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Que profissional você quer ser? – Aula 1

Vamos compartilhar com você uma série de vídeos feitos em um webinario do professor Eduardo Mesquita. Nessas aulas ele vai discutir sobre as novidades do mercado de trabalho, as novas exigências profissionais e apresentar ferramentas e técnicas para maior desempenho e melhores resultados. Confere o vídeo, essa é a primeira parte. Aproveita e se inscreve em nosso canal! Estamos começando agora, mas já começamos em alto nível!!

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Eduardo Mesquita

Jordão diz “O que os clientes querem”. Você sabe?

Conhece o Ricardo Jordão? Esse é o sujeito que fala de vendas na internet e mexe o mundo, faz chover e muita gente ganhar dinheiro. Com clientes satisfeitos! Jordão é nosso parceiro, porque temos orgulho de trabalhar com gente que gera resultado, gente que acredita, gente que vai pra cima e faz acontecer.

Confere essa mensagem do Jordão onde ele te ensina O QUE OS CLIENTES QUEREM, afinal de contas. Ele tem esse jeitão amalucado de falar, mas a mensagem é puro ouro!

Se o vídeo não abrir aí acima, clica AQUI e confere o vídeo.

Eduardo Mesquita

Seu sonho pode se tornar a sua carreira

“Comecei na oitava série, hoje chamado nono ano. Era uma prova e a professora deu a opção de fazermos uma peça teatral. Eu comecei a discutir textos, cenários, ensaios e achei tudo muito divertido. A sensação de estar em um palco e ver a reação das pessoas era algo mágico e empolgante. Viciante, eu digo até hoje. E depois disso eu continuei me envolvendo em peças teatrais, performances, participei de grupos universitários, além de ator, me tornei diretor e produtor teatral, e até mesmo autor. Escrevi várias peças. Mas teatro não dava dinheiro, era uma área de atuação vista como algo para sonhadores ou maconheiros. Arte?

Eu somei então essa minha paixão com as minhas experiências profissionais de sala de aula. Eu já era professor de inglês desde os 13 anos de idade, mas sabia que minha carreira como professor tinha um problema, que era semelhante ao problema da carreira artística: paga muito mal.

E fui fazer outras coisas, trabalhar em banco, ser executivo, trabalhei em multinacionais, conheci e aprendi muito, mas sempre tentando associar meu encanto pelo palco, pela arte. O salto aconteceu quando eu finalmente pude juntar o que eu amava com uma profissão, digamos, séria. Comecei a trabalhar com treinamentos corporativos, empresariais, e isso me levou a ser palestrante. Hoje sou palestrante. E minhas palestras são divertidas, as pessoas riem muito, se divertem e aprendem. Eu consigo associar a intensa sensação de estar em um palco vendo a reação das pessoas, com a mágica responsabilidade de causar um impacto na vida dessas pessoas. Eu sou feliz.”

Esse depoimento é do nosso mentor, Professor Eduardo Mesquita (o sujeito estiloso da foto). Ele viveu tempos em que a arte não remunerava bem, e que os caminhos eram poucos, mas ele ainda assim conseguiu encontrar um caminho de rentabilidade e felicidade.

Hoje temos um mercado muito maior, muito mais amplo e que vê as habilidades artísticas como algo muito além de um dom. Vê como uma grande geradora de recursos e resultados. O desenho é uma dessas formas artísticas que não tinha seu devido reconhecimento antes, mas hoje as produtoras, empresas de publicidade e comunicação, grandes corporações e seus setores de endomarketing e qualquer empresa que entenda que vivemos um mundo de imagens, sabe valorizar uma pessoa com a capacidade e a habilidade de desenhar.

Não precisa ser uma paixão que fica em uma gaveta escondida e antiga, uma saudade ardendo no peito. Deve e tem que ser real! Mesmo para quem ainda não considera que saiba desenhar. O Thiago Spyked, nosso parceiro, criou um curso de desenho, com técnicas, dicas e muita prática, que permite a qualquer pessoa se tornar um desenhista, um cartunista, um artista.

Clica aqui –  www.bit.ly/vocevaiaprenderadesenhar – para você ter mais informações e conseguir seguir seu caminho. Hoje pode ser um sonho, mas daqui a pouco pode se tornar a sua carreira.

Eduardo Mesquita

TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) faz surgir empresa disruptiva!

Ana Paula Naccarato, 24 anos, em 2017 fez o seu TCC do curso de Design de Produto na FAAP – Fundação Armando Álvares Penteado, em São Paulo com o nome de “Recoffee: a reutilização da borra de café sob a perspectiva do design”, e o que normalmente é só motivo de angústia e sofrimento para o aluno de cursos superiores se tornou uma empresa inovadora, ousada e extremamente bem sucedida.

Hoje a Recofffee Design, em Ribeirão Preto (SP) recicla a borra de café e a transforma em acessórios e objetos de decoração, como brinco, colar, relógio de parede, bandeja e luminária.

Confere essa história aqui – https://economia.uol.com.br/empreendedorismo/noticias/redacao/2018/10/25/recoffee-design-reutilizacao-borra-do-cafe-objetos-decoracao.htm

E o seu TCC? Se você é estudante de curso superior já deve estar vivenciando a aproximação do momento de produzir o seu TCC, que é – na nossa opinião – o momento maior de uma carreira universitária. Antes de ser apenas angústia, sofrimento e noites mal dormidas, o TCC é o símbolo de toda a jornada estudantil, sendo então fruto de vitórias e conquistas.

Não precisa ser sofrimento. Pensando nisso nós encontramos uma ideia diferente para te apresentar: o Monografis 3.0, orientador de TCC (www.bit.ly/produzaseutcc).

Ele é sensacional! Uma plataforma que te acompanha e auxilia na produção do seu TCC, totalmente à prova de plágio (para você não correr riscos éticos), seguindo todas as normas ABNT (para você não se preocupar com estes detalhes tão importantes) e com um roteiro estruturado em blocos, o que facilita a produção de seu TCC.

Afinal de contas o que realmente importa é a qualidade do seu trabalho final, mostrando todas as conquistas da sua jornada. Ele já existe no mercado há bastante tempo tendo produzido TCC´s aprovados nas maiores e melhores instituições do país.

Pense, ter uma orientação 24 horas disponibilizada para seu trabalho acadêmico? Com direito a participação em grupos de facebook e whatsapp direcionados ao seu interesse: fazer um grande TCC e ter reconhecimento por parte da banca, amigos e familiares!

Vai até www.bit.ly/produzaseutcc para ver o vídeo de apresentação e as condições para adquirir essa plataforma sensacional! Foi totalmente desenvolvida por professores participantes de bancas, o que mostra o nível de preocupação e seriedade da plataforma.

Com mais de 20.000 alunos aprovados que usaram o Monografis, você pode ver dezenas de depoimentos e testemunhos de pessoas encantadas com os resultados.

E depois do seu TCC aprovado, você ainda pode fazer como a Ana Paula e dar início à sua empresa muito bem sucedida!

 

Essa é uma ideia diferente!

Eduardo Mesquita

Competição saudável ajuda carreira

Matéria no jornal O Popular (Goiânia – GO), o entrevistado é Eduardo Mesquita.

Iniciativa é vista como oportunidade para o crescimento coletivo ou individual dos profissionais dentro da empresa

Karina Ribeiro – 10/06/13

10 dicas para um ambiente construtivo

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Com o mercado de trabalho cada vez mais concorrido, criar um ambiente no qual exista uma competição construtiva entre os funcionários é uma prática comum em muitas empresas. Embora essa situação cause arrepios em muitos profissionais, a competitividade pode ser vista como uma oportunidade para desenvolvimento tanto coletivo quanto individualmente.

Do outro lado da bancada, a empresa precisa saber definir metas e regras claras para conseguir atingir seus objetivos e, sobretudo, “enxergar” o profissional que melhor se enquadre com os propósitos da empresa.

Para o psicólogo e palestrante, Eduardo Mesquita, o ponto chave para que a competição seja um ponto favorável para ambas as partes é conseguir casar o perfil da empresa com o perfil do profissional. Neste ponto, vale lembrar que é primordial que o profissional “estude” a empresa na qual pretende trabalhar para que não haja frustração.

“Têm empresas que conseguem imprimir uma competição durante os sete dias da semana e, em outras, essa atitude não vai ser adequada. E isso depende tanto da empresa quanto dos profissionais contratados”, avalia.

A empresa precisa estabelecer pontos de controle ao ponto de existirem regras bem definidas, que, de comum acordo, podem inibir disputas nocivas dentro do ambiente corporativo. Quando os critérios não são claros, os profissionais competitivos demais podem enxergar uma oportunidade para tentar desestabilizar e, assim, prejudicar colegas de trabalho considerados ameaçadores. É relativamente comum nesses ambientes o famoso “puxador de tapete”. Caso seja uma vítima desse tipo de profissional, existem, pelo menos, duas saídas apresentadas para sair dessa cilada: buscar um feedback com maior frequência sobre o seu trabalho e aumentar a comunicação com seu superior e com seus colegas.

ALINHANDO OS PAPÉIS

Segundo Eduardo Mesquita, um ambiente de competição agressiva não exclui o trabalho em equipe. Ele explica que o profissional deve saber desempenhar esses papéis nos momentos adequados. “Ele pode ser funcionário agressivo mas também precisa saber o momento certo para desempenhar um trabalho em equipe. É como nós que desempenhamos diferentes papéis no nosso dia a dia. Somos pais, filhos, profissionais, entre outros”, afirma.

Embora pareça trivial, Eduardo salienta que encontrar um profissional que se enquadre nessas características não é fácil. Por isso, diz, as empresas precisam investir em capacitação e desenvolver valores de equipe. “Já existem muitas empresas fazendo isso”, afirma.

Eduardo Mesquita

A MONSTRO está a procura de Uma Ideia Diferente

 

Boa noite pessoas,

 

A MONSTRO Discos, nossa cliente, precisa de um guerreiro kamikaze.

Para missões arriscadas, grandes guerreiros e guerreiras, sabedores que podem não retornar ao fim da campanha. Mas sabedores que ao fim da campanha vitoriosa, os louros serão imensos.

 

A MONSTRO está realizando uma grande movimentação estratégica, ampliando os horizontes de negócio e pretende dominar o mundo.

 

Quer ajudar?

 

Quem é essa criatura mítica feita de fogo e fúria que estamos procurando?

 

Procuramos alguém que conheça planilhas… não, melhor ainda: procuramos alguém que domine planilhas. Se for planilha de Excel fica lindo!

Gostaríamos de uma pessoa que estivesse cursando administração, marketing ou direito em alguma faculdade brasileira. Isso porque depois da missão cumprida temos possibilidades de outras grandes missões nessas áreas de conhecimento. Não se trata de possibilidade de crescimento, trata-se de possibilidade de engrandecimento.

Queremos alguém que conheça formatos digitais de música. Não preciso de um produtor internacional de bandas de sucesso, mas alguém que saiba o que é um MP3, um WMA e troços parecidos. E também que saiba converter um no outro, ou nos outros, ou nos vários que existem.

Essa pessoa precisa dedicar 06 horas por dia para essa aventura. Vai trabalhar com um computador bom, ferramentas adequadas, temperatura confortável e água filtrada à vontade.

Sabe uma coisa que vai ser bem legal? Se essa pessoa tiver muita vontade de aprender, de se embrenhar em novos negócios, novas oportunidades. Gente assim é bacana.

Essa missão vai durar 06 meses. Nem mais, nem muito menos. Pense numa força tarefa abrindo campos de batalha e deixando seu nome na história. É algo assim.

 

O que oferecemos além de sangue, suor e lágrimas?

Vamos pagar para você ir e vir do trampo. Certeza.

Vamos pagar algum tanto para você se alimentar em intervalos regulares. Algo entre uma refeição a cada 12 horas é suficiente?

Certificado de estágio, isso rola. Podemos até ver com relação àquelas horas que universitários tanto adoram hoje em dia.

Grana? Sério que você ainda quer ser pago? Humpf…. faz assim, conversa com a gente. Não prometo nada, mas nada mesmo, mas vai que você consegue nos convencer do contrário.

(não alimente muitas esperanças nisso, mas vai ser divertido ver você tentar).

 

Mas o que temos mais orgulho de oferecer é a possibilidade de você se meter num negócio que está revolucionando a relação das pessoas DO MUNDO INTEIRO com a música.

 

Não vamos te alugar, se você tem filhos, contas fixas, despesas, pouco tempo disponível, urgências imediatas em sua carreira, você não quer essa oportunidade. Estou falando sério, não queira essa oportunidade.

Mas se você tem tempo, não tem um gato pra dar água, quer aprender, crescer, estar no ambiente em que as coisas vão acontecer e está disposto a correr junto da matilha, então manda teu currículo para contato@ideiadiferente.com porque nosso time de selecionadores internacionais estará avaliando se você tem o nível de perturbação e conhecimento que procuramos.

 

No assunto coloque (adoramos isso) EU QUERO SER MONSTRO. Vamos saber que você já tem algum traço de sandice que combina com a MONSTRO e com a IDEA.

 

Pra onde vamos? Pro futuro, padawan, pro futuro!!

 

Há braços!

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Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

Eduardo Mesquita
Blog, RH

Ana Tereza Siqueira – RH BR Home Centers (Tend Tudo e Casa Show)

“ A BR Home Centers tem uma parceria de longa data com o consultor Eduardo Mesquita que engloba trabalhos de Capacitação para Equipe Comercial, Treinamentos Outdoor e Motivacionais. Todos estes trabalhos são marcados pela grande criatividade, dinamismo e habilidade de relacionamento do Eduardo, fazendo que se tornem realmente relevantes para nossas equipes. É muito bom poder contar com esta parceria para o desenvolvimento do nosso capital humano!”

Eduardo Mesquita

Falar em público – o que fazer?

Tornou-se clichê o comentário (que uso frequentemente em treinamentos e cursos) de que uma pesquisa dos anos 80 nos Estados Unidos apontou a morte como o segundo maior medo na vida dos norte americanos em geral; sendo que falar em público é o primeiro maior medo desses mesmos sujeitos.

Trabalho com treinamentos, palestras, aulas e cursos a muito tempo e sempre vejo a dificuldade dos profissionais em se levantar em meio a um grupo e manifestar suas ideias de forma coerente e estruturada. Se pensarmos numa apresentação coerente, estruturada e também apaixonada, cativante, envolvente e empolgante aí estamos na seara do deserto das intenções, onde realmente muitos pretendem chegar, mas poucos se atrevem a tentar. Ainda é prática usual se esconder atrás das principais dificuldades para justificar a ausência da sua voz em meio a grupos e plateias maiores que a pessoa amada ou dois amigos na mesa de bar.

Isso se mostra desde muito cedo na carreira, ainda em ambientes escolares/universitários quando encontramos pessoas que se prestam a fazer os trabalhos, digitar, pagar as encadernações, servir suco para a banca, lavar os carros do estacionamento… qualquer coisa desde que possa ficar livre da apresentação. Isso no ambiente acadêmico, onde todos se encontram para aprender! E o processo do aprendizado inclui tentativa e erro, ao menos em seu nascedouro.

O mercado cobra caro por essa iniciativa de fuga, porque dificilmente vamos ter cargos muitíssimo bem remunerados para quem digita trabalhos, serve suco ou lava carros. Mas o mercado paga muito bem às pessoas que conseguem apresentar suas ideias, argumentar com os presentes, convencer as pessoas e conduzir o mundo no rumo das suas convicções. O mercado gosta de gente que sabe se expressar e isso se reflete em visibilidade, negócios, resultados e uma vida mais tranquila com o passar do tempo.

O medo existe? Naturalmente, e é bom que exista. O medo nos impede de cometer muitas asnices ao longo da vida, e nos mantém vivos e íntegros com o passar do tempo, nos permitindo uma velhice com conquistas, realizações e alguns arrependimentos. Mas deixar o medo dominar nossas ações é inverter essa velhice, tendo então montes de arrependimentos e algumas conquistas. Aceitar o medo, viver o medo e então aprender a lidar com ele são os passos mais adequados aos que buscam destaque num mercado cada vez mais agressivo, competitivo e algumas vezes desleal. Num mercado em que existe – SIM – sorte, momento certo, oportunidade e apadrinhamento. Mas que ainda assim é um mercado que aprecia preparo, conhecimento, competência e arrojo.

Você tem medo de falar em público? Bem vindo à maioria da raça humana. Agora saia da massa ignara e seja parte daqueles que, apesar do medo, tentam fazer algo com relação a isso. E quando você estiver magnetizando uma plateia com suas palavras e seus olhares, vai se lembrar de um dia em que no auge do desespero e da taquicardia, você teve a insensatez de se oferecer para digitar o trabalho ao invés de brilhar e colher conquistas.

Há braços!

Eduardo Mesquita

 

P.S. – caso você queira mesmo sair dessa multidão de gente que some e não fala nada, no dia 24 de novembro teremos um curso de Comunicação de Impacto (Oratória e Resultados!) em Goiânia com o professor Eduardo Mesquita. Se interessou? Quer mais detalhes? Cansou de fugir e ficar com medo de falar para um grupo? Clica em EU QUERO FALAR EM PÚBLICO para ver mais detalhes do curso e fazer a sua inscrição. A turma é reduzida, então faz logo a sua inscrição. Em Goiânia e presencial!!!

Eduardo Mesquita

Os novos ventos sopram no RH.

Muito já se disse do papel de mudança do setor de Recursos Humanos dentro das organizações. Mas apesar de tudo que se diz o maior exemplo desse “papel de mudança” sempre se limitou a discussões bobas e vazias sobre o nome do setor/área, e nisso também se via a pobreza criativa dos envolvidos na discussão. Então se “Recursos Humanos” já havia sido um termo moderno e prafrentex, de repente se tornou algo antiquado e voltado para peças e equipamentos,  e não para pessoas. E com base nesse raciocínio surgiram tentativas bobocas de renomear a área como Gestão de Pessoas, Gestão de Talentos, Gestão de Gente, Talentos Humanos, Recursos de Gente ou até mesmo ideias baseadas em temas como amor, paixão ou tesão. Bobagem! Uma tentativa tonta de mexer na forma sem questionar o conteúdo.

Vivemos tempos agressivos no mercado corporativo, em que iniciativas nascem e fenecem na velocidade dos cliques frenéticos em redes sociais, e o setor que se dedica às pessoas e suas relações continuava a perpetuar velhos comportamentos anacrônicos e pouco eficazes. Ainda se ouve gente da área com o discurso de que as iniciativas de RH são “subjetivas” e portanto pouco afeitas ao controle e avaliação. Uma boa desculpa para gastos desenfreados e pouca cobrança, ou seja, uma realidade distante das margens de lucros estreitas e dos mercados canibais em que as empresas navegam.

Ainda se vê inúmeros profissionais (?) de RH com posturas subservientes às esferas de poder, preferindo manter seu emprego a defender suas crenças, anulando assim sua capacidade de questionamento e transformação e negando seu papel de agente de mudança, transformação, crescimento e evolução dentro das organizações.

Pois é muito bom ver que o mercado segue suas regras, e o novo sempre vem, como disse o poeta. Lendo hoje os classificados de um jornal de grande circulação vejo um anúncio que pode não ter provocado arrepios de medo ou excitação na maioria dos viventes, mas que sinaliza uma reviravolta para quem puder ler com atenção.

O maior grupo de mídia e comunicação do estado de Goiás, representante do maior grupo de comunicação do país, procura um Analista de RH. Até aí nada de novo no front. Na descrição dos requisitos surge uma inovação. Dentre os cursos superiores apontados como interessantes para os candidatos apresentam-se Contábeis, Administração de empresas ou Gestão de RH.

Notaram? A primeira grande novidade é a completa ausência da menção ao curso de Psicologia. Mesmo sendo uma vaga de perfil voltado para o Departamento Pessoal, ainda assim causa espécie a falta da menção do curso de Psicologia num anúncio de RH. Não deveríamos nos espantar. A psicologia, que dominou a área de RH no país nos últimos vinte e poucos anos vem substancialmente perdendo espaço nas mesas espaçosas que se decidem coisas nas empresas. Infelizmente isso se deve a um distanciamento cada vez maior das ideias psicológicas dos ideais corporativos. E não porque sejam naturalmente antagonistas, mas porque uma casta dominante psicologizante opta, cada dia com mais ênfase, por uma visão paternalista e assistencialista nas suas atuações profissionais. Por força dessas decisões os psicólogos, em sua maioria, afastam-se cada dia mais da postura do administrador (muito afeito ao mundo corporativo, até por uma questão óbvia de DNA) e se aproxima do profissional de Assistência Social.

Certo ou errado? Isso não importa, é uma constatação de uma escolha grupal, permitindo assim a entrada de outras formações na área hoje muito carente, e mais ainda, delimitando o futuro e o papel histórico de toda uma categoria profissional. Então não importa se é certo ou errado, importa que É. Hoje os psicólogos que se voltam com ênfase para o comportamento corporativo acabam por se destacar no mercado como profissionais que possuem um diferencial, um plus que permite melhor desempenho ao mesclar a visão humanista e mais subjetiva do humano, com a visão pragmática e objetiva das empresas.

Mas não só isso chama atenção no anúncio dessa grande corporação. Destaca-se o fato de se procurarem profissionais do curso de “Gestão de RH’. Sim, estamos falando de cursos tecnológicos, de menor duração, consequente menor investimento de tempo e de dinheiro; e de resultados mais urgentes. Já ouvi de alunos e professores de cursos tecnológicos o lamento de que o mercado não aprecia esses formandos, pelas características distintas de seus cursos, pois eis que esse anúncio vem mostrar que esse chororô é apenas isso: chororô. O profissional formado em Gestão de RH, para manter o foco nesse anúncio de hoje, possui conhecimento necessário para gerir uma área de RH, especialmente uma área de Departamento Pessoal, mais afeita às tecnicalidades do setor e às questões burocráticas da função. Esse profissional se forma em menos tempo, tem um foco obsessivamente voltado ao resultado de sua diplomação e já – em sua imensa maioria – se encontra no mercado de trabalho.

Não se trata, portanto, de um jovem imaturo e inexperiente com um diploma. Temos então um jovem, porém com muita maturidade, foco, objetivo e busca ansiosa por resultados. A pessoa que busca um curso tecnológico ou mesmo um curso técnico precisa alcançar resultados ainda durante o curso, não podendo se dar ao luxo de esperar uma diplomação e formatura para começar a perseguir resultados. Esse formando já apresenta, então, desde seu curso o tipo de comportamento que as empresas precisam e já vivenciam em suas estratégias globais.

Esse anúncio no jornal de hoje mostra que o mercado está em transformação inequívoca, que os novos ventos já chegaram também no setor de RH e que bancar-se refratário a isso será apenas uma tola questão de quanto tempo ainda se poderá sofrer. O destino dessa prosa todos sabem qual é: um mercado oferecendo oportunidades para os que tiverem o comportamento adequado e não o diploma certo. Nos níveis de diretoria já há muito tempo temos gente de RH vinda da engenharia, da filosofia e da matemática. Isso agora começa a chegar nos níveis gerenciais.

Quem viver verá, muito ainda vai mudar nessa área. As oportunidades se desenham, e os que estiverem dispostos a viver o contínuo processo de evolução e crescimento que tanto se prega nos treinamentos e cursos, entre cooffe breaks e coxinhas, estes terão água mais fresca e sombra mais aprazível. Aos outros o sol de todos os dias.

E ainda assim pode ser muito mais do que merecem.

Em frente!

Há braços!

Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

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Eduardo Mesquita

BR Home Centers – emocionante!

Em 2008 realizamos o primeiro treinamento Outdoor para a equipe Tend Tudo, e tudo foi comentado e registrado no blog da IDEA aqui – http://www.ideiadiferente.com/index.php/tem-de-tudo-nas-trilhas-outdoor-training-e-suor-e-folia/ – sendo um momento inesquecível para todos os nossos profissionais envolvidos.

Ao longo desses anos a IDEA e a Tend Tudo continuaram sua parceria produtiva e poderosa. A Tend Tudo cresceu, conquistou espaços e se unindo à Casa Show tornou-se então a BR HOME CENTERS. E ao longo de todo esse processo a IDEA acompanhou, treinando líderes, capacitando profissionais administrativos, estando presente nas lojas e vivenciando em inúmeras cidades do país a velocidade e a constância do crescimento dessa organização.

Pois eis que em 2012 Capitão Mesquita voltou. A imagem que acompanha esse post mostra o e-mail enviado para todos os profissionais administrativos da empresa divulgando que íamos novamente viver grandes aventuras. Fiquei emocionado ao ver o recall do personagem e a forma divertida e criativa que tudo novamente se iniciava. A equipe que já havia me impressionado em 2008 mostrava novamente seu poder de fogo.

Dessa vez não teríamos cerca de 80 pessoas. Seriam cerca de 140 pessoas! Um dos maiores grupos que já trabalhamos, sem dúvida. E para aumentar o envolvimento e os resultados criamos uma campanha de arrecadação de donativos visando o Dia das Crianças. Cada equipe participante – Gigantes, Fúria, Caveiras, Feras, Garra e U.F.C. – escolheu uma entidade para receber as doações e se lançaram durante quase vinte dias numa frenética busca de doações. As cenas das pilhas de donativos nos corredores da empresa vão ficar pra sempre entre minhas mais carinhosas lembranças profissionais.

E na Pousada Monjolo tivemos então um dia intenso de atividades, desafios e superação, em que profissionais do país inteiro puderam buscar em si e nos colegas a força e a motivação necessárias para serem muito mais do que imaginavam. “O Inimigo ainda é o mesmo” como tema apontando que nossos inimigos estavam tanto fora da empresa quanto dentro de nossos comportamentos e atitudes cotidianas. Ainda melhores, chegamos ao fim do dia de atividades cansados, sujos, suados e emocionados. Lembro – e penso que sempre lembrarei – da emoção vivida ao final de nosso encontro quando me toquei do tamanho de tudo que estávamos vivendo ali. Quando percebi o tanto que havíamos construído em menos de um mês de atividades. Foi uma das únicas e pouquíssimas vezes na minha vida que senti as lágrimas surgindo, o choro embolado na garganta e a voz falhando numa atividade profissional. Não existem palavras para descrever o que sentimos naquele instante.

Nós todos envolvidos na atividade, profissionais IDEA, Agregar e Casa de Walker, saímos muito melhores do que entramos. Maria Célia, Kiko, Ana Lúcia, Tote, Luciana e eu pudemos experimentar um dia marcante, com o estilo determinado e divertido da BR Home Centers e com um monte de profissionais de altíssimo nível, nos mostrando a todo instante exemplos de seriedade, de compromisso, de criatividade e de integração.

Não me canso de repetir: BR Home Centers, que orgulho ter um cliente desses!

Há braços!

Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

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Eduardo Mesquita