2012, o fim do mundo (como o conhecemos).

(Sobre a mudança do mercado, novas posturas, profissionais diferentes e a preocupação vital com os relacionamentos. Sim, o mundo vai acabar, ao menos esse mundo profissional que a gente conhece, de gente gritando com outros, de relacionamentos ruins, de climas e ambientes adoecidos, de comportamentos equivocados. A esses, destruição sistemática. Aos bons relacionamentos, aos vínculos produtivos, aos ambientes de trabalho saudáveis, muita estrada pela frente. Que novos anos venham!)

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Nas últimas décadas do século XX vivemos sob o temor do fim do mundo. Muitas crenças alimentavam a certeza de que tudo acabaria antes da virada do século, o que felizmente se provou um equívoco. Agora temos novas crenças afirmando que tudo acabará em 2012, mais precisamente no dia 21 de dezembro. Acredito que finalmente alcançamos um grau de entendimento que nos permite decifrar esse fim do mundo, que não será uma destruição de larga escala, mas sim uma grande mudança de forma abrangente, geral e irreversível.

Já vemos isso sendo gestado nas organizações. Ou alguém ainda alimenta a tola ilusão de que os comportamentos e padrões válidos no século passado ainda são úteis atualmente? As organizações que possuem a firme intenção de sobreviver às grandes transformações que o mercado exige, já iniciaram seu movimento de melhoria, desenvolvimento e aprimoramento para poder vivenciar as oportunidades que se avizinham no vaticínio de 21 de dezembro.

Estou falando das relações da empresa. Afinal de contas empresas são feitas de relações. Relações das pessoas que compõem essa empresa, relações com clientes, fornecedores, parceiros e com a comunidade. Em última instância falamos da relação da equipe com a marca da empresa. Relações que não se tornam belas e prósperas com o toque de uma vara de condão ou com o grito furioso de um chefinho tirano. Relações são construídas e geridas ao longo do tempo.

Vejo essa preocupação nas campanhas de Formação de Lideranças e Desenvolvimento Gerencial que conduzimos nas nossas empresas-clientes, quando criamos um padrão de desenvolvimento e treinamento para proporcionar verdadeiras lideranças às organizações. E digo que vejo isso porque a principal necessidade de melhoria dos atuais gerentes e gestores reside no estabelecimento, cultivo e manutenção das relações. Não basta mais acreditar que a autoridade será suficiente para manter uma equipe coesa e produtiva, ou que mimos e presentinhos baratos serão suficientes para manter clientes leais e lucrativos, ou ainda que o peso de uma marca ou o tamanho de uma empresa serão suficientes para manter parceiros dedicados e comprometidos.

Precisamos de maior dedicação às relações. Isso é feito diariamente, cotidianamente e em cada oportunidade de contato que temos. Se estamos pensando em nossas equipes profissionais, já é óbvio que pagar salários em dia, proporcionar benefícios tímidos e bonificações por produtividade já não são suficientes. Precisamos criar vínculos com nossos profissionais que os provem valiosos, importantes e parte do processo. Precisamos de menos chefes e mais de verdadeiros líderes que se envolvam na operação junto de suas equipes, que se mostrem parceiros e orientadores, que sejam rigorosos na cobrança dos resultados, mas humanos no trato com os profissionais.

Precisamos enfim, deixar o mundo que conhecíamos morrer e descansar em paz. Chega de gritos, chega de contratos leoninos, chega de oportunismo maldoso, chega de achar que para um ganhar algum outro precisa perder. Nesse novo mundo que temos prenhe, prestes a nascer, as pessoas são orgulhosas de suas funções e das empresas que trabalham. Nesse novo mundo já experimentado por muitas organizações, o investimento no conhecimento e na capacitação passa a ser parte estratégica da operação. Nesse novo mundo teremos pessoas sendo tratadas como seres humanos, resultados sendo tratados como desafios e o retorno de nossos esforços poderá ser chamado de lucro. Sem nenhuma vergonha de termos sucesso com o nosso suor.

Esse novo mundo que se esparrama no mercado pede por profissionais novos, de posturas novas e com uma visão de mundo e de pessoas baseada na parceria, na confiança e no ganho mútuo. Esse novo mundo é o nosso mundo. E ele se constrói a cada aperto de mão, a cada sorriso sincero, a cada equipe que se une para novas conquistas.

Faça parte. Ouse.

Há braços!

Eduardo Mesquita

eduardo@ideiadiferente.com

twitter – @eduardoinimigo

facebook – @eduardoinimigo

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4 Comments

  1. When you have sore breasts during early pregnancy is it common or uncommon for them to be really sore at first for a few weeks then be not so sore again? My breasts were really sore and heavy for about a week and a half, now they are still sore ( e.g. when i try to sleep on my stomach or bump them) but the pain is less intense. Is this normal?

  2. Das Problem sind nicht nur die prominenten Parteivertreter. Ein schwuler Freund von mir war jahrelang im Vorstand eines schwäbischen SPD-Ortsverbandes. Dann kamm er mit seinem neuen Partner zum Parteisommerfest und die Genossen verweigerten die Begrüßung.Homophobie ist immer noch unerträglich weit verbreitet. Und Hochschulveranstaltungen, die solche Positionen ohne zumindest kritische Stellungnahme zulassen, helfen dabei, dass das normal bleibt. Ich find’s traurig.

  3. I LOVE the look of boots and I want some like you wouldn’t believe, but I still need to lose 4 calf inches to be able to fit into even the widest ones I can find. But one day, I am going to buy me some knee-high boots and rock them like nobody’s business!!

  4. I do, but I used to blow them off for jiu-jitsu. Must train all the times! Now, though, I’m prioritizing the people around me, and if it’s them or jiu-jitsu, I pick them.

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