegava todos os panfletos, flyers e folders entregues, e se algum entregador não o abordava ele buzinava e chamava para pedir um tablóide impresso. Isso tudo para monitorar o que andava sendo produzido de divulgação naquele momento, podendo ter ali algum concorrente de cliente seu. Aprendi muito com esse sujeito também.

Não quero em nenhum momento dizer que Kossa está errado. Isso seria fanatismo. Quero dizer que nesse aspecto pensamos diferente, e se estivesse no estúdio da rádio naquele momento seria mais um a dinamitá-lo por não saber do tal evento musical. Curioso é ver que ele diz em outro momento – http://geracaobooks.locaweb.com.br/releases/?entrevista=81 – que “é impossível passar indiferente” por um ícone cultural inglês, mesmo aparentemente agora sabendo que até por grandes ícones é possível SIM passar indiferente. E a vida segue. Não comparando as referências, naturalmente. Outra coisa que não concordo com o texto é a aparente “metropolidade” de Goiânia. Não temos uma cidade tão enorme assim, que permita desconhecer o que acontece em proporções maiores, mas entendo que o rock também seja desprezado e ignorado por muitos da cidade por opção e escolha.  Gente que pensa do rock o mesmo que Kossa pensa do sertanejo, isso eu sei.

E sei mais ainda, por aprender ao longo de 40 anos de existência, que o contraditório é muito mais enriquecedor que a unanimidade. Andar com pessoas que apreciam as mesmas coisas que eu em todos os momentos seria negar a oportunidade intensa de conhecer um pouco de um monte de coisas que o mundo oferece. Falo isso com a tranquilidade de um psicólogo consultor de empresas que não esconde – e até divulga sempre que pode – o fato de ser vocalista de punk rock no SANGUE SECO. Já tive oportunidades de encontrar clientes em plateias de shows da banda, e num primeiro momento ficar mortificado com a possibilidade de perder algum contrato – já que o rock não paga nem minhas contas nem meus prazeres. Mas percebo que a maioria esmagadora desses que me contratam apreciam muito mais o perfil confuso que se desenha entre o cara de terno e o sujeito de jeans aos pedaços. E curiosamente as ideias e ideais do consultor e do vocalista são as mesmas, mas umas são vertidas em treinamentos e reuniões, e outras são urradas nos palcos e microfones.

A prova disso vai acontecer no dia 06 de março, quando o SANGUE SECO vai participar do Grito Rock Goiânia, no Centro Cultural Martim Cererê. Sei que terei vários clientes, alunos universitários e amigos na plateia, vendo que extremos às vezes antagônicos podem ser muito bem convividos. E o Grito é organizado pela Fósforo, entidade cultural capitaneada por Pablo Kossa. No fim, estamos todos próximos.

Aparece no Grito Rock e confere. Teremos muito barulho nervozzo de gente extremamente amigável. Confere a programação e se organiza, e lá você vai poder conhecer o Kossa e comprovar que, mesmo desprezando música sertaneja, ele é gente finíssima. Até porque uma coisa não tem nada a ver com a outra. rs

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Há braços!

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Eduardo Mesquita, O Inimigo do rei

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