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Arquivo por autor

Ivana Abreu – gerente geral da Clínica São Marcelo

“Fico muito feliz em poder contar com os seus maravilhosos conselhos, tenho certeza que só tem engrandecido o nosso trabalho, que voce sabe que não é facil. Apesar de sermos “muito bonzinhos” estamos aprendendo muito com você! Obrigada!”  –  Ivana Abreu, gerente geral da Clínica São Marcelo, cliente de consultoria estratégica desde 2010

Eduardo Mesquita

Zuleir Spindula é Diretor Comercial da TYR Consultoria e Negócios

Eduardo,

Quero te parabenizar pela excelente palestra “Liderança, dicas para se tornar um Lorde do Mal” realizada junto ao Sinat em agosto de 2012. Adorei a forma da apresentação. Lógico, sempre ao estilo Eduardo Mesquita, inteligente e com bom humor. Como sempre falo, quando crescer quero ser igual a você!

 

Zuleir Spindula é Diretor Comercial da TYR Consultoria e Negócios

Eduardo Mesquita

Dia dos Pais que nada! http:/…

Dia dos Pais que nada! http://t.co/51JPBxJA

Eduardo Mesquita

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Eduardo Mesquita

2012, o fim do mundo (como o conhecemos).

(Sobre a mudança do mercado, novas posturas, profissionais diferentes e a preocupação vital com os relacionamentos. Sim, o mundo vai acabar, ao menos esse mundo profissional que a gente conhece, de gente gritando com outros, de relacionamentos ruins, de climas e ambientes adoecidos, de comportamentos equivocados. A esses, destruição sistemática. Aos bons relacionamentos, aos vínculos produtivos, aos ambientes de trabalho saudáveis, muita estrada pela frente. Que novos anos venham!)

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Nas últimas décadas do século XX vivemos sob o temor do fim do mundo. Muitas crenças alimentavam a certeza de que tudo acabaria antes da virada do século, o que felizmente se provou um equívoco. Agora temos novas crenças afirmando que tudo acabará em 2012, mais precisamente no dia 21 de dezembro. Acredito que finalmente alcançamos um grau de entendimento que nos permite decifrar esse fim do mundo, que não será uma destruição de larga escala, mas sim uma grande mudança de forma abrangente, geral e irreversível.

Já vemos isso sendo gestado nas organizações. Ou alguém ainda alimenta a tola ilusão de que os comportamentos e padrões válidos no século passado ainda são úteis atualmente? As organizações que possuem a firme intenção de sobreviver às grandes transformações que o mercado exige, já iniciaram seu movimento de melhoria, desenvolvimento e aprimoramento para poder vivenciar as oportunidades que se avizinham no vaticínio de 21 de dezembro.

Estou falando das relações da empresa. Afinal de contas empresas são feitas de relações. Relações das pessoas que compõem essa empresa, relações com clientes, fornecedores, parceiros e com a comunidade. Em última instância falamos da relação da equipe com a marca da empresa. Relações que não se tornam belas e prósperas com o toque de uma vara de condão ou com o grito furioso de um chefinho tirano. Relações são construídas e geridas ao longo do tempo.

Vejo essa preocupação nas campanhas de Formação de Lideranças e Desenvolvimento Gerencial que conduzimos nas nossas empresas-clientes, quando criamos um padrão de desenvolvimento e treinamento para proporcionar verdadeiras lideranças às organizações. E digo que vejo isso porque a principal necessidade de melhoria dos atuais gerentes e gestores reside no estabelecimento, cultivo e manutenção das relações. Não basta mais acreditar que a autoridade será suficiente para manter uma equipe coesa e produtiva, ou que mimos e presentinhos baratos serão suficientes para manter clientes leais e lucrativos, ou ainda que o peso de uma marca ou o tamanho de uma empresa serão suficientes para manter parceiros dedicados e comprometidos.

Precisamos de maior dedicação às relações. Isso é feito diariamente, cotidianamente e em cada oportunidade de contato que temos. Se estamos pensando em nossas equipes profissionais, já é óbvio que pagar salários em dia, proporcionar benefícios tímidos e bonificações por produtividade já não são suficientes. Precisamos criar vínculos com nossos profissionais que os provem valiosos, importantes e parte do processo. Precisamos de menos chefes e mais de verdadeiros líderes que se envolvam na operação junto de suas equipes, que se mostrem parceiros e orientadores, que sejam rigorosos na cobrança dos resultados, mas humanos no trato com os profissionais.

Precisamos enfim, deixar o mundo que conhecíamos morrer e descansar em paz. Chega de gritos, chega de contratos leoninos, chega de oportunismo maldoso, chega de achar que para um ganhar algum outro precisa perder. Nesse novo mundo que temos prenhe, prestes a nascer, as pessoas são orgulhosas de suas funções e das empresas que trabalham. Nesse novo mundo já experimentado por muitas organizações, o investimento no conhecimento e na capacitação passa a ser parte estratégica da operação. Nesse novo mundo teremos pessoas sendo tratadas como seres humanos, resultados sendo tratados como desafios e o retorno de nossos esforços poderá ser chamado de lucro. Sem nenhuma vergonha de termos sucesso com o nosso suor.

Esse novo mundo que se esparrama no mercado pede por profissionais novos, de posturas novas e com uma visão de mundo e de pessoas baseada na parceria, na confiança e no ganho mútuo. Esse novo mundo é o nosso mundo. E ele se constrói a cada aperto de mão, a cada sorriso sincero, a cada equipe que se une para novas conquistas.

Faça parte. Ouse.

Há braços!

Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

twitter – @eduardoinimigo

facebook – @eduardoinimigo

Eduardo Mesquita

Quer um grande desafio?

Quer um grande desafio? Tente investir em algo aparentemente comum e usual, algo que aparentemente todos conhecem, mas coloque aí seu toque pessoal. Transforme esse algo usual em uma inovação. Alterne esse comum com ousadia e atrevimento, e pode ter certeza de que isso vai ser um desafio que vale a pena ser vivido. Não pense que será fácil. Um produto ou serviço inovador sempre terá dificuldades naturais de penetração no mercado, porém para isso existem algumas palavras (que podem soar como clichês, ainda que não sejam): parcerias, comprometimento, firmeza de propósitos e perseverança.
Ainda algo a comentar: a primeira vista, esse produto/serviço inovador pode parecer estranho, exótico ou até mesmo um erro. Não é o suficiente para sacrificar o plano. Houve um dia que alguém comentou que “bandas com guitarras eram coisa do passado”, e com esse pensamento dispensou quatro rapazes de Liverpool.
Insista.

Eduardo Mesquita
Blog, RH

Pedro Fernandes, Gestor na Fernandes Promoções e Marketing

“Em tantos trabalhos com comunicação em estúdios, rádios, tvs, apresentações, agências, o Curso Falar em Público Instrumental só me fez aprimorar quesitos que me são úteis no dia a dia, como postura e o gestual com os braços. E lógico, curso de alta qualidade com um instrutor focado em repassar forma direta e clara os ensinamentos. Valeu!” –

Pedro Fernandes, Gestor na Fernandes Promoções e Marketing, locutor, radialista e profissional de comunicação.

Eduardo Mesquita

Ouse ter uma ideia diferente. É a nossa vez.


Usamos esse slogan “Ouse ter uma ideia diferente. Tenha IDEA”, e como provar que acreditamos no que dizemos? Fazendo isso. Agora estamos experimentando uma série de novas ideias diferentes. O site está refeito (thanx nosso irmão/parceiro/compadre Andrei “Césio” Lima), estamos no Facebook (http://www.facebook.com/pages/Idea-Consultoria/184122545051800) e no twitter (@IdeaOuse) e logo estaremos iniciando atividades no YouTube também.

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Isso tudo porque reconhecemos a importância dessas ferramentas, mas muito mais importante, isso tudo porque praticamos o que pregamos. Vamos ousar, vamos provar da novidade, vamos nos lançar em situações inéditas. E você, vem junto?

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Para quem quer, o céu não é o limite, é SÓ MAIS UM CAMINHO!!
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Há braços!
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Eduardo Mesquita
eduardo@ideiadiferente.com
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Eduardo Mesquita

Qual é hoje – na sua opinião…

Qual é hoje – na sua opinião – a maior dificuldades dos líderes dentro das empresas?

Eduardo Mesquita

Ainda mulheres…

No post abaixo eu coloquei o banner de divulgação da palestra que fiz na TecnoShow da Comigo em Rio Verde versando sobre as “Mulheres no Agronegócio”. Uma realidade inconteste que a presença feminina traz mudanças para todas as áreas em que elas se lançam, e se lançam de corpo, alma e coração.

A palestra foi sensacional. Digo, não a palestra em si (seria leviano e prepotente jogar confete assim em minha própria palestra), mas a presença, a organização, o local e o conjunto da obra. A quantidade de pessoas presentes na plateia me surpreendeu, confesso. Uma segunda-feira, início de tarde, esse não é o horário mais popular da existência para palestras, porém o auditório ficou lotado e no horário marcado. Sem atrasos! 99% da plateia composta de mulheres, todas envolvidas com agronegócio e em busca de informações.

A resposta da plateia foi intensa, e muito disso eu credito ao nível da organização da palestra, conduzida por Siomara Martins e sua equipe do RH da Comigo. Condições ideiais para o trabalho, seriedade, cuidado e compromisso foram as marcas principais desse momento. Além disso tudo ainda tive o apoio generoso e competente de João Ferreira, sócio-diretor da SIA Consultoria, que me conduziu ao local da palestra, me ciceroneou por todo o evento, me apresentou o local e tirou fotos ainda durante a palestra. Muito mais que apoio, foi quase patrocínio.

E como se tudo isso fosse pouco, ainda tive a grata satisfação da resposta das pessoas que foram informadas da palestra pelo Facebook e por email. Muita gente comentando sobre o tema, a importância e necessidade do mesmo e somando a tudo isso ainda ganhei um presente. Um email do psicólogo, meu amigo e cliente Fabrício Maurício de Oliveira (na foto ao lado, que escreve no http://batalhainterior.blogspot.com.br/), Gestor de Pessoas da Goiasa Alcool e Açúcar, com um texto de bela sabedoria e precisa escolha de palavras. Pedi e ele me autorizou, e coroando um mês em que o tema “Mulheres” foi tão presente em minha carreira, segue abaixo o belo texto do cidadão de bem, Fabrício Maurício de Oliveira.

Mulheres, olha o que vocês provocam.

QUE ASSIM SEJAM SEUS DIAS MULHERES

Nos idos do século XIX em 08 de março de 1858, caminhavam em uma floresta de uma cidade norte americana o Mestre e sua Jovem Aprendiz.

– Porquê a Mulher tem o seu dia especial e o homem não Mestre? Perguntou a jovem ao sábio, intrigada com aquele 8 de março.

– A Mulher é a Mãe deste Mundo que parece estar órfão de tantos valores minha Jovem.

– Se somos Mãe, os homens são Pais, qual é o dia do homem? Insistiu a Jovem, não concordando com sua “condição especial”.

– Até então Minha Aprendiz, o Homem por sua força física impôs ao mundo que todos os dias são só seus. Foi a percepção da delicadeza que a humanidade precisava para ser menos dura, que contribuiu para este primeiro passo. Hoje Vocês tem um dia, amanhã dois e em breve todos os dias serão de todos.

Ela percebendo que sua condição não era tão especial como imaginava se decepcionou e retrucou:

– Ora, assim sendo não quero mais esperar, quero agora o que é meu por direito!

– Querida, pensando assim será como os homens. O mundo precisa desta poesia que falta nos dias atuais de tanta objetividade e pressa.

– Porque precisamos esperar tanto?

– É a calma e tranquilidade de Vocês Mulheres que equilibra as tantas exigências por horas e datas que imperam nos tempos modernos. Seu valor está especialmente na paciência e resiliência nesta Terra de tudo prá ontem.

– Mas foi exatamente a quebra desta paciência bovina que carregamos até o presente momento da humanidade, no mesmo dia do ano passado (08 de março de 1857), quando nos rebelamos buscando igualdade e melhores condições de vida, que fez instituir este nosso dia. Foi exatamente isto que nos fez sermos vistas e tratadas como especiais e portanto iguais. Homens e Mulheres, cada qual com suas características, virtudes, potencialidades, bem distintas, mas não melhores e piores, iguais!

Nesta hora o Mestre aprendeu com sua Aprendiz e só então pode assimilar honestamente em seu interior masculino o valor feminino. Deste dia em diante, definitivamente, sem mais esperas e delongas, a posição da mulher mudou drasticamente e Homens e Mulheres passaram a ser exatamente iguais e a ter o mesmo respeito do Universo!

…Que assim seja!…

Eduardo Mesquita